Vazio interior

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A DEPRESSÃO DESAPARECE

“Depressão é um sentimento de vazio, não de luto.

Ter uma sensação de vazio significa que falta um dos pais.

Então, somente a metade do coração está preenchida.

A depressão desaparece e fica-se em paz consigo mesmo quando se respeita e ama ambos os pais do jeito que eles foram e são, com tudo que nos foi dado ou retirado.

Não posso simplesmente querer que a depressão desapareça, como se pudesse controlá-la.

Quando conseguimos fazer isso, tal movimento é vivenciado como uma grande graça.

Assim o sentimento básico se eleva para o pleno e alegre, e a depressão desaparece”.

Bert Hellinger

 
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De 7 em 7 anos a sua vida muda completamente: você precisa conhecer essa teoria

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Camila Silva

teoria dos setênios é um dos pilares da antroposofia, linha de pensamento criada pelo filósofo Rudolf Steiner que estabelece uma espécie de “pedagogia do viver” do ser humano, interagindo com todo o universo. Dentro desse pensamento filosófico há a ideia de ver a vida de forma cíclica, a partir da observação dos ritmos da natureza, divididos em fases de sete anos.

O que são os setênios

O número 7 é, por natureza, um número místico dotado de muito poder em quase todas as culturas conhecidas. Dessa forma, os ciclos da natureza também respeitam uma subdivisão possível de múltiplos de 7. Nos três primeiros ciclos, que compreendem dos 0 a 21 anos, chamados “setênios do corpo”, é quando se amadurece o corpo físico e também acontece a formação da personalidade.

Os três ciclos seguintes, dos 21 aos 42 anos, são conhecidos como “setênios da alma”. É a fase em que, superadas as experiências básicas da vida, a pessoa se insere na sociedade e faz as escolhas. Só a partir dos 42 anos, nos últimos setênios, há usufruto da vida com maturidade, profundidade e espiritualidade.

No caso das mulheres, a divisão por setênios ajuda a entender os processos do feminino, que vão do amadurecimento à capacidade reprodutiva até a menopausa, quando as forças da reprodução se transformam em força do pensar mais ligadas à introspecção, possibilitando uma ampla visão de vida. A seguir, conheça um pouco das características de cada setênio.

Dos 0 as 7 anos de idade: ninho

Interação entre o individual (adormecido) e o hereditário. Há ainda o encontro entre a parte espiritual da individualidade e a parte biológica, preparada após a fecundação no ventre materno. A hereditariedade está bem marcada nas células do corpo no 1º setenio, pela ação das forças herdadas, e são armazenadas nos rins para a vida inteira. Nessa idade, porém, a presença da mãe é fundamental, até que aos sete anos a criança se torne autônoma.

Dos 7 aos 14 anos: troca

Começam a surgir os dentes permanentes e os órgãos do sistema rítmico, aqueles contidos na caixa torácica (coração e pulmão), amadurecem. É nesta fase que o mundo externo aparece e, se descobre como se manifestar nesse mundo. Esquematizando de forma gráfica este movimento, há forças entrando e forças saindo. A característica desse setênio é a troca.

Dos 14 aos 21 anos: puberdade/adolescência e crise de identidade

A mulher começa a menstruar e o homem se torna fértil. Essa é a fase onde o ser humano sai do mundo mais paradisíaco e cósmico da infância e entra no mundo terreno. Ele se torna cidadão terrestre, coparticipante da cidadania, de seu lugar, sociedade, e do mundo.

Dos 21 aos 28 anos: limites

Músculos e ossos estão fortes e homem e mulher atingem o ápice da fertilidade. Como se inicia a fase da alma, surge a emoção e dúvidas como: “Escolhi a profissão certa? Quais talentos e aptidões eu deixei para trás? Consegui uma boa relação com o mundo, com o trabalho, com a família e comigo mesma?”

Dos 28 aos 35 anos: fase organizacional

O baço-pâncreas não sustenta mais a carne e o rosto começa a enrugar. Nesta fase vem a crise do talento: “Será que estou no caminho? Qual o caminho a seguir?” Também há questões sobre intelecto e índole próprios: “Ocorreu alguma mudança importante na minha vida nos últimos tempos?”

Dos 35 aos 42 anos: crise de autenticidade

O fígado perde metade de suas funções e o cabelo começa a cair e esbranquecer. É a fase da alma e da consciência. As perguntas são: “O que farei daqui pra frente, agora que já passou metade da vida? Acrescentei novos valores à minha vida? Encontrei minha missão?”

Dos 42 aos 49 anos: altruísmo x manter a fase expansiva

Os pulmões perdem mais capacidade de oxigenar o sangue, o rosto se torna descolado, a andropausa e a menopausa chegam nesse setênio. “Estou desenvolvendo alguma criatividade nova? Como está meu casamento? E meus relacionamentos, a relação com meus filhos? Estou procurando ou já encontrei um novo lazer para esta fase?”

Dos 49 aos 56 anos: ouvir o mundo

A vitalidade declina, a energia dos rins e do fígado está mais fraca e surge a incapacidade de eliminar mais toxinas. Vem a fase inspirativa ou moral, e com isso, as perguntas: “Consegui encontrar um novo ritmo de vida? Como está meu ritmo anual, mensal, semanal e diário?”

Dos 56 aos 63 anos: abnegação

Os dentes começam a cair, a visão e a audição se tornam mais fracos, os reflexos e a mobilidade passam a sofrer alterações em razão do declínio energético dos órgãos sólidos (coração, baço-pâncreas, fígado e rins). É a etapa mística ou intuitiva: “O que eu consegui realizar? Como estou cuidando do corpo, da memória, dos órgãos dos sentidos? Como estão meus bens e aposentadoria?”

Dos 63 aos 70 anos: sabedoria

É a ‘fase do mestre’. A criança tem em volta de si uma aura e luz, pois ainda não está totalmente encarnada. Nessa fase no 10º setênio, essa aura está interiorizada e luminosa por dentro, desde que a pessoa não esteja doente.

Se tiver respeitado o ritmo de cada fase, sua luz interior também brilhará.

http://www.vix.com/pt/bdm/comportamento/de-7-em-7-anos-a-sua-vida-muda-completamente-voce-precisa-conhecer-essa-teoria?utm_source=Facebook&utm_medium=WidgetUp&utm_campaign=Sharing

Ame-se o suficiente para saber quando ir embora

Se há uma coisa que é muito difícil, é saber o momento de ir embora da vida de uma pessoa para poder se transformar, assim, em uma amada lembrança e não em um costume odiado. Saber dizer adeus é a arte do sofrimento, mas também do aprendizado.

Segundo uma pesquisa publicada no espaço “Study.com” a principal razão pela qual decidimos nos afastar e dar por finalizado um relacionamento é pela sensação de desigualdade no casal. São casos onde as contribuições de cada um são diferentes e onde o custo em “moeda de dor” é muito alto frente aos escassos benefícios.

Sempre há um instante no qual é preciso ir embora, mesmo que você não saiba aonde ir, mesmo que os seus pés estejam nus e as suas mãos vazias. Somente assim você permitirá ao seu coração ser feliz de novo.

Amor e sofrimento nunca deveriam andar juntos em um relacionamento amoroso. Isso é uma coisa que nem todo mundo compreende, já que o conceito de “amor romântico” ainda nos faz acreditar nestas ideias falsas. Se você se ama suficientemente, não deve permitir chegar a estes extremos…Vamos refletir sobre isso.

Quando ir embora é a única opção

 

Um relacionamento amoroso, como todo ser vivo, sofre contínuas mudanças.Agora, cada mudança tem a finalidade de fortalecer o vínculo e permitir nos conhecermos muito melhor sem que nenhum dos dois perca demais. O relacionamento precisa fluir.

O amor é, antes de mais nada, uma escolha que fazemos em liberdade. Contudo, muitas vezes o amor é uma das principais causas de sofrimento da humanidade. Antes de cair nesse estado de dor emocional é preciso saber dar um adeus a tempo, evitando assim alongar situações que na verdade são destrutivas.

Estes são os principais aspectos que deveríamos considerar para compreender que “ir embora já é a sua única opção”.

  • Avalie se o problema que o levou à situação atual tem solução.
  • Frente a um momento de crise é necessário que as duas partes se esforcem igualmente ou pelo menos que cada um tenha esta percepção do outro. Qualquer desequilíbrio faz com que apenas uma parte ofereça a sua energia, a sua esperança e os seus sacrifícios pessoais enquanto o outro se limita a receber sem oferecer nada em troca.
  • Procure projetar a sua situação atual a um futuro distante. Você acha que daqui a 10 anos você seria feliz se as coisas fossem como são agora?

Se frente a estas questões você considera que não há nada possível nem há solução, você deverá encontrar forças em si mesmo para dizer adeus, para ir embora e fechar esse círculo pessoal e afetivo carregado de sofrimento.

 

Ideias que nos impedem de encerrar um relacionamento amoroso

Em um relacionamento amoroso nos apegamos a certas crenças errôneas e emoções que, em caso de infelicidade, nos impedem muitas vezes de sermos objetivos e de vermos a realidade. Lembre-se sempre de que o cego não é o amor, e sim as falsas ilusões que nós mesmos construímos.

A arte costuma representar o amor com uma venda nos olhos e asas nas costas: a venda serve para não enxergarmos os obstáculos, mas felizmente nos dão duas asas para poder vencê-los.

As ideias que nos impedem de colocar um ponto final em um relacionamento são, na verdade, muitas vírgulas e algum ponto e vírgula que longe de salvar o relacionamento, alongam o sofrimento desnecessário que aumenta a vulnerabilidade da própria autoestima. Por isso, é importante considerar estes conceitos:

  • Evite o autoengano, as coisas nem sempre serão como você deseja. Pense nisso: talvez você tenha perdoado mais do que o necessário até esquecer onde estavam os seus limites, ou você já usou muitas vezes o “vamos tentar novamente”, sem ver nenhum resultado diferente.
  • A outra pessoa não vai mudar por você. Na verdade as pessoas não mudam; é muito provável que não fossem como você pensava a princípio, e isso é uma coisa que você precisa considerar. Ninguém muda a sua forma de ser da noite para o dia, por mais que o desejemos.
  • Sofrer por amor não é um gesto heroico ou romântico, é uma forma de autodestruição. Se fizeram você acreditar que ter um companheiro é ter que sofrer e estabelecer uma luta contínua, você foi enganado. Ser um casal é saber construir e amar sem que o sofrimento seja algo mais que circunstancial.
  • Não tenha medo da solidão. Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Brigham Young de Utah (Estados Unidos), um dos principais temores da população é “estar sozinho”. Para muitos, é preferível estar mal acompanhados do que sozinhos. Nunca caia nessa ideia.

 

Ame-se o suficiente para saber quando ir embora, sempre será preferível a própria solidão do que uma presença que veta a própria felicidade e o equilíbrio interior. Amar não é dar tudo em troca de nada, é se enxergar como merecedor de reconhecimento e respeito. Permitir ser amado e amar são uma arte, é a destreza de cultivar um carinho real.

http://www.psicologiasdobrasil.com.br/ame-se-o-suficiente-para-saber-quando-ir-embora/

Uma pessoa boa, não diz que é boa, suas atitudes demonstram!

Hoje em dia eu não procuro mais pelo melhor nas pessoas, eu procuro por tudo que é real, porque a bondade às vezes vem disfarçada de falsidade, mas o que é real, vem despido e imperfeito.

A realidade é nua e crua e não tem vergonha de suas feridas e cicatrizes.

Pessoas de verdade são honestas, doa a quem doer, uma pessoa boa, não precisa falar que ela é boa, atitudes demonstram o que as palavras insinuam.
Eu me afasto sem aviso prévio, de tudo e todos que promovam sentimentos negativos, em mim e nas pessoas a minha volta.

A verdade é que, ninguém é perfeito, mas existem aqueles que tornam a imperfeição na coisa mais bonita que você já viu. Porque eles não têm medo ou vergonha de expressar quem são por dentro e por fora.

Cuidado com aqueles que criticam demais, que estão sempre dispostos a fazer você se questionar se é bom o suficiente.

Cuidado com os frustrados e amargurados, eles vão tentar te convencer que não vale a pena lutar para ser feliz.

Inveja? Não, eu não acredito em inveja, eu acredito em acomodados, que escolhem ficar estagnados, e se incomodam com quem vai à luta e faz acontecer, então sem essa de achar que todo mundo tem inveja de você.

Não se sinta tão especial, não se coloque em um patamar acima dos outros, aqui nesse mundo, somos todos iguais.

Não importa se você acorda em uma cobertura de frente para o mar, que vale milhões, ou se você acorda em uma casinha simples no meio do nada, todos acordam sob o mesmo céu, e vão dormir sob a mesma lua, respiramos o mesmo oxigênio e bebemos da mesma água.

O que nos diferencia uns dos outros, é o quanto estamos dispostos a lutar, a evoluir, a ser e fazer melhor.

A chegada e partida deste mundo, é a mesma para todos sem exceção. Então seja real, seja verdadeiro com você mesmo acima de tudo. E que a sua bondade se manifeste em palavras, ações, olhares, sorrisos e em todo o amor que você é capaz de dar e receber.

Seja verdadeiramente uma pessoa do bem, não para que ninguém saiba ou veja, mas para que você experimente a sensação de viver ao invés de somente existir.

 

Slow Living

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Beatriz Schneider

Li um texto em algum lugar que fala do SLOW LIVING, uma espécie de filosofia e forma de vida. Certamente que caminhamos nessa direção, pois continuar nessa falsa crença de que temos que “matar um leão por dia”, não vai nos levar a lugar nenhum – a não ser a farmácia para comprar remédio tarja preta.
Fico pensando se não passa pelo menos alguma vez na cabeça das pessoas a pergunta: para que correr tanto?
Gente, a vida não tem esse peso enorme que damos a ela.
O problema é que pouco sabemos dela, pois vivemos em estado de hipnotismo, sofrendo por coisas, amando coisas, agarrando-se a coisas.
Confundindo consumir com viver. Acreditando que ter é garantia de ser.
Será que precisamos de tudo que temos?
Precisamos vencer? Sermos os melhores? Termos razão sempre? Controlar tudo?
– Será ???
Não somos iguais, cada um tem seu ritmo e velocidade.
Cada um tem seus dons e habilidades.
Gostamos de coisas diferentes, ou pelo menos são coisas diferentes que fazem sentido para cada um.
O que se quer é relaxar mais, e exigir menos, principalmente de nós mesmos.
Ser mais simples e contemplativo, ter a consciência de que não estamos sozinhos.
Fazemos parte de um todo, afetamos esse todo, interagimos com tudo que está no universo, especialmente em nosso planeta.
Vamos amadurecer antes que não dê mais tempo.
Desperdiçar a oportunidade de viver plenamente para viver no piloto automático, é no mínimo besteira.
Vamos lembrar de olhar (aprender com) os lírios dos campos, que não tecem nem fiam …
Alguém tentou nos ensinar, mas até agora poucos são os que aprenderam.

MSurtô

by Bea – via Facebook.

Como se acalmar durante um ataque de ansiedade

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Coração acelerado, náuseas, desconforto estomacal e tremores são alguns sintomas de um ataque de ansiedade. Os ataques de ansiedade podem ser assustadores – portanto, é útil saber que você pode limitá-los quando eles ocorrerem. Este artigo listará algumas técnicas que podem ser usadas para você se acalmar.


1) Pratique a respiração profunda. Caso esteja sofrendo de um ataque de pânico, é possível que você esteja começando a hiperventilar. Mesmo que não esteja, respirar profundamente pode ajudá-lo a reduzir o estresse e a fornecer oxigênio ao cérebro para aumentar o foco. Tente dar, no mínimo, 8 respiradas profundas por minuto. Demore 4 segundos para inalar, prenda a respiração por 2-3 segundos e demore outros 4 segundos para soltar o ar.

  • Se você estiver respirando rápido demais para começar a respirar profundamente, use um saco de papel pardo para desacelerar seu ritmo respiratório. Segure-o sobre sua boca enquanto respira, desacelerando a respiração progressivamente. Desacelere até poder começar seus exercícios de respiração profunda.
  • Continue a respirar profundamente por vários minutos até poder notar uma diferença em seu relaxamento muscular e na sua clareza de pensamentos.

 2) Use diversões cognitivas. Se você estiver no meio de um ataque de ansiedade, distraia sua mente através de diferentes diversões mentais. Por exemplo, conte os números ímpares de 100 a 0, diga o nome de todos os presidentes do Brasil ou declame seu poema (ou canção) predileto. Force-se a fazer uma (ou várias) dessas técnicas até se acalmar um pouco.


 3) Pratique o relaxamento muscular progressiva. Este é o processo de desacelerar através do corpo e de retesar e relaxar cada grupo muscular. Isso tem duas finalidades: lhe força a se concentrar em algo que não seja seu medo; e simultaneamente relaxa seus músculos. Comece com os músculos no rosto e vá descendo até ter relaxado todas as partes do corpo.

  • Retese o grupo muscular por dez segundos – em seguida, libere a pressão. Você pode fazer isso com o mesmo grupo muscular diversas vezes. Ainda assim, fazê-lo uma vez deve bastar.
  • Grupos musculares grandes que podem ser retesados e relaxados incluem: mandíbula, sua boca (carranca/relaxamento), braços, mãos, estômago, bumbum, coxas, panturrilhas e pés.

 4) Tente “parar e substituir”. Este é o processo pelo qual você impede seus pensamentos produtores de ansiedade e substitui-os por reflexões que tragam felicidade ou paz. Por exemplo, se você estiver ansioso por conta de uma viagem de avião e não puder parar de pensar no que pode acontecer caso a nave caia, impeça tal pensamento imediatamente e substitua-o ao imaginar como serão suas férias com seus amigos.


 5) Use imaginação guiada. Pense num lugar em que você se sinta em paz e relaxado: poderia ser sua casa, seu ponto de férias predileto ou os braços da pessoa amada. Enquanto pensa nesse lugar, continue adicionando detalhes à cena, de maneira a focar toda a sua mente no campo da imaginação. Sinta-se livre para fazer isso com os olhos fechados ou abertos. Fechar os olhos pode facilitar o processo. Quando sentir que é possível pensar claramente na ansiedade, você pode parar a imaginação guiada.


 6) Reconheça sua ansiedade. Ainda que deseje reduzir a ansiedade que sente, você não quer ignorá-la. Reconheça que você está com medo. Analise o medo. É um perigo verdadeiro e presente? Provavelmente, você está usando declarações do tipo “e se?” e entrando em pânico com algo que ainda não aconteceu ou que mal pode acontecer. Compreenda que você está sentindo medo, mas que não há nenhum perigo. Retirar o perigo da situação lhe ajudará a relaxar um pouco.


 7) Escreva seus sentimentos. Se você for suscetível a ataques de pânico, crie um diário para escrever textos que expliquem seus sentimentos. Escreva o que você sente, o que lhe causa medo e por que a ansiedade surgiu. Escrever lhe ajudará a focar seus pensamentos, e reler os textos poderá ajudá-lo a controlar melhor a ansiedade.


8) Faça algo. Sentar e ruminar sua ansiedade apenas piorará seu estado e dificultará a superação do pânico. Distraia sua mente e seu corpo ao realizar uma tarefa, ao limpar, ao desenhar, ao ligar para um amigo, enfim, ao fazer qualquer coisa que lhe mantenha ocupado. Preferencialmente, faça algo de que você desfrute como um hobby.


9) Use terapia musical. Crie uma playlist com suas músicas preferidas. Elas podem ajudá-lo a relaxar ou a se sentir feliz. Então, se/quando você tiver um ataque de pânico, escute as músicas e se acalme. Use headphones bons, que impeçam a intromissão de barulhos externos, para poder se concentrar apenas na música. Enquanto escuta, foque em diferentes instrumentos, no som e nas letras. Isso o(a) ajudará a parar de pensar em seus medos.


 10) Faça um pouco de exercício. Fazer com que seu corpo se ative libera endorfinas que são responsáveis pelo aumento da sensação de paz e de felicidade. Vá caminhar ou experimente um pouco de yoga; exercícios leves poderão lhe ajudar a relaxar mais que esportes agressivos ou treinos de resistência.


 11) Consiga ajuda de um amigo. Se você estiver entrando no mundo da ansiedade e não conseguir sair dele, ligue para um amigo ou membro da família e peça ajuda. Peça para que ele distraia você e analise seu medo para poder superar a sensação de estresse. Se você for suscetível a ataques de ansiedade, ensine aos amigos como eles devem agir durante uma crise sua. Assim, eles o compreenderão e poderão obter ajuda quando preciso.


 12) Procure um terapeuta. Se você tiver ataques severos de ansiedade por períodos prolongados de tempo, visite um psicólogo local para obter terapia e conselhos. Você pode ter desordem do pânico ou desordem de ansiedade generalizada. Ambos os casos são normais e podem ser tratados por profissionais. Você também pode receber uma receita que indique medicamentos controlados para a ansiedade caso nenhum outro meio de controlar o pânico surta efeito.


DICAS ESSENCIAS:

    • Cante uma canção. Ela o(a) ajuda a respirar melhor e distrai você do terror de um ataque de pânico.
    • Se seu ataque de pânico piorar e você começar a vomitar, tome um banho quente com uma camiseta ou uma toalha sobre seu corpo. Isso o(a) fará se sentir confortável. Relaxe e descanse no banho pelo tempo que precisar. Não apresse as coisas após sair. O melhor conselho é dormir após terminar o banho.
    • Se você tiver um ataque de pânico tarde da noite, caminhe pelo quarto e respire profundamente.
    • Borrife óleo puro de lavanda misturado com água em um lenço. (Mantenha-o disponível no seu bolso) Os óleos na lavanda ajudam a pessoa a relaxar e a se acalmar durante ataques de ansiedade.
    • Exercite-se regularmente. Aprenda técnicas de relaxamento que sejam eficientes para reduzir o estresse. Durma por mais tempo – o sono é absolutamente necessário para quem sofre de ansiedade. Você nunca deve abrir mão dele de propósito.
    • Tente beber um copo de chá de camomila durante a noite. Evite cafeína, refrigerantes e nicotina – tais produtos são estimulantes.
    • Mesmo que isso seja óbvio para algumas pessoas, sempre se lembre de que sua família existe para apoiá-lo, amá-lo e protegê-lo. Não receie em contar seus problemas a eles, mesmo que isso seja embaraçoso.
    • Experimente diversas atividades para acalmar sua ansiedade.

___________

Fonte: WikiHow

https://osegredo.com.br/2015/09/como-se-acalmar-durante-um-ataque-de-ansiedade/

Cuidado Com O “Breadcrumbing”: Talvez Você Seja Vítima (Ou Praticante!)

Essa forma de manipulação é muito frequente não só no âmbito sentimental, mas também no profissional.

Mais um termo da língua inglesa começa a ganhar popularidade em nosso idioma: “breadcrumbing”.

A tradução é algo como “espalhar migalhas de pão” – sim, a inspiração vem diretamente do conto infantil “João e Maria”. O termo “breadcrumbs” (“migalhas de pão”) já era usado no jargão cibernético em referência à estrutura de navegação em sites da internet, mas o sentido da expressão“breadcrumbing” (“espalhar migalhas de pão”) é diferente: ela indica a prática de ir espalhando “sinais de interesse” por outra pessoa, mas sem ter qualquer intenção de estabelecer um relacionamento sério com ela.

Os adeptos do “breadcrumbing” são aquelas pessoas que, por exemplo, ficam mandando mensagens reservadas e “curtindo” as postagens de alguém nas redes sociais como se estivessem sugerindo um interesse especial que vai além da amizade – mas sem passar nunca para um relacionamento amoroso real. Existe a insinuação de interesse, mas não existe a concretização.

A pessoa que recebe os supostos “sinais de interesse” fica alimentando expectativas apenas para se ver frustrada – sem falar no fato de que ela perde oportunidades de relacionamento sério porque está presa ao inútil aguardo de algum passo concreto do “espalhador de migalhas”.

E o que leva tanta gente a praticar o “breadcrumbing”?

As motivações podem ser diversas: de simples imaturidade, insegurança e indecisão até o consciente desejo de manter controle sobre a outra pessoa e, com isso, alimentar o próprio ego. Em qualquer dos casos, o “breadcrumbing” é um jogo inconsequente e irresponsável de aparências, manipulação e engano culpável: ele afeta um ser humano que está sendo induzido a alimentar esperanças ilusórias – e essa ilusão poderá, nos casos mais sérios, provocar grandes sofrimentos.


Manipulação também no âmbito profissional

Além das ilusões sentimentais, o “breadcrumbing” vem se tornando uma praga também no contexto profissional. Supostos “prospectos” se mostram interessados no trabalho de alguém e começam a solicitar informações, detalhes, exemplos, períodos de teste sem compromisso, nomes e casos de clientes, orçamentos, propostas… mas sem intenção alguma de concretizar um verdadeiro relacionamento profissional. São vampiros que sugam o que podem e depois voam noite adentro.

Trata-se de um jeito corrupto de induzir profissionais a compartilharem seus conhecimentos, seus diferenciais e suas habilidades, mas sem remunerá-los de maneira alguma. Os profissionais são levados apenas a perder tempo e a ceder recursos valiosos por conta de uma “aparência de interesse”, que, em muitos casos, era premeditadamente enganosa.

Assim como as vítimas do “breadcrumbing amoroso”, também as vítimas do “breadcrumbing profissional” precisam aprender a reconhecer essa prática e a reagir rápido, impondo limites e exigindo comprometimento efetivo do suposto “interessado”.

O “breadcrumbing” é uma forma de abuso vastamente comum, mas que ainda não tinha “nome” e, em muitos casos, não era sequer percebida por boa parte das vítimas como abuso e manipulação. É o tipo de prática prejudicial que só pode ser combatida mediante a conscientização e a mudança cultural.

Como ensinou Jesus, “que o vosso sim seja sim e o vosso não seja não”. É uma regra básica do jogo limpo.

(Autor: Francisco Vêneto)

(Fonte: aleteia)

http://www.fasdapsicanalise.com.br/cuidado-com-o-breadcrumbing-talvez-voce-seja-vitima-ou-praticante/

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