Alcoolismo juvenil: por que nossos jovens precisam se embriagar?

 

Desculpe falar assim “na lata”, mas álcool é droga, sinto muito. Pior que isso, o álcool é uma droga lícita, aceita, louvada e, muitas vezes, seu uso é incentivado pelos próprios familiares. Para ficar ainda pior, custa extremamente barato. É possível comprar uma garrafa de cachaça em qualquer esquina do Brasil por menos de dez reais.

Beber álcool é um hábito visto com olhos muito pouco críticos, como se fosse algo inofensivo. Aliás, a grande maioria das pessoas acredita que diversão e vida social não são coisas possíveis sem um copinho de birita na mão. Bem… antes fosse apenas um copinho.

As bebidas alcoólicas constituem as drogas legalizadas mais consumidas em nosso país. Brasileiro parece ter absoluta certeza de que festa sem algumas doses, não é festa. Bebe-se antes, durante e depois das refeições, bebe-se para comemorar, bebe-se para relaxar, bebe-se para esquecer. Acontece que essa insanidade coletiva não fica apenas na conta dos adultos; nossos jovens estão adquirindo o hábito de beber cada vez mais precocemente.

Mas afinal, o que pode levar um jovem, em plena melhor fase da vida, com um corpo cheio de energia vital e com incontáveis possibilidades de escolha para passar o tempo e aproveitar a vida, a achar que é uma boa ideia entorpecer o cérebro e matar alguns muitos neurônios afogados em porres de vodka, cerveja e tequila?!

O jovem bebe porque tem acesso, porque tem exemplo e porque desenvolve a crença errônea de que ficar embriagado vai resolver seus problemas de autoestima, timidez e falta de desenvoltura social. Quando está sozinho e pode refletir, o jovem até sabe que o álcool é prejudicial e que aquele efeito entorpecente não há de ser benéfico. Mas, quando está cercado pela turma, a teoria morre afogada no primeiro “shot”.

Por lei, menores de idade não podem comprar bebida alcoólica no Brasil. No entanto, a coisa mais fácil do mundo é sair de um supermercado de ambiente feliz e familiar com garrafas e latinhas, cuja quantidade seria suficiente para deixar de pilequinho a vizinhança inteira. E, se a lei não é cumprida, quem vai se responsabilizar pelo consumo de álcool dos menores? A família, que anda cada vez mais omissa? A escola, que finge que não vê o problema? Os órgãos de saúde, que andam mais trôpegos que um bebum em fim de balada?

Basta dar uma chegadinha em qualquer festinha, barzinho ou balada frequentada por jovens com idade entre 13 e 17 anos para observar a quantidade de meninos e meninas embriagados, andando pelo meio dos carros, completamente desorientados, agarrados a litros de bebida, passados de mão em mão e tragados com desenvoltura, diretamente no gargalo.

Dados inéditos de uma pesquisa sobre o uso de drogas entre os alunos de escolas particulares da cidade de São Paulo revelam que um em cada três estudantes do ensino médio se embriagou pelo menos uma vez no mês anterior ao levantamento.

Uma pesquisa realizada pelo Cebrid (Centro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas) da Unifesp, ouviu mais de cinco mil alunos do ensino fundamental e médio de trinta e sete escolas particulares da cidade de São Paulo; os dados são alarmantes. Entre os estudantes do ensino fundamental (8º e 9º anos), o total dos que se embriagaram ao menos uma vez no último mês é de 24%. Os jovens ouvidos têm entre 13 e 15 anos.

O pileque, ao contrário do que muita gente quer acreditar, não é uma brincadeira inocente. Sua prática, em verdade, é uma consequência imediata do conceito absurdo que beber é uma prática social. Crianças brasileiras crescem assistindo seus familiares entornando copos de bebida nos mais variados eventos.

É por isso que nossos meninos e meninas chegam à adolescência acreditando que ter um copo de álcool na mão é símbolo de status e de maturidade. Acontece que essa crença distorcida pode vir acompanhada de tragédias anunciadas: jovens morrem atropelados por estarem embriagados, jovens atropelam pessoas inocentes por estarem embriagados, crimes de estupro e abusos crescem assustadoramente em ambientes regados a bebida alcoólica.

O uso costumeiro de álcool desencadeia um processo inflamatório no cérebro, alterando as reações químicas e, consequentemente, as ações provenientes de sinapses neuronais. Jovens habituados a beber têm prejuízos de memória, concentração, atenção e podem desenvolver distúrbios de aprendizagem e transtornos de humor.

E é por isso que nós, os adultos, precisamos acordar e entender que é nossa responsabilidade prevenir e proteger nossas crianças dos perigos iminentes que o uso dessa droga lícita pode oferecer. E acontece que campanha nenhuma vai funcionar enquanto as mídias sociais continuarem inundadas de publicidade que associa o consumo de bebida à prazer, poder e liberdade. Nada será suficiente para alertar essa garotada, enquanto ficar alcoolizado for uma prática recorrente em festas familiares.

Imagem de capa meramente ilustrativa: cena do filme “Aos treze”.

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Trago seu amor próprio de volta em três parágrafos. Desamarração forte!

 

Incrível como a gente é capaz de se entregar espontaneamente a viagens em barcos furados. Isso talvez explique a quantidade de vezes que nos envolvemos em relacionamentos unilaterais, aqueles para os quais nos dedicamos de corpo e alma e a outra pessoa fica confortavelmente recostada em nossos esforços para manter o vínculo e o contato. Relações unilaterais só servem para fazer sofrer. Ahhhh… e servem também para nos manter cativos num lugar de menos valia e de completo divórcio entre nós e nosso amor próprio. Se você anda esquecido do quanto é bom amar-se e ter orgulho dessa carinha que te contempla ali do espelho esse texto é para você!

A recuperação do amor próprio pode ser conquistada por inúmeras vias. Aqui eu proponho um exercício simples em três etapas, sendo que a primeira delas éQUERER! Isso mesmo, você precisa querer a libertação. Caso contrário, vai ficar se auto sabotando o tempo todo e arranjando mil e uma desculpas para justificar o comportamento abusivo daqueles que só se beneficiam da sua tolerância infinita e da sua igualmente infinita capacidade de amar (os outros!). Portanto, QUEIRA! Queira a sua vida de volta! Queira descobrir-se interessante, digno e merecedor de afeto!

A segunda etapa desse plano de emergência para o seu resgate é DESCOBRIR-SE! Sim, meu queridíssimo leitor! Há coisas que estão aí dentro de você desde sempre. Coisas maravilhosas, apaixonantes e reveladoras, escondidas por uma infindável sequência de camadas de poeira. Poeira de medo. Poeira de vergonha. Poeira de encolhimento da sua vontade, em detrimento das vontades e necessidades de todo o resto do mundo ao seu redor. Sendo assim, DESCUBRA-SE! Arranje um jeito de varrer essa poeira para um lugar muito, muito distante e sem nenhum atrativo, para garantir que você não queira voltar para lá nunca mais.

A terceira, mas definitivamente, não menos importante etapa desse projeto de amor verdadeiro é talvez o mais difícil. A parte do processo que vai trazer você de volta desse cantinho escuro e frio é PERDOAR-SE! Exatamente! Por essa você não esperava, hein?! Pois espere, e acredite e tenha certeza. PERDOAR-SE é a chave secreta e definitiva para libertar a sua alma das mãos de quem quer que seja e devolvê-la para as suas mãos. PERDOE-SE! Perdoe sua falta de jeito para se colocar e impor limites. Perdoe as perdas sofridas e infringidas. Perdoe a fraqueza, a força extrema, a tristeza e o riso amarelo. Perdoe-se pela necessidade inadiável de ter de ir buscar-se lá no fundo de um lugar qualquer, para onde você foi por livre e espontânea vontade. E tendo conseguido perdoar-se, abrace-se. Envolva-se por sua compaixão e nunca mais esqueça de lembrar que sem conseguir amar-se, qualquer tipo de felicidade não é nada além do que um delírio.

http://www.contioutra.com/trago-seu-amor-proprio-de-volta-em-tres-paragrafos-desamarracao-forte/

Evitando as suas emoções

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EVITANDO SUAS EMOÇÕES
O Conselho Arcturiano da 9ª D
Através de Daniel Scranton

Saudações.

Somos o Conselho Arcturiano.
Apreciamos nos conectar com todos vocês.

Começamos a examinar os processos que você usa para tornar-se melhor, e aqui está o que observamos.

Muitas vezes, suas tentativas de se sentir-se melhor sobre uma situação parecem ser o atalho, a maneira mais rápida e fácil de chegar a uma vibração mais alta. No entanto, percebemos que os atalhos são muitas vezes o caminho mais longo para chegar onde você quer estar em termos de seu estado de existência.

A maneira mais rápida de se mover através de uma emoção vibracional mais baixa é atravessá-la, ou melhor dizer, deixá-la passar por você. Todas as outras técnicas que vimos empregar são como seus medicamentos prescritos – elas têm efeitos colaterais, e elas realmente nada curam.

Você é muito hábil em suprimir o que sente, e não é culpa sua vir a essa abordagem específica para lidar com suas emoções. Mas agora que você pode reconhecer as maneiras pelas quais você tenta evitar sentir algo, você pode fazer algo sobre isso.

Por exemplo, você pode fazer um acordo consigo mesmo que você não usará álcool ou drogas para adormecer. Você também pode levar outros hábitos em consideração ao fazer esse acordo. Por exemplo, alguns de vocês usam alimentos, outros o sexo e outros compram para aliviar-se de um estado de sentimento particular.

Então, enquanto você está em um estado neutro ou de bom senso, é uma excelente ideia você escrever as coisas que você reconhece, quando você não está se sentindo muito bem.

E, então, você pode fazer um acordo consigo mesmo que você não se envolverá nessas atividades para entorpecer-se sob qualquer tipo de emoção. Nessas circunstâncias, a maneira como muitos de vocês tentam encobrir uma emoção, sem sequer perceber que vocês estão fazendo isso, é com um pensamento.

Os pensamentos podem ser usados ​​para solidificar uma vibração, mas quando você está usando um pensamento para ignorar algo, dar uma aparência ilusória, colocar um adesivo de rosto feliz sobre ele, o pensamento não é eficaz.

Então, se você prestar atenção ao que está pensando, e se o que você pensa é um reflexo do que está sentindo, ou uma resposta ao que está sentindo, então você pode fazer algo sobre esse hábito particular.

Você pode usar seus pensamentos para torná-lo consciente do que está sentindo, ou para ampliar um sentimento, mas usá-los para negar um sentimento só vai prolongar a situação.

Então, novamente, estamos recomendando que você se mova diretamente através dele, você encontra seu espaço neutro e, então, você acessa a vibração que você realmente quer sentir.

Nós somos o Conselho Arcturiano,
e nós apreciamos nos conectar com você.

Por favor, respeite os créditos ao compartilhar
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – http://www.decoracaoacoracao.blog.br
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – https://lecocq.wordpress.com
http://danielscranton.com/avoiding-your-emotions-%E2%88%9Ethe-9th-dimensional-arcturian-council/
Tradução Vilma Capuano – vilmacapuano@yahoo.com.br

Aprenda a identificar pessoas que possuem real falta de caráter.

Por Josie Conti

O que é caráter?

Caráter é um conjunto de características e traços relativos à maneira de agir e de reagir de um indivíduo ou de um grupo. É um feitio moral. É a firmeza e coerência de atitudes.

O conjunto das qualidades e defeitos de uma pessoa é que vai determinar a sua conduta e a sua moralidade, o seu caráter. Os seus valores e firmeza moral definem a coerência das suas ações, do seu procedimento e comportamento.

O que é falha de caráter:

As falhas de caráter são características naturais do ser humano. Errar faz parte do desenvolvimento e é graças aos erros que muitas de nossas aprendizagens, e mesmo evolução como pessoas, acontece. A falha está relacionada com consciência e busca sincera por mudanças.

E o que é FALTA de caráter:

A falta de caráter é percebida quando, mesmo errando repetidamente com os outros, causando prejuízo a terceiros, e ferindo sentimentos através de manipulações e mentiras, a pessoa insiste no ato. A falta de caráter é característica de pessoas com baixa consciência moral, uma vez que essas pessoas não objetivam melhorar, pelo menos não sinceramente.

Alguns exemplos de FALTA de caráter:

Mentiras:

Todos nós mentimos, quer admitamos, quer não. As mentiras podem ser coisas banais do dia a dia, como dizer que vamos para casa, quando realmente não queremos sair com alguém. (nesse caso, até uma maneira de tentar abrandar um mal-estar), como podem ser mentiras mais graves, e que envolvem consequências importantes. Entretanto, como eu disse no começo, todos estamos sujeitos a um erro grave. A diferença entre uma mentira acontecer em uma pessoa normal (cheia de falhas, mas que tem consciência), e em uma pessoa com falta de caráter, será a repetição e a não correção do ato, mesmo após ter passado por situações delicadas com as mentiras anteriores. Uma, duas mentiras são aceitáveis. Entretanto, um mentiroso (a) frequente mostra sérios sinais de falta de caráter.

Traição:

Longe de ser um tópico moralista, a traição pode ser entendida como falta de caráter, quando também acontece recorrentemente em uma relação em que o pacto do casal é de fidelidade. A traição também deve ser lembrada nos contextos de sociedade, no trabalho e amizade, em que o raciocínio é o mesmo: quebra de acordos e confiança.

Dívidas:

Uma coisa é a pessoa passar por situações complexas e que impossibilitem o pagamento de suas contas, outra coisa é a má administração do dinheiro, o consumismo desnecessário  e o “comprar sem ter a intenção de pagar”. Um exemplo que deve ser observado são as pessoas que emprestam dinheiro de familiares e/ou amigos e não se veem na obrigação de pagar, aproveitando-se do vínculo afetivo existente. Mais uma vez, a falta e caráter será observada na frequência das ações.

Tratamento diferenciado:

O que motiva alguém a tratar bem algumas pessoas em detrimento de outras? O que pensar de alguém que só trata bem àqueles que têm dinheiro ou que podem lhe oferecer algo em troca? A arrogância, a hipocrisia e comportamento interesseiro também são, sem dúvidas, sinais de falta de caráter.

Manipulação:

Tentar convencer alguém a pensar ou fazer algo de maneira diferente são coisas completamente diferentes de manipular pessoas a fazerem coisas que elas, se estivessem em plena consciência de seus atos, talvez não fizessem. A manipulação é um comportamento egoísta, uma vez que tira o direito de escolha do outro, e mostra falta ou total ausência de consideração pelo outro. O manipulador sempre visa driblar vontades e regras para favorecimento pessoal.

Falta de palavra:

A falta de palavra pode caminhar próximo à mentira e à manipulação. Quando alguém combina algo ou assume um compromisso, a espera social é que o mesmo seja cumprido. Mais uma vez, descartando os casos isolados, uma “Palavra” quebrada com frequência oferece sérios indícios de falta de caráter.

Não assumir as próprias responsabilidades:

Um dos maiores sinais de maturidade que pode ser encontrado em alguém é a capacidade de assumir as próprias responsabilidades. A falta de caráter pode ser observada se uma pessoa repetidamente atribui a outros a responsabilidade por atos que deveriam ser assumidos pessoalmente, principalmente, no que se refere às quebras de regras e leis que infringem com frequência.

Nota da página: Não é por acaso que as características acima são frequentes em sociopatas, pessoas com ausência de consciência e consideração pelos outros.

http://www.contioutra.com/aprenda-identificar-pessoas-que-possuem-real-falta-de-carater/

Não se faça em pedaços para manter os outros completos

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Por Raquel Brito

Frequentemente nos quebramos em pedaços para manter outras pessoas completas, para não abrir feridas ou não deixar que doam nelas aquelas feridas que já têm. Fazemos isso sem nos darmos conta ou, ao menos, sem darmos importância a isso.

Quando nos acostumamos a dar sem receber acabamos sentindo que dedicar-nos a nós mesmos é algo egoísta, mas nada mais longe da verdade. A troca é essencial em toda relação e toda pessoa precisa dela sendo um ser emocional.

Amar a nós mesmos é algo que devemos cultivar todos os dias para nos manter completos. Porque quando estamos despedaçados uma consequência direta é o sofrimento, e esta não deixa darmos o melhor de nós mesmos.

 

Quando ficamos em pedaços?

– Ficamos em pedaços quando deixamos de cuidar de nós.
– Ficamos em pedaços quando evitamos fazer aquilo que gostamos.
– Nos despedaçamos quando deixamos de cultivar nossa felicidade ou quando postergamos nossos interesses.
– Nos partimos em pedaços quando não nos escutamos nem nos prestamos ajuda.
– Nos partimos em pedaços quando priorizamos as necessidades dos outros e não prestamos atenção às nossas.
-Quando queremos ser perfeitos e deixamos de ser nós mesmos.
-Quando tentamos agradar e maquiar nossa realidade ou nossa opinião

-Quando nos esquecemos de que precisamos e nos obrigamos a passar na frente de nossas necessidades os desejos dos outros.
-Quando transformamos o sacrifício em obrigação.
-Quando achamos que somos pessoas ruins porque nos afastamos de um ambiente que nos faz mal para respirar aliviados.
-Quando cedemos a chantagens emocionais e favores que impedem nosso próprio crescimento.
-Quando sacrificamos nosso bem-estar e nos deixamos levar pela inércia de quem nos acompanha mas nos atrasa, deixando de lado o que nos agrada para fazer com que os outros se sintam bem.
É complicado sim, por isso devemos optar pelo equilíbrio entre as paixões, o cuidado e a dedicação a si mesmo e ao outro. Se assim fizermos, viveremos deliciosamente contemplando nossa essência plena, sem exceções ou poréns.

 

Às vezes devemos esquecer o que sentimos para lembrar o que merecemos

Quando não temos reciprocidade estamos sendo agressivos com o princípio do equilíbrio, que devemos manter sempre para termos sucesso em nos mantermos completos e não nos despedaçarmos.

Devemos lembrar que as relações afetivas não são uma mera interação, mas exigem uma troca equilibrada e satisfatória que faça sentido quando colocada na nossa balança social e afetiva.

Ou seja, não podemos fazer de nossas relações apenas oportunidades de “dar”, mas também devemos procurar que haja um equilíbrio com o “receber”. Isso não é egoísta nem mesquinho, mas sim enriquecedor.

Quem dá tudo em primeiro pessoa, quem se oferece inteiramente aos outros, não recebe nada em troca e não trabalha em si mesmo, termina sentindo-se vazio e machucado. Não podemos deixar de lado nossa autoestima para procurar a felicidade alheia, pois acabamos sendo vítimas da nossa própria atitude.

 

Só jogando com o interesse pessoal e o alheio podemos cultivar nosso próprio desenvolvimento sem deixar de lado o outro. Ou seja, mantendo a balança equilibrada, numa linha reta e perfeita.

Dar e receber são partes de um todo. Quando alcançado, esse todo nos faz sentir capazes de amar e merecedores de amor e reconhecimento. Baseando-se nisso devemos ser capazes de:

  • Manter nossos direitos: pode ser que em algum momento haja algo que não nos fará bem ou que simplesmente não nos agradará fazer. Nesse momento devemos fazer valer nosso direito de manter nosso próprio espaço.
  • Cultivar nossos interesses e passatempos: esta é a base para a satisfação, para a felicidade e para o crescimento pessoal. É importante que não deixemos de nos cuidar e de dar alimento aos nossos desejos.

Lembre-se de que as grandes mudanças sempre vêm acompanhadas de algumas dificuldades. Ainda que a mudança doa e seja incômoda, a melhora gradual lhe mostrará que longe de ser um fim, é a oportunidade do início de um grande momento emocional.

http://www.contioutra.com/nao-se-faca-em-pedacos-para-manter-os-outros-completos/

30 traços de uma pessoa sensitiva

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30 traços de uma pessoa SENSITIVA

 

Ser uma pessoa sensitiva, ou empata, significa ter a capacidade de perceber e ser afetado pelas energias de outras pessoas, assim como, ter uma capacidade inata de sentir e perceber intuitivamente coisas que nem todos percebem.

A nossa vida é inconscientemente influenciada por desejos, pensamentos e estados de espírito de outras pessoas. Ser um empata é muito mais do que ser altamente sensível, e não está limitado apenas às emoções. Pessoas mais sensitivas podem perceber sensibilidades físicas e impulsos espirituais, bem como, notar mais claramente motivações e intenções de outras pessoas.

Abaixo estão listados 30 dos traços mais comuns do SENSITIVO ou EMPATA:

1Saber: os sensitivos sabem coisas sem que elas lhes sejam ditas. É um conhecimento que vai além da intuição, mesmo que essa seja a forma como muitos poderiam descrever o saber. Quanto mais sintonizados eles são, mais forte este dom se torna.

2Estar em locais públicos pode ser esmagador ou avassalador: lugares como shoppings, supermercados ou estádios, onde há uma grande quantidade de pessoas ao redor, podem sobrecarregar o empata com emoções turbulentas.

3Sentir as emoções e tomá-las como suas: esse é um grande fardo para pessoas sensitivas. Algumas delas sentirão emoções vindas daqueles que estão perto e outras poderão sentir as emoções de pessoas a uma grande distância, ou até ambas. Os empatas mais sintonizados perceberão se alguém tem maus pensamentos sobre eles, até mesmo a uma grande distância.

4Assistir violência, crueldade ou tragédias na TV pode se tornar insuportável. Quanto mais sintonizado um empata se torna, pior se torna o ato de ver TV. Pode acontecer, eventualmente, de ele ter que parar de ver televisão ou mesmo ler jornais.

5O empata sabe quando uma pessoa não está sendo honesta: se um amigo ou um ente querido está lhe dizendo mentiras, ele sabe disso (embora muitos sensitivos tentem não se focar muito nesse conhecimento porque saber que um ente querido está mentindo pode ser doloroso). Se alguém está dizendo alguma coisa, mas, sente ou pensa de outra forma, o empata simplesmente sabe.

6Captar os sintomas físicos de uma outra pessoa: um empata pode desenvolver as doenças de outra pessoa (constipações, infecções oculares, dores no corpo, etc), especialmente, aqueles que são mais próximos.

7Distúrbios digestivos e problemas nas costas: o chacra do plexo solar tem base no centro do abdômen. Esse é o lugar onde os empatas sentem a emoção do outro, o que pode enfraquecer a área e, eventualmente, levar a problemas diversos, desde úlceras estomacais à má digestão, entre muitas outras coisas.

8Sempre a olhar os oprimidos: vítimas de injustiça ou intimidados, qualquer um que esteja em sofrimento chamará a atenção de um empata.

9. Os problemas dos outros: um empata pode se tornar uma lixeira para questões e problemas de toda a gente e, se não tiver cuidado, pode acabar assumindo esses problemas como seus.

10. Fadiga constante: os sensitivos muitas vezes ficam sem energia, pois,  a perdem para vampiros de energia, ou apenas dispensando demasiada energia própria com os outros. Muitos são diagnosticados com Fadiga Crônica ou até Fibromialgia.

11Personalidade possivelmente viciada: álcool, drogas e sexo são, para citar apenas alguns vícios a que os empatas podem recorrer para bloquear as emoções dos outros, formas de auto-proteção a fim de se esconder de alguém ou de algo. Esses hábitos podem não se tornarem um vício mas, em menor escala, podem ser válvulas de escape regulares.

12Atração para a cura, terapias holísticas e todas as outras coisas metafísicas: embora muitos sensitivos gostem de curar os outros, podem acabar por se afastarem dessa vocação (mesmo tendo eles uma capacidade natural para isso), porque eles carregam muito daqueles que eles estão tentando ajudar. Especialmente se eles não souberem da sua capacidade e habilidade com relação a empatia. Qualquer coisa que tenha uma natureza sobrenatural é de interesse para os sensitivos. Eles não se surpreendem ou ficam chocados facilmente.

13Criatividade: cantar, dançar, atuar, desenhar ou escrever, um empata terá uma forte veia criativa e uma imaginação muito fértil.

14. Amor pela natureza e pelos animais: estar ao ar livre na natureza é uma obrigação para os sensitivos, e os animais de estimação são uma parte essencial da sua vida. Podem não os ter, porque acreditam que eles devem ser livres, mas têm grande carinho e sentido de proteção com relação a eles.

15Necessidade de solidão: um empata pode ficar muito mal se não tiver algum tempo de silêncio. Isso é ainda muito evidente em crianças empáticas.

16Fica entediado ou distraído facilmente se não for estimulado nas tarefas mais rotineiras: trabalho, escola e vida doméstica têm de ser interessantes para um empata ou ele se desliga delas e se perde em sonhos, rabiscos ou a procrastinação.

17Consideram impossível fazer coisas de que não gostam: Forçar um empata a fazer algo que ele não gosta, através da culpa ou rotulando-o como passivo, servirá apenas para fazê-lo infeliz. É por essa razão que muitos sensitivos ficam rotulados como sendo preguiçosos.

18Luta pela verdade: isso torna-se mais predominante quando um empata descobre seus dons de nascença.

19. Sempre à procura de respostas e conhecimento: ter perguntas sem resposta pode ser frustrante para um empata, e ele se esforçará sempre para encontrar uma explicação. Se ele tem um conhecimento sobre algo, ele procurará a confirmação. O lado mau disso pode ser a sobrecarga de informações.

20Gostam de aventura, liberdade e viagens: os sensitivos são espíritos livres.

21Abomina a desordem: a desordem traz uma sensação de peso e bloqueia o seu fluxo de energia.

22Adora sonhar acordado: um empata pode olhar para o espaço por horas, ficando num mundo muito próprio e de muita felicidade.

23Acha a rotina, as regras ou o controle aprisionantes: qualquer coisa que tire a liberdade é debilitante para um empata.

24Propensão para carregar peso sem necessariamente se desgastar: o excesso de peso é uma forma de proteção para impedir a chegada das energias negativas que, por si só, já têm muito impacto.

25. Excelente ouvinte: o empata não vai falar de si, a menos que seja para alguém em quem realmente confia. Ele gosta de conhecer os outros e com eles aprender.

26Intolerância ao narcisismo: embora sensatos e generosos, os sensitivos não gostam de ter pessoas ao seu redor que sejam excessivamente egoístas, que se coloquem em primeiro lugar e se recusem a considerar os sentimentos dos outros ou pontos de vista diferentes dos seus.

27. A capacidade de sentir os dias da semana: um empata sentirá o “Sentimento de Sexta-feira”,  trabalhe ele às sextas-feiras ou não. Eles captam a energia do coletivo. O primeiro par de dias de um longo fim de semana de feriado (da Páscoa, por exemplo) pode ser sentido por eles como se o mundo estivesse sorrindo, calmamente e relaxadamente. Domingo à noite, as segundas-feiras e terças-feiras, de uma semana de trabalho, têm um sentimento muito pesado.

28. Não vai optar por comprar antiguidades, coisas vintage ou coisas em segunda mão: qualquer coisa que tenha sido propriedade de outro carrega a energia do proprietário anterior. Um empata vai mesmo preferir ter um carro ou uma casa nova (se eles estiverem numa situação financeira que lhes permita fazê-lo), sem energia residual.

29. Sente a energia dos alimentos: muitos sensitivos não gostam de comer carne ou aves, ainda que eles gostem do seu sabor; pois, eles podem sentir as vibrações do animal (especialmente se o animal sofreu).

30. Pode parecer mal-humorado, tímido, indiferente, desconectado:dependendo de como um empata se sente, isso influenciará sobre como ele se mostra para o mundo. Empatas podem ser propensos a mudanças de humor e, se eles captarem energia muito negativa, aparecerão calados. Um empata detesta ter de fingir que está feliz quando está triste, isso só aumenta a sua carga e pode fazê-lo sentir como que se estivesse se escondendo debaixo de uma pedra.

Se você se identificou com a maioria ou com todos os itens acima, então você é definitivamente mais um empata.

http://www.contioutra.com/30-tracos-de-uma-pessoa-sensitiva/

Via:  Ser Único, do original  The Spirit Science

Permita-se desistir

 

Desista de correr atrás de pessoas que não o incluem em nenhum de seus planos, de se contentar com pouco, de sentir pena de si mesmo, de investir naquilo que não tem futuro. Há desistências que nos salvam.

Dá-se muita importância ao que se consegue, ao que se alcança, ao quanto vencemos na vida. Livros, filmes, reportagens são dedicadas a louvar as virtudes daqueles que venceram, que saíram da pobreza, que se tornaram famosos, pois jamais desistiram de seus sonhos. No entanto, poucos se lembram de que será preciso que desistamos, que abramos mão de muitas coisas e de algumas pessoas, caso queiramos persistir na busca de uma meta. Permita-se desistir.

Desista de correr atrás de pessoas que não o incluem em nenhum de seus planos, que mal se lembram de que você existe, que colocam seu nome no final de qualquer lista. Não se humilhe por quem não consegue enxergar tudo o que você tem a oferecer. Aproxime-se daqueles que sorriem ao ver você chegar, que se dispõem a ouvir o que você tem a dizer, que respondem suas chamadas, suas mensagens, seu olhar.

Desista de investir naquilo que não tem futuro, de gastar energia e tempo elaborando planos que não condizem com o que você é. Não procure carreiras rentáveis, não se perca em meio a gente hipócrita, que sabe o preço dos seus sapatos, mas desconhece a data de seu nascimento. Invista na sua qualidade de vida, nos sonhos que vão ao encontro do que existe dentro de você, do que faz seu coração vibrar.

Desista de se contentar com pouco, com metades, conformando-se com o que poderia – e deveria – ser muito melhor. Não caminhe por travessias menos coloridas, menos iluminadas, menos especiais, por conta de achar que já está bom. Queira mais, queira inteireza, amplitude, bonança afetiva, amor transbordante, gargalhadas de doer o estômago. Deseje preencher a dimensão exata de seus sonhos mais altos, nada menos do que isso.

Desista de sentir pena de si mesmo, de choramingar pelos cantos, correndo os olhos pelas vidas alheias, enquanto desperdiça os momentos que anseiam por preencher a sua jornada. Não inveje, não se compare com o outro, não se esqueça do que e de quem já está com você, enquanto assiste aos acontecimentos que não são seus com sentimento de derrota. Nunca estaremos derrotados, enquanto vida houver, enquanto pudermos levantar a cada manhã, com tudo ali à nossa frente nos esperando.

Nem sempre estaremos bem, nem sempre poderemos contar com as pessoas, nem sempre conseguiremos conter as lágrimas que insistem em cair. Enfrentaremos dias e noites sem fim, sem luz, momentos de dor e desalento. Teremos perdas inconsoláveis, decepções doloridas, escuridões em que não conseguiremos ver saída. No entanto, caso tenhamos desistido de sofrer por tudo o que era inútil, estaremos fortalecidos junto ao amor com reciprocidade, ao consolo sincero e providencial de gente que ficou de verdade. Porque então teremos feito as desistências que salvam.

http://www.contioutra.com/permita-se-desistir/