Estou Preparado para Isso ( Orientação dos Anjos )

orientação dos anjos
canalizada por Sharon Taphorn
26 de Abril de 2017

Estou preparado para isto. Palavras incentivadoras dos meus anjos quando eu faço mudanças muito necessárias em minha vida. A mensagem dos meus anjos é sobre como o descontentamento com algo é o catalisador para a grande mudança.

Embora possamos não nos sentir tão bem enquanto estamos passando pelas mudanças, é por causa deste Descontentamento Divino que a mudança acontece e geralmente é para melhor.

Quando você tem um forte desejo de passar para algo mais significativo, você se sente perturbado ou preso entre mundos. Não há equilíbrio nos mundos mental e emocional.

Você está preparado para isto, ou não estaria aqui agora. Você está aqui porque você pediu para estar aqui, ainda que não veja isto ainda, aí está. Entre em contato com os outros para obter ajuda. Você está no caminho certo e crescerá a partir disto.

A Orientação dos Anjos é que faça uma escolha se sentir um descontentamento interior:

Você está preparado para isto!
O Descontentamento Divino é o que lhe dá coragem para agir de acordo com as suas paixões.

Quando você fica desconfortável com a energia em que está, você deseja a mudança.
A indecisão o impede de ver os resultados que deseja.

Faça a escolha que é melhor para você, em vez de tentar agradar os outros.

Afirmação: “Estou preparado para isto!”

Toneladas de Amor,

Sharon e os Anjos

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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

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7 orientações para melhorar a comunicação com seus filhos

 Os desafios da comunicação e suas influências no relacionamento com os filhos

Texto de Maria Inês Araujo e Ana Cristina Garlet.

Sabemos que as dificuldades na comunicação é um dos principais fatores de fracasso nos relacionamentos, sobretudo entre os casais.

E porque isso acontece?

Vejamos um exemplo bem comum:

A forma como me comunico, é a forma que aprendi e exercitei em minha família de origem durante toda minha vida. Então, naturalmente, eu sinto que essa forma como me comunico é a correta para mim.

Quando me caso com alguém que vem de outra família e com outros valores, esta pessoa vai se comunicar de forma diferente (pois a diferença é um dos atributos que atrai os casais) e, muitas vezes entendo isto como incorreto, aí já se inicia a “não-escuta” e o “afastamento” que fere, viola e muitas vezes impossibilita a relação.

Se um ou ambos os cônjuges não se encontra disponível a ver, escutar e sentir o outro em sua singularidade, desafiando-se a aceitá-lo tal qual é, o casal passa a construir barreiras ao invés de pontes para se comunicar.

EM 35 ANOS, OS 7 APRENDIZADOS MAIS IMPORTANTES

Nossa especialista Maria Inês Araújo Garcia Silva, que há mais de 35 anos trabalha com pais e filhos e já vivenciou muitos relacionamentos sendo reconstruídos através das mudanças na comunicação, elencou 7 aprendizados que podem ajudar a todos os pais e filhos a melhoraram a sua comunicação.

 

1. OS PADRÕES QUE APRENDEMOS

Temos padrões de escuta que aprendemos em nossa família, que elegemos como certos e se incorporam em nossa personalidade. Assim podemos assumir o padrão de escuta do:

  • O que “sabe tudo”
  • O salvador
  • O “resolve tudo”
  • O pacificador
  • O impaciente (já sei o que você vai falar!)

Será que assim estamos escutando realmente o outro? Com que intenção? Me sinto acolhido quando ele adota esta forma particular de escuta, como por exemplo achando que já sabe o que vou dizer?

O acolho quando interrompo achando já ter a solução?

Muitas vezes a solução não é o mais importante, mas saber que sou acolhido em minha dor, perceber que o outro dispõe amorosa e pacientemente de seu tempo para simplesmente me escutar, isto é essencial. Aqui vale diferenciar entre escutar e ouvir.

 

2. OUVIR E ESCUTAR SÃO A MESMA COISA?

“Somos todos tão diferentes principalmente porque
temos diferentes combinações de inteligências.
Se reconhecermos isso, acho que, pelo menos,
teremos melhores chances de lidar adequadamente
com os diversos problemas que enfrentamos no mundo.”

Howard Gardner

Ouvir é um ato físico – escutar é “perceber o outro”

  • Ouço o barulho das crianças, os ruídos ao lado, a música do caminhão de gás, etc.
  • Escutar é disponibilizar-se, entregar-se completamente; escutar é um puro ato de amor; é dar espaço para o outro falar sem interferência, esvaziando-se dos seus pensamentos, dos problemas e situações externas, pelo menos por este tempo, para receber completamente o outro.

Quando verdadeiramente escuto, eu não me coloco em primeiro lugar, eu dou o lugar ao outro, eu consigo escutar com amor, com o coração.

Escutar com o coração significa sair de si mesmo, abrindo-se para o outro, sem julgamento, análises ou impressões, aceitando e acolhendo-o para perceber as emoções, os sentimentos que estão fluindo naquele momento, estimulando-o a abrir o seu coração. É perguntar realmente querendo saber.

A boa comunicação entre o casal se dará na medida em que primeiro me disponho a:

  • Aceitar que viemos de sistemas familiares totalmente diferentes e o que faz sentido para mim, não o faz para ele e vice-versa.
  • Reconhecer que esta diferença é boa.
  • Esvaziar-me totalmente, para acolher o outro.
  • Renunciar ao “saber” que é válido em minha família para escutá-lo com o coração, com o assombro do novo.
  • Renunciar a qualquer intenção.
  • Ver o outro.
  • Expor-me ao outro.

Validando a fala de meu cônjuge, construo o respeito necessário para criar um espaço de confiança onde a comunicação possa fluir e ser ponte para a compreensão e crescimento.

 

3. COMO NOSSO JEITO DE COMUNICAR AFETA OS FILHOS?

Diretamente!

As crianças funcionam como antenas de nosso estado de espírito.

Como fazem parte dos dois sistemas familiares (do pai e da mãe) elas compreendem a linguagem dos dois e ficam confusos quando percebem que os pais não entendem-se entre si.

E o que elas fazem?

De forma inconsciente e movidas por um grande amor, elas se vêem muitas vezes tendo que interferir,  tornando-se mediadoras nas situações de conflito dos pais, o que, sem dúvida, sempre será um lugar perigoso para as crianças.

A linguagem clara, que comunica e gera resultados positivos, sempre será a linguagem do amor saudável. A linguagem do querer bem, da generosidade na escuta, da paciência e gratidão que se mostra nas diferenças.

Quando escutamos com o coração, queremos escutar para “aprender o outro”. Queremos falar para servir ao outro e não a nós mesmos.

Como falamos anteriormente, a criança aprende no nós, em nosso exemplo, muito mais no “como fazemos” do que naquilo que dizemos. Para que nossa comunicação com elas seja eficiente, devemos saber o que queremos dizer, devemos saber a importância em falarmos o que de verdade sentimos, assumindo conscientemente a responsabilidade que temos como pais: guiar, cuidar e amar nossos filhos. Sobretudo devemos escutá-los com o coração.

 

4. COMO POSSO ESCUTAR COM O CORAÇÃO?

Dicas para uma boa escuta:

  • Aceitar que não sei o outro, mas quero sabê-lo.
  • Estar disposta(o) a afastar-me de meu desejo de falar, resolver e entender para escutar..
  • Acolher o outro querendo saber.
  • Aceitar a percepção do outro como é.
  • Aceitar que o outro encontre suas próprias soluções.
  • Acolher a dúvida, o medo, a visão do outro com respeito.
  • Conceder tempo suficiente para que a comunicação se faça.
  • Falar na linguagem que o outro consiga entender.
  • Ser generoso para receber e dar informações, histórias, sentimentos.
  • Ser generoso com os sentimentos que surgem em mim quando escuto o outro,assim aprenderei um pouco mais sobre mim mesmo.
  • Observar as palavras que uso em minha comunicação, para que reflitam exatamente o que quero dizer.
  • Perceber se quero elevar o outro ou ferí-lo. Suas palavras te mostrarão o que está desejando. Atenção!

 “Não existe voz humana que não tenha música”

Fernando Pessoa

 

5. ATITUDES E ACONTECIMENTOS QUE FECHAM O CORAÇÃO

  • QUANDO GRITAMOS

Quando grito, o outro fecha a escuta. Grito,talvez porque:

– não me sinto compreendido e aceito;

– estou distante de seu coração ou ele está distante do meu coração;

– porque tenho medo de ferir meu pertencimento à minha família de origem e minha lealdade ignora quem está diante de mim, não me permite aceitar que simplesmente é diferente, não necessariamente errado.

  • OS RUÍDOS EXTERNOS

Sons, barulhos, conversas paralelas, uso de aparelhos eletrônicos durante a comunicação e movimentação excessiva: tudo isso são ruídos externos que  podem sim dificultar ou impossibilitar uma boa comunicação.

Mas até diante situações aparentemente incontornáveis, se me disponho verdadeiramente a me comunicar, crio estratégias para me fazer entender. Integrar mentalmente estes ruídos, “como se” fizessem parte, ajuda neste processo. Muitas vezes não é necessariamente o barulho externo que atrapalha, mas nossos ruídos internos.

  • OS RUÍDOS INTERNOS

Nossas preocupações, nossas intenções, nossa disponibilidade genuína para ouvir querendo escutar e falar querendo servir.”Minha atenção está onde está meu coração”.

  • QUANDO FICAMOS SÓ NO NOSSO PADRÃO DE ESCUTA

Quando ao dialogar o que faço? Tenho o outro em vista ou estabeleço um monólogo interno, como se já tivesse todas as respostas? Meu padrão de escuta me toma e passo a buscar soluções quando não me é solicitado? Investigo detalhes que não me são concedidos para que controle a situação,ou mesmo atropelo o outro antecipando suas palavras como se já soubesse o que iria me falar?

Estes padrões que desenvolvemos  ao longo da vida, principalmente em nossa família, podem de fato obstaculizar a verdadeira comunicação.

  • QUANDO JULGAMOS

Ao adotar a postura de julgar o outro em suas ações, valores, percepções, invalidamos sua história pessoal. Ao considerar a própria visão e percepção da situação através da nossa ótica, como a única possível , limita, exclui e fecha a comunicação, pois comunicação pressupõe a interação com o outro, com a diferença, para que o novo se faça.

Quando julgo, talvez por não poder encarar meus próprios limites,me coloco acima do outro e desta forma não o vejo em sua dor, fragilidade e até mesmo força, pois sinto medo. Isso me afasta e impede a escuta, e da lição que preciso aprender.

  • QUANDO ESPERO ALGO DO OUTRO

Ao me expor a alguém com expectativas, de fato não o alcanço, pois estou me relacionando com minhas próprias imagens internas, com meu conceito idealizado e com isso perco de vista a riqueza que reside na subjetividade e singularidade do outro.

Da mesma forma, quando para me comunicar crio expectativas sobre mim mesmo, como se tivesse que preencher a expectativa do outro, ter todas as respostas, fracasso. Perco a oportunidade de crescer e me desenvolver com o meu “não saber”, pois só a ignorância me leva ao conhecimento.

 

6. A COMUNICAÇÃO DOS FILHOS

E os filhos? Como se comunicam?

As crianças perguntam querendo saber… olham querendo ver…falam querendo mostrar…sua ignorância, seu desejo, sua percepção, sua compreensão.

Estão totalmente abertos a aprender, com sua saudável curiosidade, com suas dúvidas, com suas associações puras denunciando muitas vezes o que nós pais teimamos em não querer ver.

 

7. COMO OS FILHOS DESENVOLVEM A VISÃO DO MUNDO?

Através da forma que nós pais lhes ensinamos!

Por exemplo, se diante uma pergunta tão simples,”mamãe, você está chorando?”, quando de fato está chorando e você responde, “Não, foi um cisco em meu olho”, você estará contribuindo para que esta criança não confie no que vê, percebe e sente.Provavelmente este padrão de “esconder” a informação é comum na dinâmica relacional e de comunicação de sua família e isto afetará a forma que esta criança perceberá o mundo.

 

“Dizer não é ensinar e Ouvir não é aprender.”

Bob Barkley

Não estou aqui dizendo que você deveria contar a razão de seu choro se não for para o conhecimento da criança. quero dizer que a verdade, promove saúde. Simplesmente poderia responder, “ sim mamãe está chorando…porque está triste pois a vovó morreu, mas estou assim porque gostava muito dela, mas aos poucos, essa tristeza passa e aí mamãe conseguirá lembrar-se dela com toda a alegria, pois a vovó era muito legal”. Ou, se não for para os ouvidos da criança, como questões referentes ao trabalho e sobretudo ao relacionamento do casal, diga simplesmente,” sim, mamãe está triste, mas não é nada com você e logo logo mamãe estará bem, pois sabe como resolver.”

Somos porto seguro para nossos filhos, portanto responsáveis por eles e a comunicação clara e amorosa, exercitada com discernimento e querer bem,  ampliará a saúde emocional, cognitiva e relacional de nossos filhos.

Coração de criança leva ao pé da letra o que você diz…Escolha com cuidado as palavras com as quais lhes apresentará o mundo.

Se digo diante do “ erro”:

  • Você não sabe nada! A criança duvidará de sua capacidade.
  • Você me irrita com tantas perguntas! Ela silenciará suas dúvidas, inibirá seu desejo em querer saber.
  • Você me dá muito trabalho, me cansa com sua agitação! Ela se sentirá sempre inadequada e insuficiente  diante do mundo.
  • Se diante do  “erro” digo…que bom, mais uma chance para aprendermos,ela aprenderá a não desistir!

Portanto, temos que estar conscientes que quando falamos, quando calamos, afetamos diretamente a forma da criança se ver e ao mundo.Que palavras escolho para direcioná-las, para presenteá-las? Com que palavras eu pai, eu mãe, reconheço o mundo? Nós escrevemos o enredo de nossas vidas, quando reconhecendo tudo que vivemos, de bom ou ruim, escolhemos o que deve permanecer e o que devemos renunciar.

Mãos à obra! Estamos sempre no início de um novo ciclo, de uma nova história para contar. Façamos isto com verdade e amor!

Que nossa comunicação seja música com muitos e variados tons que se harmonizam produzindo equilíbrio, alegria e gratidão.

 

Os 4 PILARES para a boa comunicação entre pais e filhos

Pilares fundamentados nas 3 leis básicas da vida, EQUILÍBRIO, ORDEM e PERTENCIMENTO (segundo Bert Hellinger)

1) Olhar e Ver

Eu vejo você e me exponho a você.

Esta postura contempla a Lei do Equilíbrio, que nos ensina que na medida em que recebo,  retribuo. Este equilíbrio gera respeito e amplia a possibilidade de uma boa comunicação.

Quando me disponho a de fato olhar o outro e o ver em sua alegria, dor, medo ou realização, força ou fragilidade, e na mesma medida me exponho, crio condições de continuidade e crescimento (da percepção sobre o outro como é e ) no relacionamento. Desta forma também permito que o outro se sinta percebido e pertencido à minha atenção, assim como eu à ele.

 

2) Ouvir e escutar

Eu escuto a você e me afasto do meu saber por um momento.

Pergunto de fato querendo saber.

Para que esta postura seja possível, devo respeitar a Lei da Ordem, que nos ensina que quem veio antes, tem prioridade sobre quem vem depois, portanto quando alguém fala comigo sobre algo que é dela, que ela está vivendo ou sentindo, eu escuto pois venho depois, ou seja, não sei sobre o que ela sente ou pensa, portanto silencio e a acolho em sua fala.

Somente depois, do meu lugar, daquele que nada sabe e chegou depois, falo, não querendo resolver, mas querendo saber, entender e na aceitação desta condição, a comunicação flui em respeito e assim permite a compreensão e talvez a resolução.

 

3) Fazer e Sentir

Eu sinto você e percebo como reajo a você.

Nossas ações tocam uns aos outros.

Quando faço algo ou você faz algo a mim, preciso permanecer atento para perceber como o que sinto me faz reagir. Se fico leve ou pesado, tenso ou aliviado, forte ou fraco.

Nesta postura consigo diferenciar melhor o que é meu e o que não é, ou seja, se estou ou não em meu lugar. Pois somente no meu lugar (ordem) cresço equilibradamente.

 

4) Estar presente

Esta postura reforça o sentimento de pertencimento.

Me mantenho atento tendo como prioridade você em seu momento, em sua fala, em suas expressões. Adio minha pressa, minhas tarefas, para me dedicar, mesmo que por poucos minutos, interiormente à você.

7 orientações para melhorar a comunicação com seus filhos

Promotores-do-medo sem poder.

promotores
Brenda Hoffman
21/04/2017

Meus queridos,

Talvez sua nova perspectiva emocional não seja exatamente a que você esperava. Mesmo que você possa estar mais irritado ou mais alegre do que esperava, não importa. Pois qualquer mudança dentro de seu ser é uma indicação de que as energias que agora estão batendo à Terra estão mudando você para o ‘novo você’ na Nova Terra.

Os transtornos da Terra continuam, mas sob uma luz diferente da que você experimentou enquanto na terra em qualquer outra vida. Assim, é que seus padrões de crenças reiteram dentro de você sempre que você está revendo a mais recente ação chamada ‘não-amorosa’ de que tudo está perdido, que, novamente, você está tentando mudar a Terra em vão. Mesmo que o oposto exato esteja acontecendo, você tem que se deslocar ainda mais, se não todas, suas opiniões sobre suas realizações globais ou das opiniões de outros.

O medo de que tudo está perdido continua a chocalhar em torno de seu ser. Então, você se sente deliciosamente alegre até a descoberta de outra ação pessoal ou política que lhe informa mais uma vez que tudo está perdido.

A diferença nesta vida é que aqueles dedicados a mudar do medo para o Amor são contados agora em milhões – e logo bilhões. Você não está sozinho, nem entre dois ou três nesta vida. Esta é a onda de Amor que você tem se preparado por eons.

Aqueles que não desejam seguir seu coração, que se dedicam a aumentar seu poder direcionado para o exterior, estão descobrindo que seu poder não é mais absoluto, que seu poder está diminuindo, assim como o seu está aumentando poderosamente.

O mesmo aconteceu quando o medo se tornou a emoção dominante da Terra. Aqueles que se dedicavam ao Amor descobriram que eram minoria. Então, mesmo que eles desejassem continuar sua festa de Amor, sua alegria foi pisoteada de tantas maneiras que eles, inclusive vocês, aprenderam a viver com medo, vida após vida.

Você e grande parte da população já não está disposta a seguir sem razão, sem alegria. Assim, aqueles que parecem poderosos estão começando a reencenar o papel do mago atrás da cortina em O Mágico de Oz – um mago sem poder.

Você pergunta se isso é verdade ou, se vai acontecer. No entanto, você percebe um sentimento de realização que não parece garantido quando você vê ou ouve a cobertura da mídia.

Lembre-se de que a emoção que a maioria dos meios promove é o medo. E a mídia vai promover esse modelo até que ele não seja mais financeiramente benéfico – como muitos de vocês nos Estados Unidos observaram nos últimos dias. Dinheiro e benefícios financeiros mandam – até que eles não mais. E assim é, e você vai notar o poder decrescente dos retornos financeiros mais claramente nos próximos dias.

Assim como foi verdade quando a Terra e seus habitantes ficaram apaixonados pelo medo em massa, e assim agora é por Amor e alegria. Continuarão a haver alguns promotores-do-medo dentre vocês nos próximos anos, mas o poder deles está esgotado, não mais.

Mesmo que você aponte para este e aquele ditador ou, este e aquele movimento militar, o que você notará em breve é ​​que, nem os ditadores nem os movimentos militares são possíveis sem as recompensas financeiras resultantes.

Então é que vocês, as massas, vão descontinuar o financiamento do medo e do ódio. Resultando em um novo poder dentro de você para mudar a Terra para o Amor e alegria. Um conceito que você provavelmente ainda não pode acreditar ou nem mesmo imaginar. Mas, assim como nós profetizamos que você começaria a sentir mais alegria, agora informamos que sua alegria se transformará em um poder financeiro que esgota o medo externo de seu básico recurso-dinheiro.

Essa última declaração significa que você terá menos recompensas financeiras também? Não, mas em vez disso, você se recusará a gastar seus recursos ajudando os outros a manter o poder direcionado para o exterior, como os Estados Unidos mostraram nos últimos dias, com a remoção de um apresentador popular e de alguns representantes políticos.

Você não está mais disposto a apoiar aqueles que derramam o medo.
E seu dinheiro vai falar por você de maneiras que você ainda não pode imaginar.

“Não, não no meu tempo!” É o seu grito de guerra por Amor e alegria. Um grito que está se tornando cada vez mais alto. Alguns de vocês estão fazendo isso com raiva, alguns com Amor e alegria. Não importa o resultado de milhões, e logo os biliões de vocês, clamando para que o Amor dissolva o ego do mais grande e do mais médio entre os promotores-do-medo que remanescem satisfeitos em sua necessidade de controla-lo de toda a maneira.

A alegria de seus promotores-do-medo vai se transformar em um medo dentro deles, por não mais estarem no controle – e isto você já notando em algumas das coberturas de sua mídia. Para aqueles com medo de perder o seu poder dirigido exteriormente e não necessariamente mudarem para o Amor antes de tentar mostrar mais do que foi bem sucedido para eles – resultando em um feiticeiro sem poder por trás da cortina.

Será que tal vingança irá forçá-los a seguir através dos estágios que você já completou para atingir seu estágio atual no Amor e na alegria? Ninguém além de todos aqueles que sentem que devem “vencer” com o medo sabe a resposta agora.

Mas, como os promotores-do-medo dirigidos pelo exterior estão rapidamente se tornando a minoria, você notará mudanças em si mesmo, e em outras pessoas, que o afastam do medo e para dentro da alegria.

Tal acontecerá porque você saberá, sem dúvida que os promotores-do medo não têm mais poder.
E isso está acontecendo agora.

Assim seja

Amém.

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Olhe para a frente

olhe
Mensagem Diária do Arcanjo Gabriel
Através de Shelley Young
24/04/2017

Queridos, muitos de vocês estiveram em uma jornada consistente de liberação por algum tempo. Você deixou de lado quantidades impressionantes de velhas feridas, medos, condicionamentos e crenças. Então, por que alguns desses temas antigos voltam novamente?

Porque você está pronto para liberar o hábito de ter esse problema.

Você vê, quando você tem trabalhado na cura de um tema específico, em alguns casos durante muitas vidas, você se acostumou a ter esse tema como parte de sua energia. Você tem, em muitos aspectos, se identificado com essa ferida central, assim como um aluno se identifica com um tema de estudo em especial na universidade.

Porque você está ascendendo, graduando-se, se você quiser, a partir do estudo deste tema, você pode agora deixar esse tema ir, sem ter medo de perder alguma coisa.

Você pode ter certeza de que o trabalho foi feito, e deve confiar que através da rendição e do fluxo, se houver qualquer ajuste energético a ser feito, virá em sua consciência.

Não há mais necessidade de se identificar com nada menos do que o seu todo, o seu Ser Divino e curado.

Você vê? A verdadeira cura significa aceitar que a cura foi assimilada. Se você quebrou o tornozelo, eventualmente você permitiria que os ossos se unissem, e permitiria sua completa cura. Então, você esqueceria a história do tornozelo quebrado.

Como você sabe quando já concluiu um tema ou um ciclo de cura?

Quando não há mais uma forte carga emocional em torno desse tema.

Quando ele surge, você pensa, “realmente, isso de novo?”.
Sem o desespero ou medo de olhar para ele.

É muito simples, Queridos – quando você chegar ao final de um tema de cura, ou do que você pode chamar de um cronograma, você pode simplesmente considerá-lo feito, e passar para outra linha de potencial que já não detém esse tema, o que permite que você possa experimentar a alegria deste novo estado de totalidade que você está abraçando.

Você pode simplesmente se liberar do hábito dessa história ao considera-lo um ato final de um trabalho bem feito, e olhar para a frente, para os novos potenciais que estão disponíveis para você explorar.

Arcanjo Gabriel

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Fonte: Trinity Esoterics
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Há Luz no sofrimento

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Mensagem de Louise Hay

O luto é uma questão do coração e da alma.
É uma experiência pessoal e nenhuma pessoa sofre da mesma maneira que a outra.

É uma coisa boa lamentar a sua perda. Aceite-a e passe algum tempo com a sua dor. Quando tentamos enterrar a nossa dor, tendemos a mostrá-la de outras maneiras, tais como a raiva ou a autossabotagem. O sofrimento é uma parte opcional.

Lembre-se: O amor nunca morre e o espírito não conhece a perda. Somos um espírito tendo uma experiência humana. A perda é uma parte natural da vida. Viemos a este mundo na forma do corpo, mas sempre vivemos em espírito.

Sua experiência com a perda e o luto é moldada pelo seu pensamento.
Quando a sua intenção é terna e amorosa, é mais fácil superar o sofrimento.
A tristeza se torna uma ferramenta de cura, em vez de uma forma de sofrer.

Muitas vezes nos é dito que as emoções e o choro são fraquezas e que precisamos ser frios, não mostrando os nossos verdadeiros sentimentos. A força é encontrada ao expressar como você se sente. Quando sentimos a dor que vem com a perda, somos capazes de avançar de uma forma amorosa.

Escolha os seus pensamentos com cuidado, pois os seus pensamentos podem ajudá-lo a manifestar a esperança em seu luto. Seja gentil com você, e reflita sobre a perda com amor.

Se você está sofrendo com a morte de um ente querido, lembre-se de como você o amava quando ele estava presente; saiba que você pode continuar a amá-lo em sua ausência. Você pode ir da tristeza para a paz.

Se você está sofrendo pelo rompimento de um relacionamento, aceite que o amor que você precisava não lhe foi proporcionado e que avançar é a melhor coisa em sua vida. Permita-se ter um período de luto. Não há um fim certo para este período, mas lembre-se de manter os seus pensamentos alinhados com o otimismo.

Preste atenção ao seu pensamento, e o mude nas áreas onde você não pode encontrar a paz.
Ao fazer isto, você irá trazer mais felicidade a sua vida e para aqueles que o rodeiam.

Um coração partido é um coração aberto. Estas circunstâncias nos proporcionam espaço para crescimento em nossas vidas. Este é um momento para aprender a conhecer as nossas emoções. Ao fazer isto, aprendemos muito sobre nós mesmos.

A dor de perder alguém é uma parte de nossa jornada.
É parte de nossa autodescoberta.

É por isto que é importante aceitarmos estas emoções e não enterrá-las.

A verdade é que depois de uma morte, uma separação ou um divórcio, você tenha a força para criar uma nova realidade. É natural esquecer o poder dentro de você depois de uma perda, mas ele aí permanece ainda.

Não quero que você evite a dor do luto, mas que continue avançando através dele. A ternura é força. Experiencie esta dor e, então, permita que uma nova vida se revele. Uma vida onde você mantenha esta perda em memória do amor e não da tristeza. Experiências difíceis podem servir como um lembrete de que os nossos relacionamentos são um presente.

A perda pode nos lembrar que a própria vida é um presente.

Sempre que tiver medo, lembre-se disto: Somente o amor é real.
Deixe que o amor o abençoe, que o guie e o inspire.

Lembre-se de se amar. Você o merece. Você é um presente, querido.

Amor,

Louise Hay

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Brilhar em sua Verdade

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Mensagem Diária do Arcanjo Gabriel
Através de Shelley Young
23/04/2017

Queridos, seguir com o fluxo não significa abdicar de seu poder ou negar seus desejos e necessidades para se dar bem ou agradar aos outros. Abdicar ou negar seus desejos seria negar o seu poder, e o verdadeiro significado do fluxo é mover-se nas formas que sejam as melhores para você e capacitá-lo.

Então, para ser claro, a expressão “seguir com o fluxo” realmente está dizendo “vá com o seu fluxo”.

Quando você honra o seu fluxo, você encontra outros que naturalmente ressoam com os interesses e energias únicos desse fluxo, e antes que você perceba, você estará tendo uma experiência de vida muito mais gratificante do que jamais pensou ser possível.

Não estamos sugerindo que você se torne egoísta ou obstinado. Estamos encorajando você a honrar seus desejos, necessidades e preferências, bem como, honrar o direito dos outros de fazerem o mesmo.

Quando você faz consistentemente coisas que você não quer fazer para os outros, você começa a se ressentir deles, o que prejudica seus relacionamentos.

Quando você se conecta com as pessoas sobre suas preferências e encoraja os outros a seguir com seus verdadeiros desejos, você experimenta a liberdade e uma alegre conexão, o que servirá muito melhor em seus relacionamentos com os outros e com vocês mesmos.

E mais do que qualquer outra coisa, seguir seu fluxo, é seguir o aceno de sua alma, que permite que você sirva melhor ao outro, também.

É um sistema que honra todos ao brilhar em sua verdade e autenticidade para o maior bem de todos.

Arcanjo Gabriel

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Fonte: Trinity Esoterics
Traduzido por Adriano Pereira – blogluzevida@gmail.com

A Nova Medicina Germânica e a incrível canção que cura o câncer.

A Nova Medicina Germânica e a incrível canção que cura o câncer.

Dr. Ryke Geerd Hamer, nascido em 1935 na Frísia (Alemanha), estudou medicina e teologia na Universidade de Tübingen. Na idade de 22 anos, ele completou seu mestrado em teologia e, em seguida, quatro anos depois, recebeu sua licença profissional como médico. Nos anos seguintes, atendeu em diferentes clínicas universitárias na Alemanha.

Em 1972, Dr. Hamer completou sua especialização em medicina interna e começou a trabalhar na clínica universitária de Tübingen como internista responsável pelos pacientes com câncer. Ao mesmo tempo, ele dirigia uma clínica privada com sua esposa Dra. Sigrid Hamer, a qual ele havia conhecido durante seus estudos em Tübingen. Ele mostrou um extraordinário talento também para inventar dispositivos médicos.

Entre outros, ele possui a patente de um bisturi não traumático (Hamer-Scalpel) que corta vinte vezes mais penetrante do que uma lâmina de barbear, um instrumento especial para a cirurgia plástica e uma maca de massagem que se ajusta automaticamente aos contornos do corpo.

Suas invenções proveram Dr. Hamer e sua família com os meios financeiros suficientes para mudarem para Itália, onde ele realizou seu sonho de tratar os doentes carentes de Roma gratuitamente. Em 18 de agosto de 1978, enquanto ainda vivia em Roma, Dr. Hamer recebeu a chocante notícia de que seu filho Dirk tinha sido baleado acidentalmente pelo príncipe italiano Victor Emanuel de Sabóia. Em 07 de dezembro de 1978, Dirk sucumbiu aos ferimentos e morreu nos braços de seu pai.

Pouco tempo depois da morte de seu filho, Dr. Hamer foi diagnosticado com câncer testicular. Devido ao fato dele nunca ter ficado gravemente doente antes, ele postulou que o desenvolvimento de seu câncer poderia ser diretamente relacionado com a perda inesperada de seu filho. Na verdade, ele acabaria por, em honra de Dirk, chamar isso de um choque inesperado DHS ou “Síndrome de Dirk Hamer.”.

A morte de seu filho e sua própria experiência com o câncer, fez com que o Dr. Hamer iniciasse uma extraordinária jornada científica. Naquela época, como internista chefe de uma clínica de câncer da Universidade de Munique, ele começou a investigar as histórias de seus pacientes com câncer “e logo aprendeu que, como ele, todos eles tinham experimentado um choque inesperado de um tipo ou outro. Mas ele levou a sua investigação ainda mais longe. Seguindo a hipótese de que todos os eventos corporais são controlados a partir do cérebro, ele analisou as tomografias cerebrais de seus pacientes e as comparou com seus relatos médicos e psicológicos.

Para sua surpresa, ele encontrou uma clara correlação entre certos “choques de conflito”, com suas manifestações sobre o órgão e suas conexões com o cérebro. Até então, nenhum estudo tinha examinado a origem da doença no cérebro e o papel do cérebro como o mediador entre a psique e um órgão doente.

Dr.Hamer afirma:

“Mein Studentenmädchen” é uma pequena canção de amor que eu escrevi e escrevi para a minha esposa, em 1976, para marcar o 20º aniversário do nosso amor, ou seja, cinco anos antes de eu descobrir a Germânica Heilkunde (Nova Medicina Germânica) em 1981. Desde então, esta descoberta estava dormindo por 30 anos, quase como a Bela Adormecida.

Em 2006, quando “Mein Studentenmädchen” emergiu de seu longo sono, percebemos que precedeu a maior descoberta da história da humanidade, a Nova Medicina Germânica em cinco anos, mas eu ainda não tinha notado. Representa o protótipo ou arquétipo de todos os nossos grandes e velhos mestres da música clássica, enquanto o protótipo ou arquétipo da Nova Medicina Germânica. Esta parece ser a origem do mistério terapêutico inerente em “Mein Studentenmädchen”. Isso é o que a torna única! É como uma chave que abre todas as portas.
Descobrimos esta dimensão terapêutica com uma menina austríaca de 7 anos que sofria a meses de uma doença crônica, para o desespero de seus pais. A menina pediu emprestado a seu pai a música “Mein Studentenmädchen” e a ouviu sem parar por vários dias e noites.
Aparentemente, ela havia escolhido instintivamente o que lhe faria bem, e depois de três dias e três noites, ela havia recuperado a saúde, para a enorme surpresa de seus pais, porque ela tinha estado doente por meses.
Desde então, temos compilado centenas de casos semelhantes, e sem exceção encontrado o mesmo fenômeno.
“Mein Studentenmädchen” produz um efeito que se manifesta, como todo o conjunto da Nova Medicina Germânica, nos três níveis: psíquico, cerebral e orgânico.

Aqui está a canção: Fique ouvindo enquanto lê a matéria.

Uma entrevista com o Dr, Hamer sobre a Canção:

As 5 Leis Biológicas da Nova Medicina Germanica: Impressionante!

O PARADIGMA MÉDICO DO DR. HAMER

Por Caroline Markolin, Ph.D., Vancouver, Canadá

Publicado em 21 de novembro de 2009

Introdução

Em 18 de Agosto de 1978, o Dr. Ryke Geerd Hamer, médico, na época, especialista em doenças da cabeça, na clínica oncológica, na Universidade de Munique, Alemanha, recebeu a notícia chocante de que o seu filho Dirk, tinha recebido um tiro. Dirk morreu em Dezembro de 1978. Alguns meses mais tarde, o Dr. Hamer foi diagnosticado com câncer testicular. Desde que ele nunca esteve seriamente doente, ele supôs que o desenvolvimento do seu câncer poderia estar diretamente relacionado com a perda trágica do seu filho.

A morte de Dirk e a sua própria experiência com o câncer levou o Dr. Hamer a investigar a história pessoal dos seus pacientes com câncer. Ele constatou rapidamente que, como ele, todos tinham passado por algum episódio excepcionalmente estressante anterior ao desenvolvimento do câncer. A observação de uma conexão mente-corpo não foi realmente surpreendente. Inúmeros estudos já tinham mostrado que o câncer e outras enfermidades são freqüentemente precedidos por um evento traumático. Mas o Dr. Hamer levou a sua pesquisa mais além. Seguindo a hipótese de que todos os eventos corporais são controlados do cérebro, ele analisou os escaneamentos do cérebro dos pacientes e os comparou com os seus registros médicos. O Dr. Hamer descobriu que cada doença – não somente o câncer – é controlado de sua própria área específica no cérebro e ligado a um “choque conflitante” muito particular e identificável. O resultado desta pesquisa é um gráfico científico que ilustra o relacionamento biológico entre a psique e o cérebro, em correlação com os órgãos e tecidos do todo o corpo humano.

O Dr. Hamer chamou as suas descobertas de “As Cinco Leis Biológicas da Nova Medicina”, porque estas leis biológicas, que são aplicáveis ao caso de qualquer paciente, oferecem uma compreensão inteiramente nova da causa, do desenvolvimento e do processo natural de cura das enfermidades. (Em resposta ao número crescente de distorções de suas descobertas e para preservar a integridade e a autenticidade do seu trabalho científico, o Dr. hamer agora protegeu legalmente o material de sua pesquisa, sob o nome de Nova Medicina Alemã (NMA). O termo Nova Medicina não poderia ter os seus direitos autorais protegidos internacionalmente.

Em 1981, o Dr. Hamer apresentou as duas descobertas à Faculdade Médica da Universidade de Tübingen, como uma tese de pós-doutorado. Mas até este dia, a Universidade se recusou a testar a pesquisa do Dr. Hamer, apesar de sua obrigação legal em fazer isto. Este é um caso sem precedentes na história das universidades. Similarmente, a medicina oficial se recusa a aprovar as suas descobertas, apesar de algumas 30 verificações científicas, tanto por médicos independentes, quanto por associações profissionais.

Logo após o Dr. Hamer ter apresentado a sua tese, lhe foi dado o ultimato de renunciar as suas descobertas ou ter a renovação do seu contrato na Clínica da Universidade, negada. Em 1986, ainda que o seu trabalho científico nunca tivesse sido contestado, muito menos desaprovado, o Dr. Hamer foi despojado da sua licença médica, pela razão de que ele se recusara a se conformar aos princípios da medicina padrão. Entretanto, ele estava determinado a continuar o seu trabalho. Aproximadamente em 1987, ele foi capaz de estender as suas descobertas para praticamente cada doença conhecida na medicina.

O Dr. Hamer foi perseguido e atormentado por cerca de 25 anos, em particular pelas autoridades Alemãs e Francesas. Desde 1997, o Dr. Hamer esteve vivendo no exílio na Espanha, onde ele continua com a sua pesquisa e onde ele continua a lutar pelo reconhecimento oficial de sua “Nova Medicina”. Mas, contanto que a Universidade da faculdade médica de Tübingen mantenha as suas táticas de protelação, aos pacientes por todo o mundo, será negado o benefício das descobertas revolucionárias do Dr. Hamer.

A ORIGEM DA DOENÇA NO CÉREBRO

O Dr. Hamer estabeleceu que “cada doença é causada por um conflito que pega um indivíduo totalmente sem precaução. (Primeira Lei Biológica). Em honra ao seu filho, Dr.Hamer chamou a este evento estressante imprevisto de Síndrome de Dirk Hamer ou SDH. Psicologicamente falando, uma SDH é um incidente muito pessoal, condicionado pelas nossas experiências passadas, nossas vulnerabilidades, nossas percepções individuais, nossos valores e crenças. Entretanto, uma SDH não é um conflito meramente psicológico, mas sim biológico, que tem que ser compreendido no contexto de nossa evolução.

Os animais experienciam estes choques biológicos em termos concretos, por exemplo, através de uma súbita perda do ninho ou território, uma perda de uma prole, uma separação de um companheiro ou do grupo, uma ameaça inesperada de fome, ou um terror ou morte. Com o decorrer do tempo a mente humana adquiriu um modo figurativo de pensar. Nós podemos experienciar estes conflitos biológicos também em um sentido invertido. Um homem, por exemplo, pode sofrer um “conflito de perda de território” quando inesperadamente perde o seu lar ou seu local de trabalho. Uma mulher com o “conflito do ninho” pode ter uma preocupação com o bem-estar de um “membro do ninho”, um “conflito de abandono” pode ser provocado por um divórcio inesperado, ou por ser movida para o hospital. As crianças freqüentemente sofrem um “conflito de separação” quando a Mãe decide voltar ao trabalho ou quando os pais se separam.

Analisando milhares de tomografias cerebrais computadorizadas (TC), em relação as histórias dos seus pacientes, o Dr. Hamer descobriu que no momento em que um SDH ocorre, o choque impacta uma área específica, pré-determinada no cérebro, causando uma “lesão” que é visível em uma tomografia computadorizada, como uma série de anéis concêntricos e distintos. Após o impacto, as células afetadas do cérebro comunicam o choque ao órgão correspondente, que, por sua vez, responde com uma alteração particular previsível. A razão por que os conflitos específicos estão ligados indissoluvelmente às áreas específicas do cérebro, é que durante a nossa evolução histórica, cada parte do cérebro estava programado para responder instantaneamente aos conflitos que poderiam ameaçar a nossa sobrevivência. Enquanto o “velho cérebro” (tálamo e cerebelo) é programado com temas mais avançados, tais como conflitos territoriais, conflitos de separação, conflitos de identidade e conflitos de auto-desvalorização.

A pesquisa médica do Dr. Hamer está firmemente ligada à ciência da embriologia, porque se o órgão responde a um conflito através do crescimento de um tumor, através da lesão de um tecido, ou através de dano funcional, é determinado pela camada embriônica do embrião, que tanto o órgão quanto o tecido correspondente do cérebro se originam. (Terceira Lei Biológica).

O Sistema Ontogênico de Tumores ilustra estes órgãos controlados do “velho cérebro, que se derivam do endoderma ou do mesoderma do “velho cérebro”, como os pulmões, o fígado, o cólon, a próstata, útero, pele do cório, pleura, peritônio, pericárdio, glândulas mamárias, etc, sempre geram proliferação celular, assim como ocorre o conflito correspondente. Tumores destes órgãos, portanto, se desenvolvem exclusivamente durante a fase do conflito ativo (iniciada pelo SDH).

Vamos tomar o câncer do pulmão, como exemplo. O conflito biológico ligado ao câncer do pulmão é um “conflito de terror da morte”, porque em termos biológicos, o pânico da morte é equiparado ao ser que é incapaz de respirar. Com o choque do terror da morte, as células dos alvéolos pulmonares, que regulam a respiração, começam instantaneamente a se multiplicar, formando um tumor no pulmão. Contrário à visão convencional, esta multiplicação das células do pulmão, não é um processo sem sentido, mas serve a um propósito biológico muito definido, isto é, para aumentar a capacidade dos pulmões, e, assim, otimizar a chance de sobrevivência do organismo. As análises do escaneamento cerebral do Dr. Hamer demonstram que cada pessoa com câncer nos pulmões apresenta uma configuração distinta na área correspondente no tronco cerebral, e que cada paciente tinha sofrido um pânico inesperado da morte anteriormente ao acesso do câncer. Na maior parte dos casos, o terror da morte foi provocado por um choque pelo diagnóstico do câncer que a pessoa experienciou como uma “sentença de morte”. Dado que o ato de fumar está em declínio, isto emite nova luz no aumento enigmático do câncer do pulmão (O assassino nº 1) e chama à questão se o ato de fumar é por si uma verdadeira causa do câncer no pulmão.

O câncer das glândulas mamárias, de acordo com as descobertas do Dr. Hamer, é o resultado de ou um conflito “mãe-filho” ou um conflito de “preocupação com o parceiro”. Estes tipos de conflitos sempre impactam o “velho cérebro” na área que controla as glândulas que produzem leite. Uma mulher pode sofrer um conflito de preocupação mãe-filho, quando a sua descendência (prole) fica subitamente ferida ou seriamente doente. Durante a fase ativa de stress do conflito, as células das glândulas mamárias se multiplicam continuamente, formando um tumor. O propósito biológico da proliferação celular é ser capaz de proporcionar mais leite para a prole sofrida e, assim, acelerar a cura. Cada humano e mamífero do sexo feminino nasce com este antiquíssimo programa de resposta biológica. Muitos estudos de casos do Dr. Hamer mostram que as mulheres, até quando não alimentaram no peito, desenvolveram um tumor nas glândulas mamárias a partir da preocupação obsessiva com o bem-estar de um amado (um filho que esteja com problemas, um pai que esteja doente, ou um amigo querido que seja uma causa de preocupação).

O que foi dito sobre o câncer de pulmão e câncer de mama se aplica igualmente a todos os outros cânceres que se originam no “velho cérebro”. Cada um é provocado por um choque com um conflito específico que ativa um “Programa Biológico Significativo e Especial” (Quinta Lei Biológica), que permite ao organismo superar o funcionamento diário e lidar fisicamente com a situação de emergência. Para cada tipo de conflito há um revezamento do cérebro de onde o programa biológico particular é coordenado.

Enquanto os órgãos controlados do “velho cérebro” geram o crescimento de um tumor durante a fase ativa do conflito, o oposto é o caso com todos os órgãos que são controlados do cerebelo (“novo cérebro”). A respeito da camada embriônica, todos os órgãos e tecidos dirigidos pelo cérebro (ovários, testículos, ossos, nodos linfáticos, epiderme, revestimento do colo do útero, tubos bronquiais, vasos coronários, etc.), se originam do ectoderma ou o mesoderma do “novo cérebro”. No momento em que ocorre o conflito, o tecido do órgão biologicamente correspondente responde a cada degeneração celular. Necroses dos ovários ou testículos, osteoporose, câncer dos ossos, ou úlceras estomacais, por exemplo, são condições que somente ocorrem enquanto uma pessoa está em um estado de stress emocional em relação ao conflito relatado. Como é para ser esperado, a perda do tecido tem um significado biológico.

Vamos usar como exemplo o tecido do revestimento do duto do leite. Desde que o revestimento epitelial escamoso dos dutos do leite se desenvolveram em um período muito mais tarde do que as glândulas produtoras do leite, este tecido mais jovem é controlado de uma parte mais jovem do cérebro, ou seja, o córtex cerebral. O conflito biológico do revestimento do duto do leite é um “conflito de separação” experienciado como se “o meu filho (ou o meu companheiro) fosse arrancado do meu peito”. Um mamífero fêmea pode sofrer tal conflito quando a prole se perde ou é morta. Como um reflexo natural ao conflito, o tecido do revestimento do duto do leite começa a ulcerar. O propósito da perda do tecido é aumentar o diâmetro dos dutos, porque com dutos ampliados, o leite que não é mais usado pode drenar com mais facilidade e não fico congestionado no peito. O cérebro de cada mulher é programado com esta resposta biológica. Deste que o peito da mulher (fêmea) é, biologicamente falando, sinônimo de cuidado e nutrição, as mulheres (fêmeas), sofrem um conflito pela separação inesperada de um amado pelo qual elas se preocupam intensamente. Não há virtualmente sintomas físicos durante a fase ativa do conflito.

A FASE DOIS – PADRÃO DE CADA ENFERMIDADE

Dr. Hammer descobriu também que, desde que há uma resolução do conflito, cada doença prossegue em duas fases (Segunda Lei Biológica). Durante a primeira fase ou a fase do conflito- (fase ativa), todo o organismo é ajustado para lidar com o conflito. Enquanto uma alteração significativa da célula segue o seu curso ao nível físico, a psique e o sistema vegetativo autônomo também tentam lidar com a situação inesperada. Ligado ao estado de stress ,(estado mórbido caracterizado por uma hiperatividade do sistema simpático e que se manifesta como hipertensão arterial, taquicardia e irritabilidade), a mente se torna completamente preocupada com os conteúdos do conflito. Perturbações do sono e falta de apetite são sintomas típicos. Biologicamente falando, isto é vital, porque o foco no conflito e as horas extras despertas, proporcionam as condições certas para lidar com o conflito e encontrar uma resolução. A fase ativa do conflito é também chamada de “fase fria”. Desde que os vasos sanguíneos ficam contraídos durante o stress, os sintomas típicos da atividade do conflito, são as extremidades frias (particularmente as mãos frias), os calafrios e suores frios. A intensidade dos sintomas depende naturalmente da magnitude do conflito.

Se uma pessoa permanece em um intenso estado ativo do conflito no decorrer de um longo período de tempo, a condição pode ser fatal. Mas o Dr. Hamer prova além da dúvida racional que um organismo nunca pode morrer de câncer. Uma pessoa pode morrer como resultado de complicações mecânicas de um tumor, por exemplo, quando fecha um órgão vital, tal como o cólon ou os dutos da bílis, mas de modo algum as células do câncer, como tais, causam a morte. Na Nova Medicina Alemã, a distinção entre câncer “maligno” e “benigno” é inteiramente inexpressiva. O termo “maligno” é uma idéia artificial (o mesmo se aplica aos sinais de tumores), que simplesmente indica que a atividade da reprodução da célula excedeu um determinado limite arbitrário.

Se uma pessoa morre durante a fase ativa do conflito, usualmente é por causa da perda de energia, perda do peso, perda do sono e exaustão mental e emocional. Freqüentemente, é um diagnóstico devastador do câncer ou um prognóstico negativo – “Você tem seis meses de vida”! – que lança os pacientes com câncer (incluindo os seus amados), em um estado de desespero. Com pouca ou nenhuma esperança, e privado de sua força de vida, eles definham e, eventualmente, morrem de caquexia (perda de peso e fraqueza em doentes graves ou terminais), um processo agonizante que os tratamentos convencionais do câncer, somente aceleram.

Se o paciente não passou por qualquer tratamento convencional (especialmente quimioterapia e radioterapia), a Nova Medicina Alemã tem um índice de sucesso de 95 a 98 por cento. Ironicamente estas estatísticas para o notável índice de sucesso do Dr. Hamer foram liberadas pelas próprias autoridades. Quando o Dr. Hamer foi detido e, 1997 por ter dado conselhos médicos à três pessoas sem licença médica, a polícia confiscou as fichas dos seus pacientes, analisando-as. Subseqüentemente, um Promotor Público foi forçado a admitir durante o julgamento que, após cinco anos, 6.000 dos 6.500 pacientes principalmente com câncer terminal estavam ainda vivos. Com o tratamento convencional os números são geralmente o inverso. De acordo com o epidemiologista e bioestatístico Dr. Ulrich Abel (da Alemanha): “O sucesso da maior parte das quimioterapias é espantoso… Não há nenhuma evidência científica para a sua habilidade estender de qualquer modo apreciável as vidas dos pacientes que sofrem do câncer orgânico mais comum… A Quimioterapia para malignidades muito avançadas para a cirurgia, que responde por 80% de todos os cânceres, é um solo improdutivo científico”. (Lancet 1991).

O CORPO SE CURA

A resolução do conflito assinala o início da segunda fase do programa biológico. Nossas emoções e o nosso organismo se ligam imediatamente a um modo de cura, auxiliado à ligação do sistema vegetativo à “vagotonia”.(instabilidade vasomotora, transpiração abundante, tendência para a obstipação e cãibras musculares). Durante a fase de cura, o apetite retorna, mas estamos muito cansados ( poderíamos nem mesmo sermos capazes de sairmos da cama). Descansarmos e suprirmos o organismo com nutrientes são essenciais, enquanto o corpo está tentando se curar. A segunda fase é também chamada de “fase quente”, pois durante a vagotonia, os vasos sangüíneos ficam aumentados, causando mãos quentes, pés quentes e pele quente.

Com a resolução do conflito, há também uma mudança instantânea ao nível do órgão. A proliferação celular (“o velho cérebro” – crescimento controlado do tumor ), ou fusão celular (“novo cérebro” – perda controlada do tecido), imediatamente chega a uma parada, e o processo apropriado de reparação é acionado. Uma área que necrosou ou ulcerou durante a fase ativa do conflito é agora preenchida e reabastecida com novas células. Isto é usualmente acompanhado por inchaço potencialmente doloroso, causado por um edema que protege o tecido enquanto ele está curando. Outros sintomas típicos de reparo são a hipersensibilidade, a coceira, o espasmo (se o tecido do músculo estiver envolvido), e inflamação. Exemplos de “enfermidades” que somente ocorrem na fase de cura são: determinadas doenças de pele, hemorróidas, laringite, bronquite, artrite, aterosclerose, doenças na bexiga ou nos rins, determinadas enfermidades no fígado e infecções.

Baseada na observação da multiplicação celular (mitose), e na distinção padrão entre tumores “benignos” e “malignos”, a medicina convencional interpreta a produção natural das células de cura de tecidos como uma “malignidade”. Na Nova Medicina Alemã, nós distingüimos dois tipos de tumores. Mas os tumores não estão divididos em benignos e malignos. Eles são classificados de acordo com o tipo de tecido e a parte do cérebro da qual ele se originam e são controlados. Há aqueles tumores que se desenvolvem exclusivamente durante a fase ativa do conflito (tumor no pulmão, tumor no cólon, tumor no fígado, tumor no útero, tumor na próstata, etc.), e de modo inverso, aqueles que resultam do processo natural de reparação. Como com os cânceres controlados do “velho cérebro”, o crescimento do tumor não é nem acidental, e nem sem sentido, desde que a proliferação celular se interrompe tão logo o tecido é restabelecido. Câncer testicular, câncer ovariano, linfoma, vários tipos de sarcoma, carcinoma nos brônquios e na laringe, e o câncer, são todos de natureza curativa e são fenômenos exclusivamente de fase de cura. Desde que o processo de cura não seja interrompido através da medicação ou uma reincidência do conflito, estes tumores eventualmente reduzem durante a conclusão da fase de cura.

O segundo tipo de câncer de mama, o “carcinoma ductal in situ”, também cai nesta categoria. Enquanto um câncer glandular da mama seja uma indicação de que uma mulher esteja na fase ativa de um conflito de preocupação, um câncer intraductal é um sinal positivo de que o conflito relacionado à separação (“arrancado do meu peito”), foi resolvido. Uma mulher não desenvolve câncer de mama sem uma razão! Nem ela desenvolve o câncer de mama por coincidência, precisamente em seu peito direito ou esquerdo.

A IMPORTÂNCIA DE NOSSA LATERALIDADE BIOLÓGICA

O Dr. Hamer achou que a nossa lateralidade determina se uma doença como o câncer, se desenvolve no lado direito ou no lado esquerdo do nosso corpo. Esta é a regra: uma pessoa destra (mão direita predominante) responde a um conflito com a sua mãe ou filhos com o lado esquerdo do corpo, mas responde a um conflito que se relaciona com um “companheiro”, como exemplos, o pai, irmãos, parente, amigos, colegas, etc. com o lado direito. Para os sinistros ( que usam a mão esquerda) é o inverso. Há sempre uma relação cruzada do cérebro com o corpo, porque cada hemisfério do cérebro (excluindo o tálamo) dirige o lado oposto do corpo.

O modo mais simples de identificar a nossa lateralidade biológica é o teste das palmas. A mão mo alto é a mão de liderança (dominante) e indica se somos destros ou sinistros. Assim, um câncer de mama na mama direita, um cisto ovariano no ovário esquerdo, uma doença de pele no lado direito ou esquerdo (ou ambos), uma paralisia motora no lado esquerdo (como exemplo, após uma pancada), nos dá uma primeira indicação de “quem” estava envolvido quando ocorreu o conflito original. Em relação a mais conflitos avançados (e regiões do cérebro), o estado hormonal tem também que ser levado em conta para uma avaliação exata.

O PAPEL BENÉFICO DOS MICRÓBIOS

Outro aspecto da pesquisa do Dr. Hamer foi o papel dos micróbios durante o desenvolvimento da doença. Isto, resumindo, é o que ele encontrou (Quarta Lei Biológica): Os micróbios, tais como os fungos, as bactérias e os vírus são somente ativos durante a fase de cura, e a maneira na qual eles operam está plenamente de acordo com a lógica evolucionária. A bactéria tuberculosa, por exemplo, povoa somente os tecidos controlados pelo “velho cérebro”. Sua função durante a fase de reparação é decompor os tumores que são agora supérfluos, como os tumores no pulmão, no cólon, nos rins, na próstata, no útero, tumores nas glândulas mamárias, melanomas e mesotelioma. A bactéria tuberculosa é essencial para destruir o desenvolvimento de “células disponíveis” que proliferavam por uma razão biológica durante a fase ativa do conflito. Se a bactéria requerida não está disponível, devido à vacinação, uso excessivo de antibióticos, ou tratamento de quimioterapia, o tumor não pode se desintegrar apropriadamente. Como resultado, ele permanece no lugar e encapsula inofensivamente. Detectado em um check-up de rotina, entretanto, tal crescimento encapsulado pode levar a um diagnóstico de câncer, e, potencialmente, novos choques de conflitos com novos sintomas. Ao compreendermos as leis biológicas do desenvolvimento da doença este prospecto pode ser virtualmente eliminado.

Enquanto a bactéria destrói as células do tumor que não são mais necessárias, os vírus parecem estar envolvidos no processo de cura dos – exclusivamente – tecidos controlados pelo córtex cerebral (como brônquios, membrana nasal, revestimento do estômago, revestimento dos dutos da bílis e epiderme). A hepatite, a pneumonia, herpes, resfriado, gripes, são indicações que um processo de cura natural, mas “virulento” (maligno) está seguindo o seu curso. Em relação ao papel dos vírus, o Dr. Hamer prefere falar de “vírus hipotéticos”, desde que ultimamente a existência de vírus é colocada em dúvida. Isto estaria de acordo com as descobertas anteriores do Dr. Hamer que o processo de reconstrução e restauração de tecido ulcerado ou necrosado ainda ocorre, ainda que os vírus relacionados ao tecido não estejam presentes.

O dilema no qual a medicina convencional se encontra é que ao deixar de reconhecer o padrão de duas fases de cada doença, a primeira, a fase ativa do conflito, rotineiramente é negligenciada. Desde que os micróbios são somente ativos durante a fase de cura, e desde que a atividade dos micróbios é tipicamente acompanhada por inchaço, febre, pus, erupções, e dor, os micróbios são considerados malévolos e a causa de doenças infecciosas. Mas os micróbios não causam a doença. Afinal, é o nosso organismo que emprega os micróbios para otimizar o processo de cura. Os micróbios podem, naturalmente, ser transmitidos, mas eles permanecem adormecidos até que a pessoa esteja na fase de cura do mesmo tipo do conflito.

QUESTIONANDO A METÁSTASE

Baseado no Sistema Ontogenético dos Tumores, a teoria amplamente propagada que sugere que as células do câncer viajam através do sangue ou dos vasos linfáticos e causam cânceres em novos locais é, nas palavras do Dr. Hamer, “pura ficção acadêmica”. As células em geral e as células do câncer em particular, não podem sob nenhuma circunstância mudar a sua estrutura histológica ou atravessar o limiar da camada de origem. Por exemplo, uma célula de tumor no pulmão, que é de origem endodérmica, controlada através do tálamo (velho cérebro), e que prolifera durante a fase ativa do conflito, não pode se transformar em uma célula do esqueleto, que é de origem mesodérmica, controlada do cérebro (novo cérebro), e que deteriora durante um processo de descalcificação do conflito ativo. No cenário “o câncer do pulmão se espalha por metástase nos ossos”, as células do câncer no pulmão realmente estariam criando um buraco (isto é, fusão das células – o inverso de um câncer) em algum osso no corpo. Nós também temos que nos perguntar por que as células do câncer raramente “se espalham” ao tecido vizinho mais próximo, ou seja, do útero ao colo do útero. Se as células do câncer viajam através do fluxo sangüíneo, por que é doado sangue sem que seja feita uma triagem para as células do câncer? Por que não há tumores numerosos encontrados nas paredes dos vasos sangüíneos de pacientes com câncer?

O Dr. Hammer, naturalmente, não disputa o fato de cânceres secundários, mas estes tumores subseqüentes não são causados por células migrantes do câncer, que se transformam milagrosamente em um tipo diferente de célula, mas por novos choques do conflito. Novas SDH (Síndromes de Dirk Hamer) podem ser iniciadas através de experiências adicionais traumáticas na vida ou através de choque no diagnóstico. Como já mencionado, um diagnóstico inesperado de câncer, ou sendo dito que está “passando por uma metástase” pode provocar um susto mortal (causando câncer no pulmão), ou qualquer outro tipo de choque relacionado ao diagnóstico, causando novos cânceres em outras partes do corpo. Em muitos casos estes pacientes não o fazem na fase de cura, porque o estado grave de stress os enfraquece a um ponto onde eles têm muito pouca chance de sobreviverem ao tratamento de quimioterapia intensamente tóxico.

O segundo câncer mais freqüente após o câncer no pulmão é o câncer nos ossos. Dr. Hamer percebeu que os nossos ossos são biologicamente ligados a nossa auto-estima e a nossa dignidade própria. Assim, quando é dito que uma pessoa tem uma “doença que ameaça a vida”, especialmente uma que supostamente “se espalha como fogo grego” através do corpo, é como se fosse: “Agora eu sou inútil” e o(s) osso(s), próximos a onde nos sentimos inúteis, começam a descalcificar (no caso de câncer de mama, freqüentemente na área do esterno ou das costelas). Assim como com um osso fraturado, o propósito do programa biológico (da “doença”), aparece no final da fase de cura. Quando a fase de reparo se completa, o osso estará muito mais forte neste lugar, assegurando assim que estejamos melhor equipados para a eventualidade de um novo conflito de “auto-desvalorização).

A NATUREZA DOS TUMORES NO CÉREBRO

Uma vez que o conflito tenha sido resolvido, a lesão no cérebro – além da psique e do órgão – também entra na fase de cura. Como com qualquer ferida que está sendo reparada, um edema (excesso de fluido) se desenvolve para proporcionar proteção da recuperação do tecido neural. No escaneamento do cérebro as mudanças são claramente notáveis: os anéis nítidos submergem no edema e aparecem agora como borrados, indistintos e escuros.

Na altura da fase de cura, quando o edema cerebral alcançou o seu tamanho máximo, o cérebro provoca um estímulo breve e forte que expele o edema. Isto é chamado de “Crise Epileptóide” (CE). Durante esta crise, todo o organismo é impulsionado brevemente em um estado de simpaticotonia, isto é, revive os sintomas típicos da fase ativa do conflito, tais como suores frios, extremidades frias, batimentos cardíacos rápidos e náusea. A intensidade e a duração desta crise pré-programada são determinados pela intensidade e a duração do conflito precedente. Ataques cardíacos, ataques de asma, e convulsões epilépticas são apenas alguns exemplos deste ponto crucial e decisivo. O tipo de “crise” depende sempre da natureza do conflito e da área precisa do cérebro envolvida.

Depois que o edema cerebral foi expulso, a neuróglia (células não neuronais do sistema nervoso central), que é o tecido conectivo do cérebro que proporciona apoio estrutural para os neurônios, se reúnem no lugar para restaurar a função das células nervosas que foram atacadas pelo choque do conflito. É este acúmulo natural de Glias (em grego quer dizer “cola”), que a medicina convencional rotula como um “tumor cerebral”, com conseqüências freqüentemente terríveis para o paciente. O Dr. Hamer já estabeleceu em 1981 que um tumor no cérebro não é uma doença em si mesma, mas sintomática de uma fase de cura que segue paralela no órgão (controlada pela área correlata do cérebro que está simultaneamente passando pela fase de reparo). Os “cânceres metásticos cerebrais”, portanto, não existem também.

TERAPIA (em poucas palavras)

O primeiro passo na terapia é proporcionar uma compreensão da natureza biológica de um sintoma, isto é, um determinado câncer, em relação a sua causa física. Um escaneamento do cérebro e uma anamnese médica, são vitais para determinar se o paciente está ainda no conflito ativo ou já está curado. Se estiver ainda na fase ativa, o foco é identificar a SDH (Síndrome de Dirk Hamer) original e desenvolver uma estratégia para resolver o conflito. É crucial preparar o paciente para os sintomas de cura e para complicações potenciais. Estes sintomas são muito atribuíveis! As descobertas do Dr. Hamer nos proporcionam – pela primeira vez na história da medicina – com um sistema confiável que nos permite não somente compreendermos, mas também prevermos o desenvolvimento e os sintomas de toda e cada doença. Esta é a verdadeira medicina preventiva, um aspecto da Nova Medicina Alemã que dificilmente pode ser suficientemente enfatizada. A verdadeira prevenção requer uma compreensão da verdadeira causa de uma doença, e isto é o que a pesquisa do Dr. Hamer fornece com detalhes esplêndidos. Ao compreendermos as “Cinco Leis Biológicas” da causa e do processo de cura da doença, podemos nos libertar do medo e do pânico que freqüentemente vem com o choque dos sintomas. Este conhecimento é mais do que poder, ele pode salvar vidas.

Caroline Markolin, Ph. D, é uma professora da Nova Medicina Alemã em tempo integral e aprovada pelo Dr. Hamer. Ela está vivendo no Canadá e oferece seminários nos finais de semana regularmente em Montreal e Vancouver.

Tradução:
Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

http://mickbernard.blogspot.com.br/2015/02/a-nova-medicina-germanica-e-incrivel.html