Não há atalho

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NÃO HÁ ATALHO
por Rajneesh Osho

Você me pergunta, mais uma vez, se posso fazer algo para que o seu progresso espiritual seja mais rápido.

Eu posso entender seu desejo, posso entender sua sede, posso entender sua ânsia, mas nada pode ser feito rapidamente nesse sentido. Não há atalho. Atalhos são prometidos apenas por falsos instrutores.

Não há atalho.

O crescimento é árduo e nada pode ser feito mais rápido do que você possa absorver.
Há um certo limite para a sua absorção, há um certo limite para o seu intelecto.

Uma vez que você tenha absorvido algo, suas capacidades se tornam maiores, aí alguma coisa a mais será possível. E quando você tiver absorvido esse algo a mais, suas capacidades se tornarão ainda maiores e algo mais poderá ser feito de novo. E é assim que a coisa anda.

O crescimento é lento.

O crescimento não é como as flores da estação. É como as grandes árvores que tomam centenas de anos para crescer. Mas aí, elas podem dialogar com as estrelas. Flores sazonais existem apenas por poucas semanas. Elas vêm rapidamente, e vão rapidamente. Elas são como sonhos, não são totalmente reais. Elas apenas simulam estar aqui.

Seja um verdadeiro “Cedro do Líbano”.
Isso leva tempo, isso é duro.

Quando você começa a subir em direção ao céu e às nuvens e à Lua e às estrelas, é árduo.
É árduo porque você tem que desenvolver raízes, profundas raízes terra adentro.

A árvore cresce na mesma proporção que as raízes, se ela tem que crescer trinta metros para o céu, ela tem que crescer trinta metros por sob a terra. Essas raízes tomam tempo.

Você não vê as raízes.
Raízes não são visíveis.

Se você repentinamente cresce rápido e as raízes não estão prontas para sustentar a você grande dessa maneira, você cairá, você desabará. E uma vez que você tenha caído, se tornará muito difícil se tornar enraizado novamente.

Essa mania de velocidade precisa ser abandonada.
Não há necessidade.

Cada passo deve ser desfrutado e celebrado.

Por favor, respeite os créditos ao compartilhar
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – http://www.decoracaoacoracao.blog.br
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – https://lecocq.wordpress.com
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Pais

 

pai e filho bebê - FB.jpgPAIS
É sempre bom chegar a um entendimento com seus pais.

Gurdjieff costumava dizer: ” A menos que você esteja em boa comunhão com seus pais, você perdeu a sua vida.” Se alguma raiva persiste entre você e seus pais, você nunca se sentirá à vontade. Onde você estiver, você se sentirá um pouco culpado. Você nunca será capaz de perdoar e esquecer. Os pais não são apenas um relacionamento social, pois foi deles que você veio. Você é parte deles, um ramo da árvore deles. Você ainda está enraizado neles.
Quando os pais morrem, morre algo muito profundamente enraizado dentro de você. Quando os pais morrem, pela primeira vez você se sente sozinho, sem raízes. Assim, enquanto eles estiverem vivos faça tudo para que uma compreensão possa surgir e você possa se comunicar com eles e eles possam se comunicar com você. Assim, as coisas se ajustam e as coisas se encerram, e, quando eles deixarem o mundo – e algum dia deixarão -, você não se sentirá culpado, não se arrependerá e saberá que as dificuldades se resolveram. Eles ficarão felizes com você, e você ficará feliz com eles.

OSHO TODOS OS DIAS – 365 meditações diárias

O corpo é sua casa!

A imagem pode conter: céu

“As religiões vêm ensinando às pessoas a serem antagônicas a seus corpos, a torturá-los – elas chamam isso de ascese.
Isso é estupidez aguda.
E eles acham que torturando o corpo vão ser capazes de transcendê-lo.
Eles estão completamente errados.
A única maneira de transcender é pela lucidez, e não pela tortura.
O corpo é sua casa.
Não há razão para a tortura.
Você não tortura a sua casa, você sabe que você não é ela, é simplesmente a sua casa.
Apenas a lucidez é necessária.
Não há necessidade de fazer jejum, não há necessidade de ficar de cabeça para baixo, de contorcer ou forçar o seu corpo em milhares de posturas diferentes.
Apenas observando, se tornando lúcido, é o suficiente.” 


~ Osho

Osho

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“Qualquer que seja o seu rosto verdadeiro, mostre-o, custe o que custar.
Lembre-se: isso não significa que você tenha de desmascarar os outros; se eles estão felizes com as mentiras deles, compete a eles se decidir.
Não saia desmascarando ninguém, porque as pessoas são como são.
Seja verdadeiro consigo mesmo.
Não é preciso que você corrija ninguém no mundo.
Se você puder crescer sozinho, será o bastante como mensagem.”

Osho

Seja delicado

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Não seja duro; seja delicado.
Cuide de si mesmo.
Aprenda como se perdoar, cada vez mais e novamente; sete vezes, setenta e sete vezes, setecentos e setenta e sete vezes. Aprenda como perdoar a si próprio. Não seja duro; não seja hostil consigo mesmo. Assim você irá florescer.
Nesse florescimento você atrairá alguma outra flor.
Isso é natural.
Pedras atraem pedras; flores atraem flores.

(Osho)

Postado por Vera Lúcia no Vale de Luz
 

 

Osho – inspiração

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“Não peça reconhecimento. Se ele vier, aceite-o tranquilamente; se ele não vier não pense a respeito.

Existiram poucas pessoas como Vincent Van Gogh, capazes de escapar da armadilha que a sociedade lhes impingiu. Ele continuou pintando – com fome, sem casa, sem agasalhos, sem remédios, doente – mas ele continuou pintando. Nem uma pintura sequer estava sendo vendida, não havia reconhecimento de parte alguma, mas o estranho era que em tais condições ele ainda era feliz – feliz porque era capaz de pintar o que queria pintar. Reconhecido ou não, o seu trabalho era intrinsecamente valioso.

Aos trinta e três anos ele cometeu suicídio – não por causa de alguma miséria ou angústia, mas simplesmente porque ele havia pintado o seu último quadro, um pôr-do-sol, no qual havia trabalhado por quase um ano. Ele tentou dezenas de vezes e destruiu, porque não havia atingido aquele seu padrão. Finalmente ele conseguiu pintar o pôr-do-sol da maneira como desejava.
(…)
Agora, após quase um século, cada uma de suas pinturas vale milhões de dólares. Existem apenas duzentas pinturas disponíveis. Ele deve ter pintado milhares, mas elas foram destruídas; e ninguém prestou atenção nelas.

Agora, ter um quadro de Van Gogh significa que você tem um senso estético. O quadro dele traz um reconhecimento para você. O mundo não deu qualquer reconhecimento ao trabalho dele, mas ele nunca se preocupou com isso. E esta deve ser a maneira de ver as coisas: você deve trabalhar se amar aquele trabalho.

Não peça reconhecimento. Se ele vier, aceite-o tranqüilamente; se ele não vier não pense a respeito. A sua realização deve estar no próprio trabalho. E se todos aprendessem esta simples arte de amar o seu trabalho, seja qual ele for, curtindo-o sem pedir por qualquer reconhecimento, nós teríamos um mundo mais belo e mais celebrante. Do jeito que o mundo é, vocês têm estado presos num padrão miserável. O que você faz é bom, não porque você ama fazê-lo, não porque você o faz perfeitamente, mas porque o mundo o reconhece, lhe dá uma premiação, lhe dá medalhas de ouro, prêmios Nobel.

Qualquer homem, que tem algum senso de sua individualidade, vive pelo seu próprio amor, pelo seu próprio trabalho, sem se preocupar com o que os outros pensam a respeito. Quanto mais valioso for o seu trabalho, menor será a chance de obter alguma respeitabilidade para com ele. E se o seu trabalho for o trabalho de um gênio, então você não verá nenhum respeito enquanto viver. Você será condenado enquanto viver… Depois de dois ou três séculos, erguerão estátuas para você, os seus livros serão respeitados – porque demora quase dois ou três séculos para a humanidade compreender o tamanho da inteligência que um gênio tem hoje. O espaço de tempo é grande.

Sendo respeitado por idiotas, você terá que se comportar de acordo com suas maneiras e expectativas. Para ser respeitado por essa humanidade doente, você terá que ser mais doente que ela. Então eles irão respeitá-lo. Mas, o que você irá ganhar? Você perderá a sua alma e nada ganhará.”

– Osho –

Somos convidados

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“Você é um convidado.
Deixe esta terra um pouco mais bonita,
um pouco mais humana,
um pouco mais amorosa,
com uma fragrância um pouco mais bela para aqueles que virão depois de você.”

Osho**