Osho

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, oceano, céu, pássaro, atividades ao ar livre, água e natureza

 

“Qualquer que seja o seu rosto verdadeiro, mostre-o, custe o que custar.
Lembre-se: isso não significa que você tenha de desmascarar os outros; se eles estão felizes com as mentiras deles, compete a eles se decidir.
Não saia desmascarando ninguém, porque as pessoas são como são.
Seja verdadeiro consigo mesmo.
Não é preciso que você corrija ninguém no mundo.
Se você puder crescer sozinho, será o bastante como mensagem.”

Osho

Seja delicado

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Não seja duro; seja delicado.
Cuide de si mesmo.
Aprenda como se perdoar, cada vez mais e novamente; sete vezes, setenta e sete vezes, setecentos e setenta e sete vezes. Aprenda como perdoar a si próprio. Não seja duro; não seja hostil consigo mesmo. Assim você irá florescer.
Nesse florescimento você atrairá alguma outra flor.
Isso é natural.
Pedras atraem pedras; flores atraem flores.

(Osho)

Postado por Vera Lúcia no Vale de Luz
 

 

Osho – inspiração

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“Não peça reconhecimento. Se ele vier, aceite-o tranquilamente; se ele não vier não pense a respeito.

Existiram poucas pessoas como Vincent Van Gogh, capazes de escapar da armadilha que a sociedade lhes impingiu. Ele continuou pintando – com fome, sem casa, sem agasalhos, sem remédios, doente – mas ele continuou pintando. Nem uma pintura sequer estava sendo vendida, não havia reconhecimento de parte alguma, mas o estranho era que em tais condições ele ainda era feliz – feliz porque era capaz de pintar o que queria pintar. Reconhecido ou não, o seu trabalho era intrinsecamente valioso.

Aos trinta e três anos ele cometeu suicídio – não por causa de alguma miséria ou angústia, mas simplesmente porque ele havia pintado o seu último quadro, um pôr-do-sol, no qual havia trabalhado por quase um ano. Ele tentou dezenas de vezes e destruiu, porque não havia atingido aquele seu padrão. Finalmente ele conseguiu pintar o pôr-do-sol da maneira como desejava.
(…)
Agora, após quase um século, cada uma de suas pinturas vale milhões de dólares. Existem apenas duzentas pinturas disponíveis. Ele deve ter pintado milhares, mas elas foram destruídas; e ninguém prestou atenção nelas.

Agora, ter um quadro de Van Gogh significa que você tem um senso estético. O quadro dele traz um reconhecimento para você. O mundo não deu qualquer reconhecimento ao trabalho dele, mas ele nunca se preocupou com isso. E esta deve ser a maneira de ver as coisas: você deve trabalhar se amar aquele trabalho.

Não peça reconhecimento. Se ele vier, aceite-o tranqüilamente; se ele não vier não pense a respeito. A sua realização deve estar no próprio trabalho. E se todos aprendessem esta simples arte de amar o seu trabalho, seja qual ele for, curtindo-o sem pedir por qualquer reconhecimento, nós teríamos um mundo mais belo e mais celebrante. Do jeito que o mundo é, vocês têm estado presos num padrão miserável. O que você faz é bom, não porque você ama fazê-lo, não porque você o faz perfeitamente, mas porque o mundo o reconhece, lhe dá uma premiação, lhe dá medalhas de ouro, prêmios Nobel.

Qualquer homem, que tem algum senso de sua individualidade, vive pelo seu próprio amor, pelo seu próprio trabalho, sem se preocupar com o que os outros pensam a respeito. Quanto mais valioso for o seu trabalho, menor será a chance de obter alguma respeitabilidade para com ele. E se o seu trabalho for o trabalho de um gênio, então você não verá nenhum respeito enquanto viver. Você será condenado enquanto viver… Depois de dois ou três séculos, erguerão estátuas para você, os seus livros serão respeitados – porque demora quase dois ou três séculos para a humanidade compreender o tamanho da inteligência que um gênio tem hoje. O espaço de tempo é grande.

Sendo respeitado por idiotas, você terá que se comportar de acordo com suas maneiras e expectativas. Para ser respeitado por essa humanidade doente, você terá que ser mais doente que ela. Então eles irão respeitá-lo. Mas, o que você irá ganhar? Você perderá a sua alma e nada ganhará.”

– Osho –

Somos convidados

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“Você é um convidado.
Deixe esta terra um pouco mais bonita,
um pouco mais humana,
um pouco mais amorosa,
com uma fragrância um pouco mais bela para aqueles que virão depois de você.”

Osho**

Livre-se da mania de ser infeliz

 

Livre-se da mania de ser infelizHá muitas coisas para se entender – sem entendê-las é muito difícil se livrar da mania de ser infeliz. A primeira coisa é: ninguém está prendendo você; é você que decidiu ficar na prisão da infelicidade.

Ninguém prende ninguém. O homem que está pronto para sair dela, pode sair quando quiser. Ninguém mais é responsável. Se uma pessoa é infeliz, é ela mesma a responsável. Mas a pessoa infeliz nunca aceita a responsabilidade – é por isso que continua infeliz. Ela diz: “Estão me fazendo infeliz”.

Se outra pessoa está fazendo com que você seja infeliz, naturalmente não há nada que você possa fazer. Se você mesmo está causando a sua infelicidade, alguma coisa pode ser feita, alguma coisa pode ser feita imediatamente. Então, ser ou não ser infeliz está nas suas mãos.

Um homem torna-se realmente um homem quando aceita a responsabilidade total – é responsável pelo quer que seja. Essa é a primeira forma de coragem, a maior delas. É muito difícil aceitá-la porque a mente vai continuar dizendo: “Se você é responsável, porque criou isso?”.

Para evitar isso, dizemos que os outros são responsáveis: “O que eu posso fazer? Não tem jeito… sou uma vítima! Sou jogado daqui para ali por forças maiores e eu não posso fazer nada. Posso no máximo chorar porque sou infeliz e ficar ainda mais infeliz chorando”. E tudo cresce – se você cultiva uma coisa, ela cresce. Então, você vai cada vez mais fundo… mergulha cada vez mais fundo.

Ninguém, nenhuma outra força, está fazendo nada a você. É você e só você. Isso resume toda a filosofia do karma – que é o seu fazer; karma significa ‘fazer’. Você fez e pode desfazer. E não é preciso esperar, postergar. Não é preciso tempo – você pode simplesmente pular fora disso.

Mas nós nos habituamos. Se pararmos de ser infelizes, nos sentiremos muito sozinhos, perderemos nossa maior companhia. A infelicidade virou nossa sombra – nos segue por toda a parte. Quando não há ninguém por perto, pelo menos a infelicidade está ali presente – você se casa com ela. E trata-se de um casamento muito, muito longo; você está casado com a sua infelicidade há muitas vidas.

Agora chegou a hora de se divorciar dela. Isto é o que eu chamo de a grande coragem – divorciar-se da infelicidade, perder o hábito mais antigo da mente humana, a companhia mais fiel.

Osho

https://universonatural.wordpress.com/2015/01/31/livre-se-da-mania-de-ser-infeliz/

Oração – Osho

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“A oração nada tem a ver com o que se conhece no mundo como oração.
A verdadeira oração não é um ritual.
A verdadeira oração não tem a ver
com igreja, templo ou mosteiro.
A verdadeira oração não é cristã, nem hindu, nem maometana.
A verdadeira oração nada tem a ver com as palavras, ela não é verbal.
É a Gratidão Silenciosa.
É uma reverência silenciosa à existência.
Portanto, esteja onde estiver,
sempre que você sentir vontade de se curvar
em reverência à terra, às árvores, ao céu,
Curve-se.
Essa reverência ajudará você a
lentamente, lentamente, desaparecer.
A oração é um dos melhores métodos
para destruir o ego.
E, quando o ego se vai, fica Deus.
É o ego que esconde Deus em uma nuvem escura.
Quando a nuvem se dissipa, o sol brilha em toda a sua glória,
beleza, grandeza, esplendor.”
(Osho)

Crescer – Osho

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O homem nasceu para se realizar na vida,
mas tudo depende dele.
Ele pode não alcançar.
Pode continuar respirando,
pode continuar comendo,
pode continuar envelhecendo,
pode continuar indo em direção à sepultura.
Mas isso não é vida.
Isso é uma morte gradativa, do berço à sepultura,
uma morte gradual ao longo de setenta anos.

E como milhões de pessoas que o cercam
estão morrendo esta morte gradual, lenta,
você também começa a imitá-los.
As crianças aprendem tudo com as pessoas que as cercam,
e nós estamos cercados de mortos.

Assim, primeiro temos que entender o que quero dizer com “vida”.
A vida não deve ser simplesmente um envelhecer.
A vida deve ser um crescer.
E trata-se de duas coisas diferentes.
Qualquer animal é capaz de envelhecer.
Mas crescer é um privilégio dos seres humanos.
Apenas uns poucos reivindicam esse direito.

– Osho –