A busca do silêncio

“O barulho e o silêncio são linguagens.

O silêncio pode exprimir a paragem completa de movimento, a ausência de vida, mas também é a linguagem da perfeição.

Quanto ao barulho, é a expressão da vida, mas esta vida, muitas vezes, é desordenada e precisa de ser dominada, organizada.

As crianças, por exemplo, são barulhentas porque transbordam de energia e de vitalidade.

As pessoas idosas, pelo contrário, são silenciosas. Isto deve-se, em parte, a que as suas forças diminuíram e o barulho as cansa; mas é também, muitas vezes, porque elas se tornaram mais sábias, mais profundas, e é o seu espírito que agora as impele a estar em silêncio. Para reverem a sua vida, refletirem, tirarem lições, elas precisam desse silêncio, para fazerem todo um trabalho de desprendimento, de simplificação, de síntese.


A busca do silêncio é um processo interior que conduz os seres para a luz e para a verdadeira compreensão das coisas.”

Obra de Angelo Musco choca e impressiona por detalhes que só podem ser notados com uma visão muito atenta; clique e veja os detalhes
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Células: almas inteligentes

Nenhum texto alternativo automático disponível.

“As células do nosso corpo são pequenas almas inteligentes.
É todo um povo que temos em nós, um povo com o qual podemos relacionar-nos e que nos cabe educar.
Estão conscientes disso? Não, ou muito raramente.
É por isso que as suas células não  obedecem.
Você gostaria de melhorar o estado do seu fígado, do estômago, do coração,  do cérebro, etc., mas não consegue: as células de todos esses órgãos não obedecem, você não consegue se impor  a elas, elas funcionam segundo a sua própria vontade.


A ciência iniciática, que estudou a anatomia psíquica do ser humano e as regras que presidem ao seu funcionamento, nos ensina que nós podemos comandar as células dos nossos órgãos. 


Mas, para isso, primeiro é preciso aceitar a ideia de que elas são entidades inteligentes, conscientes, e aprender a entrar em comunicação com elas.(…)


O que é difícil é convencer toda essa população interior, mas esse é, também, o nosso trabalho: tentar penetrar suficientemente em nós mesmos e estabelecer relações com as células de todos os nossos órgãos para que elas se tornem mais recetivas e aceitem dar-nos o seu suporte no caminho da Luz.”


~ Omraam Mikhaël Aïvanhov