Encerre velhos ciclos e não, simplesmente pule fora deles

ENCERRE VELHOS CICLOS E NÃO, SIMPLESMENTE,
PULE FORA DELES
Transcrição de Podcast de Ramina El Shadai

Antes de aprofundar no tema, eu queria só ressaltar a função dessas postagens de Mensagens da Alma, que eu tenho enviado diariamente no @ramina.despertar. Meu propósito com isso tem sido trazer todos os exercícios que nos ajudam a compreender o contexto de vida que estamos experimentando agora.

Então, não são “mensagens bonitas”. São mensagens profundas e são exercícios. É sempre algo a exercitar a cada dia. E eu tenho aprofundado nas mensagens durante os áudios. Esse aprofundamento eu tenho chamado de O NOVO DESPERTAR. Que é experimentar novas formas de perceber a vida.

O exercício não é de entender, é de se posicionar a partir de uma nova forma de perceber. Daquele sentir, a partir de um outro nível de você. Quando eu escrevo, por exemplo, para preencher todo vazio com o próprio sentido da sua existência é porque é isso que eu tenho ouvido e acompanhado de tantas pessoas: um grande vazio. E que a gente já sabe de onde ele vem.

Vem das velhas referências que estamos perdendo, dos velhos acúmulos, das velhas buscas, da velha forma de agir. Nada disso se sustenta mais com as frequências que vibram atualmente. Então, a proposta que eu trago é sempre uma orientação Divina para expandir a cada dia.

E a cada dia, vamos vendo que é tudo a mesma coisa, que tudo só se faz no agora, que a essência é uma só, e uma hora, um estalo acontece, a partir de alguma dessas vivências. Eu simplesmente entrego cada mensagem como uma orientação da alma.

Fechar Ciclos….

É um PROCESSO da nossa evolução. É estar presente em um novo nível de você porque todo ciclo se fecha te dizendo que as ferramentas que você utilizava para criar aquele tipo de vida, aquele tipo de experiência, já não são mais sua forma de expansão. Você não precisa mais viver aquilo, então aquele ciclo se fecha.

É você dizendo para si mesmo e para todo Universo que já possui novas ferramentas para abrir um novo ciclo, um novo começo, alguma nova história.

Em muitas situações, fechar ciclos ainda é uma das grandes expectativas e metas quando não se deseja mais estar onde está. Esse é o perigo. Perceber um processo, mas numa visão polarizada, limitada e rasa. No sentido de simplesmente deixar “aquilo que me fere”.

Já faz um tempo, eu li duas mensagens que me inspiraram para essa gravação. Uma dizia que você deve se retirar do mesmo ambiente que te adoeceu e a outra dizia para você excluir o que te adoece, evitar o que te incomoda, ignorar o que te chateia, e afastar o que te faz mal.

Você consegue perceber uma necessidade gigante de acabar com tudo que nos tira de um lugar de conforto? E não acabar com o que, em nós que produz, que cria essa vida em desconforto, seja lá ele qual for?!

Esse processo de eliminar “o mundo” não encerra os ciclos. Aí está uma visão equivocada. Não encerra porque não elimina de você a necessidade da evolução, a necessidade de usar um novo nível de você.

Todo ciclo realmente se fecha quando aquilo não se alinha mais ao que você está vibrando. Então, se encerra. Um novo ciclo se inicia. Ciclo não é uma oferta, é uma criação. Então, quando um novo ciclo se inicia, um novo você também se iniciou.

Tem várias fases da vida, que a gente começa a identificar tudo que não combina com a gente, que vai ficando claro o que não é mais um “querer viver”, porque novos impulsos começam a nascer.

Os alinhamentos aos novos impulsos acontecem naturalmente quando nós não boicotamos a expansão, e quando, simplesmente eliminamos, sem termos elevado a frequência, uma hora, somos convidados a retornar naquele ambiente que nos adoeceu sim, para curar em nós o que nos adoeceu e não eliminar o ambiente. Todo rompimento precisa ser curado em nós, para definitivamente ser fechado aquele ciclo em nós, para nós.

Consegue perceber que todo ciclo de experiências se encerra somente quando está encerrado em nós? Nas ferramentas que usamos pra criar aquilo?

Estamos vivendo vários retornos. E todo lugar em que precisamos voltar é porque tem algo a curar em nós. Não é possível simplesmente pular fora de um ciclo, sem que se tenha que retornar, para resolver ele em seus rasos e acumulados sentimentos.

Então, exclua sim, evite sim, ignore, afaste, se retire. Mas tudo na consciência de aquilo não se alinha mais a você porque, se for isso que estiver fluindo e acontecendo, ainda existe essa frequência sendo movimentada em você.

Então, aceita, se reconheça ali, expanda luz do seu coração e acolha amorosamente. O próprio reconhecimento em amor, já te leva a um novo lugar em si, portanto a um novo lugar fora de si, que é tudo a mesma coisa.

Não dá para excluir nada, sem ter total consciência de tudo que se constitui aquilo, em termos de energia que sustenta. Porque vibramos em sintonia, entende?! Eliminar, no sentido de tentar fazer não existir mais é brigar com você mesmo, com a sua criação inconsciente. E isso não é evolução, é produzir repetição.

A energia que sustenta o que você vive é a que sustenta a forma como tem vivido. Então, lembra! Encerre profundamente os velhos ciclos, sem tentar pular fora deles, para não precisar ser lembrado de que ainda está imerso nesses velhos ciclos. E, finalmente, viva um novo você.

EU SOU RAMINA EL SHADAI

Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar

Experimente deixar teu coração curado te guiar

EXPERIMENTE DEIXAR
SEU CORAÇÃO CURADO TE GUIAR
Transcrição de Podcast de Ramina El Shadai

Coração curado…

É tão curioso esse tempo nosso de limpeza, de purificação, de nascimento de tudo a partir de uma nova fonte sagrada. E o mais curioso é o quanto tantos de nós ainda não estão entendendo nada do que está acontecendo e, mais que isso, enxergando tudo a partir de velhas fontes.

O que eu chamo de velhas fontes? Fonte de aprendizagem! Usando os processos mentais em pura interação, sendo que a nossa mente pode ser e deve ser apenas um instrumento alinhado à alma, e não nosso guia.

O que aprendemos foi a usar a mente isolada como criadora independente… e agora, de repente, temos que mudar a forma de aprender. E isso está exigindo passar por tudo que estamos passando.

Não tem como a alma seguir a mente, porque a alma já é. É uma essência. Está completa. Então estamos sofrendo vários rompimentos que nos levam a enxergar que somos uma Unidade e que essa unidade se inicia lá no centro, numa essência única e a partir daí, para se manifestar, se alinha a um novo processo mental…

E nesse novo processo, tudo que era relacionado a tudo que experimentamos, a todas as nossas velhas formas de experimentar está saindo de nós.

Eu tenho descrito sempre duas formas de sentir. Uma forma de sentir é a mais comum que está condicionada ao que pensamos. E a outra forma de sentir, posso dizer que seria uma percepção, mas relacionada à própria existência. Uma espécie de comunicação. O próprio reconhecimento. Quando se desperta para tudo que constitui aquilo que está na sua frente e você simplesmente reconhece.

É desse sentir que falo quando me refiro aos alinhamentos conscientes. Você enxerga tudo em você e enxerga tudo que vive. Então, está tudo certo. Está tudo no seu devido lugar. Esse sentir é muito diferente do velho sentir condicional que jamais te permite enxergar tudo no seu devido lugar, já que ele te mostra sempre que o que você pensou era algo completamente diferente daquilo que está acontecendo.

Você pensou em algo seguro, que não te assustasse, que não saísse do seu controle, que fizesse valer o seu esforço, que te trouxesse alegria, que te preenchesse. Se isso tudo acontecesse, você estaria bem. Nosso pensamento determina e controla tudo para que aconteça daquele jeito único e limitado.
Está vendo a diferença? E todos esses sentimentos que acumulamos a vida inteira ficaram guardadinhos em nós.

Quando trazemos cura do coração é importante enxergar todo esse movimento! De chegar naquele lugar mais profundo, central, fonte amorosa, inteiro…e que te permite sentir tudo na existência, no propósito de tudo. E como nenhuma cura está na própria cura, nenhuma cura está em solucionar um problema, fica bem mais leve, tudo.

Voltamos para o agora, para tudo que acontece agora e, ao invés do sentimento reativo e condicional ao que pensamos, inicia um novo processo de enxergar tudo que forma, tudo que envolve, tudo que constitui nossa experiência.

E a cada entrega amorosa, a cada nova percepção, a cada despertar para algo novo, você vai se aproximando desse lugar sagrado que te mostra um novo caminho. A cura desse coração vai acontecendo assim… aos poucos, aprofundando, alcançando novos níveis.

A cada vez que você se solta de uma referência passada que te leva a fazer escolhas, uma cura vai acontecendo. E tendo a consciência do lugar desse medo. Porque a consciência do lugar do medo mostra tudo que ele criou. Então, tudo se rompe…

Eu gosto de contar sobre um telefonema que eu atendi e uma pessoa me dizia: me ajuda porque eu perdi tudo… tudo… não tenho nada… e, claro que eu esperei o momento mais acolhedor, mas eu sempre digo: é um presente pra recomeçar… do zero… uma oportunidade de liberar esse coração de todo sentimento de busca que te trouxe até aqui.

Nosso coração é amoroso. Nossa alma é completa. Quando chegamos em nós, deixamos a alma manifestar em amor. É isso que estamos vivendo. Todas as oportunidades possíveis para nos descamarmos dos condicionamentos e vivermos só a partir da nossa essência!

Tudo que é para acontecer tem muita força. Tem muito potencial de expansão. E toda vez que aquilo não acontece significa que estamos fazendo mais força ainda para barrar esse fluxo. Nós aprendemos a nos esforçarmos. Aprendemos a fazer força, por isso viver o fluxo tem sido tão desafiador. E temos essa força em nós. Só fazemos mais força do que o necessário e nos esforçamos porque não reconhecemos qual força podemos usar.

Então, estamos em cura!
Estamos em reconhecimento de todos os nossos potenciais.

Hoje, o que eu tenho a te dizer, simplesmente é: Experimenta! Soltar um esforço e deixar seu coração curado, nem que seja um pouquinho curado, te guiar. É, no mínimo, mais leve. Além de libertador.

EU SOU RAMINA EL SHADAI

Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar
 

O que posso fazer para amenizar dores?

O QUE POSSO FAZER PARA AMENIZAR DORES
– Transcrição de áudio O NOVO DESPERTAR de Ramina El Shadai –

No sábado passado eu recebi uma mensagem que dizia assim: “Bom dia, Ramina. Tudo bem? Está acontecendo muito acidente em BH. Primeiro do avião que foi aqui perto de casa e vários outros. Você indica alguma coisa que eu possa fazer para melhorar a energia e amenizar os acidentes? ”

Eu gostaria de responder essa mensagem em áudio, como faço com tantas outras perguntas que me enviam, porque estamos todos vivendo oportunidades de exercitarmos novas percepções com relação a nossa existência.

São várias questões aí: primeiro, que com relação a acidentes em BH, ou simplesmente com relação a acidentes e outros rompimentos, situações que mostram que algo está fora do lugar estão acontecendo em vários níveis, em todos os lugares, e em todas as dimensões, isso é o mais importante de se ter consciência. Depois, temos duas perguntas: primeira pergunta seria: o que fazer para melhorar a energia? E a outra seria: o que fazer para amenizar acidentes?

Estamos falando de controle, enquanto estamos buscando o que fazer por algo que eu considero melhor do que isso que está acontecendo. Estamos falando de vida linear, que é fazer algo para atingir outro algo. E estamos falando de crenças porque o que eu acredito é o que me leva a buscar alternativas de sobrevivência. Alternativas para uma melhor segurança.

Quando exercitamos a observação, aquela observação que tenho trazido recentemente, com mais relevância… quando exercitamos observar, sem o filtro da mente, sem o julgamento, a observação não vem acompanhada do pensamento que produz sentimentos sobre o que se observa. Já inicia uma nova percepção. Quando observamos os fluxos, os movimentos, vamos aprendendo a respeitar as coisas nos seus devidos lugares. Estamos aprendendo a enxergar propósitos.

Mas estamos falando de acidentes, de tragédias, de coisas que saem do nosso controle… estamos falando de situações que são a manifestação de algo que já era antes de se tornar uma experiência física. Só mudamos a realidade, quando mudamos o que produz a realidade.

Mudamos energia sim! Observando o que demos conta de ser, de fazer, de produzir, reconhecendo tudo que vibramos, reconhecendo que as crenças que sustentaram todas as nossas escolhas não fazem sentido num fluxo amoroso, reconhecendo que tudo que vivemos tem a mesma energia que nós vibramos. O que nós temos que mudar é algo que está antes de tudo que estamos querendo mudar.

Toda a nossa história tem fundamentos em vibrações de escassez que nos levaram a buscar tudo da forma como buscamos. E o tempo todo estamos falando de rompermos as crenças em nós. Isso é muito sério!

Quando falamos de crenças, ainda situamos as crenças em níveis mais rasos da nossa vida. Crença não é só você achar que não dá conta de alguma coisa, que está velho para fazer isso ou aquilo. As crenças estão enraizadas em nós e passaram a existir em nós, vindas de várias fontes: da nossa educação, da nossa primeira relação familiar, da nossa própria relação com as dificuldades, com os desafios, da nossa ancestralidade…

Então, quando eu proponho a vocês um encontro para aprender a lidar com a crenças é aprender a localizar em você tudo que faz você querer mudar tudo para ficar do jeito que considera seguro. É aí que a gente tem que mexer.

Quando falamos aqui, insistentemente de dores, falamos que não curamos as dores nas próprias dores. Quando falamos de desafios, a mesma coisa, não cuidamos dos desafios nos próprios desafios. Quando falamos de qualquer realidade, não há mais energia que sustente qualquer comportamento que seja estratégico para se alcançar alguma realidade desejada. Isso é que precisa ficar claro.

Amenizar acidentes é algo completamente controlador e não há porque mexermos nisso! O tempo não está mais em nossas mãos para continuarmos transformando a nossa história em marionete de nossas crenças e nossos pensamentos frágeis e ilusoriamente fortes.

Hoje, a vida pede apenas expansão de luz, da nossa luz individual e da nossa luz em unidade. Por isso, quando eu proponho algum encontro vivencial, eu só consigo ver a transformação acontecendo naquilo que a gente usa para criar a vida. A vida criada de uma nova forma é que vai começar a amenizar todo e qualquer tipo de dor.

As velhas forças da nossa velha forma de produzir vida precisam se romper. E se está se rompendo em nós, precisamos aceitar que tudo isso se faça na nossa história também.

Um acidente, um crime, uma tragédia são manifestações de um modelo de sistema que foi criado pela nossa forma de produzir vida. Estamos falando de humanidade. Estamos falando da energia que vibramos em nossa vida individual e da energia que vibramos na nossa vida coletiva.

A proposta da Terra é mudar a frequência, então, quando mudamos a frequência seguindo esse fluxo amoroso que é natural, aí sim, não é mais necessário vivermos tudo isso que estamos vivendo e que foi o que soubemos criar.

Sempre, a expansão de luz que eu ensino aqui, que ensino durante todos os encontros vivenciais que realizo é o que eu indico sempre. É energia que acolhe energia.

Mas você jamais vai expandir para luz atingir o que você quer, você expande luz para que essa luz acolha e integre a energia que criou uma realidade de dor. Expandir luz e deixar essa luz crescer e atingir distancias e dimensões que não estão no controle da sua mente.

Expandir amor e acolher o desamor. Isso é suficiente para mudar a vibração e usar uma nova ferramenta de co-criação, aceitando o que já foi criado, porém cuidando amorosamente! Essa expansão, inclusive, é capaz de te guiar para sábias escolhas com relação a medidas cabíveis quando está em seu domínio, a solução de uma questão.

A vibração do medo e da falta produz a dor. Quando você expande luz, o que te levará a agir nessa dor já será a vibração do amor.

No sábado, estava conversando com a mãe de uma colega da minha filha num encontro da escola e enquanto dizia que estaria em Recife, nos próximos dias, ela me disse assim: “vê se eu vou estragar minhas férias me contaminando de óleo. Eu pediria reembolso para a agencia de viagens”.

E eu respondi: é porque não estou de férias! Eu sempre entendo que estou onde devo estar. Vai que consigo ser um pouco de luz para o mar, que tem sido tanta luz para mim! Falei e ri! Ela ainda me respondeu: “síndrome de abajur!”

Esse foi o nosso diálogo. Estamos falando de fontes diferentes de expansão!

Ela não entende a minha linguagem, eu conheço profundamente a linguagem dela e consigo acolher na unidade. Percebem como nos separamos?! Nos separamos pelas ideias que foram formadas pelas nossas crenças! Quando nos reconhecemos em unidade não nos consideramos tão distantes, mas fica muito claro que vivemos exatamente a energia que criamos e vivemos a vida tentando combater.

Estar diante do mar em dor, para mim, é estar diante do mar! Eu posso ser amor, agora, então é isso que eu sou! E esse amor acolhe todo desamor, até que essa vibração se transforme numa densidade em que as coisas aconteçam assim na vida física. Alguns dizem que é uma questão de tempo. Talvez, uma questão de agora! De cada agora!

Eu te convido, agora, para juntos, sermos esse amor em expansão…. E essa energia sustentará o seu dia, suas escolhas e será luz para tudo que escolher vibrar luz… essa energia será o acolhimento de todo desamor que passar por você e é sua ferramenta amorosa de co-criação de realidade.

Vamos inspirar naturalmente…. Deixando nossa respiração profunda, sem barulhos, sem mexer os ombros… trazendo o ar beeeem profundo e soltando bem devagarinho também. Perceba você na sua natureza, usando seu potencial de abundância. Ar é abundância! Viva esse ar, sinta esse fluxo de ar…. deixa essa abundância tomar conta de você.

Então comece a sentir seu chacra cardíaco em luz… você pode sentir, você perceber que está aquecendo, você pode ver… deixa as sensações acontecerem, sem você se esforçar pra isso. Se não conseguir sentir, apenas tenha consciência que é luz. Saiba que é luz. Apenas isso. E deixa essa luz sair de você.

Inspire…. solte…. seja luz…. seja expansão de luz….
Luz sai…. então, a luz disponível também entra.
Um movimento intenso de entrada e saída de luz!

Uma verdadeira dança amorosa acontecendo em você e através de você.
Se permita esse fluxo amoroso!
Esse tempo é seu!

Agora, não fique buscando, apenas deixe vir para você qualquer possibilidade de desamor. Um desafio, uma relação doente, uma dor, uma doença, uma questão…. deixe vir o que estiver pronto para surgir para você. E o que surgir, traga para seu coração. Apenas envolta tudo nessa sua luz fortalecida.

Sinta a integração do desamor ao amor. Você é essa força de integração e acolhimento amoroso.

Esse é o movimento primeiro. Energia trocando energia. Onde tudo se cria. Agora sim! Você começa a ter consciência de que produz vida em amor. E isso é seu! O tempo todo! Cada vez que expandir luz vai adquirindo intimidade com sua fonte amorosa! Permita o seu tempo!

O agora é assim! Mostra o que já construímos e mostra o que temos para produzir.

Sempre que amenizamos dores, sempre que eliminamos dores, deixamos de conhecer as suas mensagens, os seus propósitos e acabamos fortalecendo os ciclos das repetições. Sempre que olhamos atentamente as dores e enxergamos seus processos e sua formação, a sua origem, conseguimos abrir mão dos velhos ciclos.

Deixe isso crescer em você. Saiba, profundamente, a partir de seu coração curado: a luz que EU SOU co-cria uma realidade amorosa para toda humanidade!

EU SOU RAMINA EL SHADAI

Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar

Por que eu não manifesto nada?

POR QUE EU NÃO MANIFESTO NADA?
– Transcrição de áudio O NOVO DESPERTAR –
Por Ramina El Shadai

Essa é uma das perguntas que eu mais ouço, ou como perguntas, ou como afirmação: eu não consigo manifestar nada. E antes, de aprofundar, é importante termos consciência de onde vem essa percepção. Aprendemos a perceber tudo a partir do que conhecemos e acreditamos. Então, eu diria que a frase deveria ser assim: eu não manifesto nada do que eu queria, do jeito que eu queria. ou eu não manifesto nada do que eu conheço como bom e considero seguro na minha vida.

Ou seja, estamos falando da sua forma de perceber o mundo que vem da sua forma de pensar sobre o mundo. E tudo que você pensa sobre o mundo ainda produz em você um sentimento que não é sua percepção natural. É um sentimento que seus pensamentos produzem, portanto, um sentimento temporário, condicional, reativo ao que você quer e que você não tem.

Estamos falando de controle? Da falta de controle? Das crenças que sustentam o que você pensa?

Um sentimento que reage é um sentimento que briga contra alguma coisa, então, temos um sentimento focado no que você não tem, que reage ao que você não conquista, portanto, que alimenta o querer, as faltas. Esse sentimento produzido por você acreditar que não manifesta, nada mais é do que a frequência que você vibra. E que, naturalmente, manifesta o que você vive. E brigar com a frequência que você vibra é brigar com você, com o que dá conta de ser.

Nós sempre manifestamos o que vibramos. Sempre! Jamais deixamos de manifestar. Manifestar é expandir, é declarar, é movimentar as densidades das energias, é transformar tudo que você é em vida física, então você sempre está manifestando. E manifestando o que tem a ver com algum nível interno de você.

E quando eu digo assim, vocês ainda brigam comigo (risos), buscando alguma característica do que vivem e dizendo que não são aquilo. É porque quando começamos a observar tudo no que sustenta tudo, a nossa forma de perceber também precisa mudar. Não olhamos mais a característica do fato, mas o que ele desperta em nós, que ferida ele ativa, o que ele vibra. Passamos a observar propósitos. Não importa os fatos, mas os propósitos dos fatos. Isso sim diz sobre o que estamos vibrando.

Aprendemos a ser dominados por tantos padrões mentais que nos afastaram de algo muito maior que nós somos, e estamos aprendendo a nos reconhecermos na nossa grandiosidade e usarmos nossa mente a partir da nossa sabedoria interna e não a partir do que aprendemos, conhecemos, acreditamos, nos moldamos.

Isso que falamos: vemos o outro com um olhar filtrado. filtrado pelas crenças, pelos conceitos, pelo que enxergamos e limitamos o outro, pelas nossas classificações. Isso sempre foi tudo que soubemos vibrar. com tantas possibilidades energéticas hoje, não existe sustentação vibracional para padrões limitados, por isso você tem a sensação de que não flui, de que não manifesta. porque está tentando produzir uma vida leve, com padrões ainda densos movimentados por você.

Desde sempre a minha fala com vocês aqui é: perceba de onde vem suas escolhas. Perceba o que te leva a fazer o que está fazendo agora. Perceba você em cada agora. Perceber qual vibração nossa sustenta tudo que fazemos, que falamos, que vivemos é tudo que temos. De onde sai tudo é que diz sobre esse tudo!

“Ahh, porque eu estou adoecendo tanto agora? ”

Primeiro que a doença te recolhe um pouco, te faz sair desse ciclo de vibração inconsciente, pede uma atenção. Segundo, que a doença é uma grande oportunidade de você reconhecer o que está vibrando. Uma oportunidade, um presente, porque a doença é uma manifestação, né?!

Então, quando ela acontece é porque já existe condição de olhar para ela e enxergar o que produziu ela. Doença é como qualquer desafio, como qualquer manifestação. Você não resolve aquilo, direto naquilo. Você soluciona no propósito, na produção. É uma frequência que já está sendo movimentada a um tempo e que agora você pode reconhecer com mais clareza.

Estamos em tempo de olharmos para nós. Muito mais do que ficarmos ansiosos com o que não estamos manifestando, é preciso reconhecer o que estamos manifestando. É muito interessante esse processo!

Você diz que não consegue manifestar a partir de algo que gostaria de manifestar, ou a partir de algo que você vê outra pessoa manifestar e queria aquilo para você, a partir do que considera necessário para você, ou que considera importante, prioridade. A partir de algo que falta para você. Comece a perceber dessa forma. Como tudo se forma. A sustentação do que você vive, de onde ela vem, dentro de você.

Nesse tempo em que temos nobres oportunidades de cuidarmos de nós para fortalecermos o que, dentro de nós, produz tudo que vivemos, é a partir dessa estrutura energeticamente sólida, consistente, consciente que a nossa vida está se formando, então se não se formou nada consistente ainda.

De certa forma, que bom! Sinal que a vida não está alimentando mais essas produções vazias e inconsistentes para você. Porque eu vejo que tudo que é feito tentando se agarrar a alguma coisa, isso tudo é como uma pedra solta num penhasco. Isso é forte, mas é assim que eu tenho percebido.

Todas as oportunidades estão nos sendo oferecidas o tempo todo para nos desagarrarmos do que nos prende. E somos presos nas nossas seguranças. Então fazemos para não ficarmos sem fazer. Para isso não há mais sustentação.

Então, em tempos de possibilidades, em tempos de se reconhecer na sua verdade, reconheça você em tudo que tem manifestado hoje. Reconheça você. E jamais tente mudar a sua realidade. Porque realidade é manifestação da sua frequência, então estamos aqui para mudarmos a nossa percepção de mundo que cria um outro mundo para nós.

O que, dentro de mim, produz o que eu vivo? Só não pergunte para sua mente. Sinta, se perceba, se enxergue. Não precisamos de mais nada para nos julgar, nos padronizar, nos classificar e nos separar ainda mais de nós.

Perceber o que de nós produz a nossa realidade, é um ato amoroso, cuidadoso, delicado. Porque é o que demos conta de ser. e deixar de ser o que soubemos ser dói, então precisamos exercitar nossa amorosidade conosco. Enquanto expandimos esse amor a ser manifestado. É você com você mesmo.

“Ramina, por que eu ainda não reconheço nada do que eu manifesto? ” Talvez essa seja a grande questão! Porque para reconhecer tudo precisa enxergar tudo além do que já conhece sobre tudo.

A vida acontece agora. O agora te diz tudo que você precisa saber sobre você e sobre como produz vida e todas as possibilidades e ferramentas disponíveis para que produza vida com consciência. É o que estamos vivendo, essa é a nossa realidade. Não precisamos pensar sobre ela, precisamos nos enxergar nela.

EU SOU RAMINA EL SHADAI

Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar

Tudo está deixando de ser

TUDO ESTÁ DEIXANDO DE SER
– Transcrição de áudio O NOVO DESPERTAR –
Por Ramina El Shadai

Minha proposta hoje seria aprofundar a partir de uma frase que circula nas redes e que diz assim: NUNCA SE AFASTE DE VOCÊ PARA SE APROXIMAR DE ALGUÉM.

Falamos muito isso: nos afastamos de nós para fazermos uma coisa ou outra. Cuidei tanto de todo mundo e acabei não cuidando de mim mesmo. Me voltei para o lado de fora e esqueci de voltar para o lado de dentro.

Tudo isso é uma forma de dizer: eu vivi sem consciência de tudo que poderia ter vivido. Eu vivi sem a consciência do que eu estava vivendo.

Um dos melhores exercícios de se voltar para dentro é justamente olhar o lado de fora. Não existe um lado de dentro que seja isolado do lado de fora, como acreditamos esse tempo todo. Por isso nos separamos. Por isso dizemos assim: agora, vou parar um pouco, me afastar de tudo para cuidar da alma.

E íamos ali, num ambiente silencioso, agradável, um ambiente em paz, trazíamos aquela paz para nós e então voltávamos à vida normal. Como se aquele tempo ficasse só naquele tempo.

O que eu chamo de “um tempo para mim”

A sua própria vida diz tudo sobre o que existe dentro de você. O nível de ausência que vibra em abundância. É porque o que chamamos de interno foi se constituindo de acúmulos. Só agora estamos conseguindo nos descamar, reconhecendo novos níveis do que realmente está interno a nós.

O fato é que fizemos um movimento de pensar isoladamente, e a partir do nosso pensamento, produzimos nossos sentimentos. E essa vibração foi a que nos guiou. Então, vivemos novas experiências, tomamos mais decisões, relacionamos com pessoas. E pensamos sobre isso tudo, desenvolvemos opiniões sobre tudo, julgamos o mundo todo e produzimos sentimentos sobre isso. Sentimentos esses que geraram mais decisões.

Nosso pensamento comandou nossos sentimentos. Fomos depositando todas as interações dentro de nós. A nossa forma de viver, de sentir a partir do que pensamos foi o que nos afastou de nós e nos separou de tudo. E esse afastamento de nós foi o que nos fez buscar tudo que fosse afastado de nós também.

Então, tudo que fizemos não esteve relacionado com o que somos em verdade. Não movimentamos, internamente, nosso potencial sagrado e abundante. Movimentamos internamente, medos e faltas que produzimos, porque pensamos que sempre foi necessário buscar alguma coisa, mesmo que essa coisa fosse a nossa espiritualidade. Espiritualidade também era algo a se conquistar, garantir.

Tudo fora do lugar! Tudo que buscamos nos separou ainda mais de nós. Então, a coisa mais natural do mundo seria a possibilidade de se afastar mais de você para se aproximar de alguém. Quanto mais estamos em nossa unidade, guiados pela nossa alma, não precisamos nos aproximar de ninguém, porque todos os alinhamentos acontecem naturalmente. Saímos da necessidade de nos aproximarmos, de nos agruparmos e passamos a viver alinhamentos por potenciais.

Então, a sua vida do lado de fora e como você se dedica a tudo e a todos precisa ser reconhecida na origem dessa escolha, na vibração que te leva a ser assim. Sempre que o fato de se voltar para o lado de fora te leva a se afastar do lado de dentro, com certeza, o quanto se dedica ao lado de fora também está sustentado pelas vibrações de faltas que te levam a isso, e te alinham a essas situações.

Se não vive em união com seu lado de dentro, nada que é feito lá fora realmente diz sobre você, em abundância. Então, é essa ausência toda de si, fortalecida. É um contexto cheio de relações, de experiências, todas elas originadas de uma necessidade de se preencher. Falta sobre faltas!

Quando se percebe isso, é que nasce a sensação do vazio. Mas do vazio com relação a tudo que não diz sobre você e que começa a perder o sentido para você. Surge a necessidade de soltar tantas coisas. E por onde começar? Entende quando eu falo sobre desmoronar? Tudo do lado de fora é uma dimensão do que nutrimos do lado de dentro, do que consideramos nosso lado de dentro, sabe?!

Nosso lado de dentro deveria ser apenas alma! Em sua natureza sagrada! Simples! Nobre! Abundante! E preenchemos nosso lado de dentro como um depósito de sentimentos e sensações que acumulamos e fomos nos distraindo para não assumirmos o que estávamos criando em nós.

Fomos deixando o tempo cuidar e o tempo não liga muito para o passado, mas também não tem o poder de curar. O poder de curar é o nosso acolhimento consciente. Só! Dentro de nós ficou cheio, mas não o suficiente para nos sentirmos plenos. E agora, nesse tempo de nos esvaziarmos desse nosso velho nós, estamos tendo a oportunidade de sentirmos essa plenitude toda.

Esse esvaziamento do velho em nós está poderoso e esvaziando o lado de fora completamente também. Claro! Se a vida é a manifestação do que está dentro de nós e tudo que estava está sendo curado, iluminado, acolhido e transformado, precisamos reconhecer o tempo em que as coisas do lado de fora vão acompanhando nossas transformações.

Muita coisa está deixando de ser! Tudo está deixando de ser! Deixando de ser da forma como sempre foi. Deixando de ser o sentido que sempre foi. Deixando de ser da origem que sempre foi. Soltar tudo e confiar que a vida física tem um tempo diferente da vida sutil para se formar. Essas transições são importantes e muitas vezes, dolorosas.

A forma como acolhemos tudo isso é que vai dizer sobre a forma como tudo isso tem sido feito para nós. Confiar é sentir que já é. É sentir. Não é acreditar, não é ficar repetindo para si mesmo. Não é esperar! É sentir. Dentro de você, ter a certeza que todo desmoronamento está sendo importante para surgir o que está antes dessa velha estrutura que usamos para construir tudo.

As velhas coisas se vão. “O que é importante para mim agora?” E isso está na sua frente! Sempre estou vivendo novas mudanças na minha vida e isso tem trazido para mim, cada vez mais, a certeza de que mesmo o que já chega nas novas frequências sempre vai mudar quando alcançamos ainda novos níveis.

Observo o que está saindo. Observo o que está surgindo. Observo o que eu pensava que duraria mais um pouco. Vou observando e seguindo. Existe uma diferença de liberar o que já foi construído com consciência de liberar tudo que criado inconscientemente, claro! Já temos um domínio do processo de criação, então ter essa conexão com os propósitos facilita tudo. É outra relação com os fechamentos dos novos ciclos, mas são ciclos. O que muda é a nossa percepção. Então muda tudo. Porque o sentimento não é tão mais condicional ao fato.

Tem luto? Claro! Tudo que sai é literalmente a manifestação de um nível de nós que saiu também. Luto acompanhado de um novo nascimento. Um ciclo se foi, algo novo se inicia! E tudo está muito claro! Leve! Nítido! Cada vez mais! Tem muita coisa nova chegando! Então tá! Tudo está deixando de ser! Para que um novo tudo passe a ser!

EU SOU RAMINA EL SHADAI

Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar

Apenas observe…

APENAS OBSERVE
– Transcrição do áudio O NOVO DESPERTAR –
Por Ramina El Shadai

Na semana passada eu estava estudando com a minha filha alguns conteúdos de umas provas, e os textos contavam que os primórdios começaram a desenvolver a agricultura, a partir da observação do que acontecia, quando comiam as frutas que eles coletavam, e as sementes caiam na terra.

Depois, ela teve contato também com mais um texto que descrevia outro tipo de observação que determinava a relação com o tempo, com as distâncias e outros conceitos, que era a observação dos astros. Claro que estou falando de uma forma bem resumida, mas onde eu queria chegar é que ela me disse assim: “Nossa, mãe! Você fala exatamente isso nos seus áudios! Que um dos grandes equívocos da nossa existência é não observar os nossos ciclos e os nossos fluxos naturais! E os primórdios observavam tudo!”

É isso! Nesse processo todo da gente usar apenas um recurso nosso estratégico, em busca de segurança e acúmulos, produzimos, criamos, desenvolvemos…. A princípio pela própria evolução, até nos perdermos nos propósitos das nossas criações. Chegamos a criar nossas próprias necessidades para que pudéssemos criar as soluções das necessidades.

E chegamos até aqui. Estamos nesse estágio. De produzir sem a consciência dos propósitos, sem a consciência de onde que sai o que estamos produzindo. Então, eu sempre digo: observe. Esse exercício de observar, sem o julgamento. Sem ter que explicar o que você está observando. Essa observação sem crenças, sem nada que justifique nada. Eu falo de uma observação consciente. Ela é leve.

Você pode se sentir misturado com todas essas loucuras também ilusórias que estão acontecendo, porque nossos velhos lugares não se encontram mais. Nossas velhas referências não se encontram mais. Você pode ter pressa de sair desse lugar dolorido que você se encontra. Você pode ficar tentando achar respostas para um monte de perguntas da sua mente e que nunca vão encontrar aquelas tais respostas internas que falamos desde sempre.

Se as respostas são potenciais dentro de nós. É porque elas não se encaixam a perguntas que se referem ao que falta fora de nós…. nós nos equivocamos quanto aos nossos potenciais, quanto às possibilidades de co-criação de vida. Então, agora, Observe. Apenas observe. Sem a pressa de sair de onde está. Sem o medo de querer sair de onde está. Sem o medo de reconhecer que o lugar que chegou não flui em sintonia com as leis universais.

É muita informação. E nós não precisamos mais acumular nenhuma delas. Vamos aprendendo a soltar. Mas soltar o que está na nossa frente. Sem a neura dessa obrigação de soltar. E para isso, observe.

Nosso processo de alinhamento com o fluxo amoroso é tão encantador! Não é linear, não se adequa às nossas velhas querências mentais para cumprir algum protocolo social, cultural ou de qualquer outro sistema. Mas nosso processo de libertação desse Sagrado em nós é…. É! simplesmente É! Talvez surpreendente, seja a palavra. Mágico mesmo.

Observe… tudo…. observe o que está acontecendo, observe o que você sente com relação ao que está acontecendo, observe qual o primeiro sentimento que desperta em você diante de qualquer desafio, observe onde está, observe a crença que sustenta você estar onde está, observe o que te segura onde está, observe se ainda insiste em mudar o que está ruim, observe o que considera ruim, observe a que se refere quando pensa que não escolheu viver o que está vivendo, observe suas perguntas, observe sinais, observe abundância presente em tudo, observe a vibração presente em tudo que criou, observe o que suas escolhas vibram, observe o que construiu, observe o que ainda quer conquistar, observe qual crença explica o que quer conquistar, observe se o que quer conquistar ainda faz parte de você quando reconhece alguma crença, observe como se sente quando solta alguma dor, quando solta alguma verdade, quando solta algum padrão, quando solta algum medo, observe se tem pensando que as coisas eram mais fáceis ou se as coisas já foram mais difíceis, observe se acredita num futuro melhor, se acha que o amanhã é sempre melhor que hoje, observe se não se preocupa com dias melhores, apenas vive em gratidão o agora, observe se já reconhece o agora e ele se encarrega de co criar com todo fluxo que você se permite seguir, observe.

Observe seu olhar, observe o que sai de você. Observe o que lhe é oferecido. Não como retribuição ao que você fez. Mas observe tudo que lhe é oferecido. Por alguém, por algum lugar, pelo próprio universo, por você mesmo. Consegue ver que é tudo uma coisa só? Observe o que considera isso: lhe ser oferecido. Observe o que está tentando eliminar da sua vida. Observe o que exige esforço. Observe o que acontece só de você sentir com um pouco mais de preenchimento de si. Observe como lida com tudo….

Sabe…. Observar exige da gente presença. Exige da gente uma acolhida amorosa com o que demos conta de ser. Observar só acontece no agora. É um exercício tão poderoso que eu posso afirmar que é uma vibração de abundancia co-criadora de realidade.

A observação acompanhada da expansão de luz que sai do nosso cardíaco é uma ferramenta de co-criação amorosa. Nos permite respeitar fluxos e agir na evolução a partir da nossa presença. É muito diferente de tudo que distorcemos de nós, para estarmos tão enlouquecidos com tantas urgências que determinamos para nós.

A nossa vida aconteceu no futuro a partir do que experimentamos no passado. A partir do que alguém experimentou no passado e nos contou…. Passado que determinou o futuro de inúmeras formas. Por isso dizemos que vivemos ilusões. Porque além de estarmos em tempos que não dizem nada sobre as nossas relações com a essência da existência, ainda usamos apenas uma parte de nós para fazer tudo isso acontecer.

Tudo que acontece hoje, que está tirando tudo do velho lugar, está transformando todas as nossas experiências em oportunidades de estarmos apenas no agora, observando tudo que temos disponível para usarmos algo de nós que estava adormecido, por isso usamos a expressão Despertar da consciência. Sonhamos tanto porque estávamos dormindo. Literalmente. Não fomos inteiros. Estamos aprendendo a ser.

Hoje, amorosamente, meu coração diz a todos nós. Observe! Tudo. Apenas observe.
Só assim reconhecemos o fluxo e abrimos mão de tanto controle.

EU SOU RAMINA EL SHADAI

Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar

Como se livrar de energias negativas

COMO SE LIVRAR DAS ENERGIAS NEGATIVAS
– Transcrição de áudio: Mensagem de RAMINA EL SHADAI –

Bom! Ainda temos uma cultura que tenta usar estratégias lineares para tudo. Fomos nos vitimando e aprendemos desde bem pequenos a eliminar tudo que nos incomodou.

Incomodou? Vamos acabar logo. Vamos sarar, não é assim? Vamos cuidar dos sintomas. Vamos nos sentir livres de qualquer desconforto, desafio, ameaça, insegurança. Eliminar.

Eu me lembro de uma vez em que eu assistia o filme da branca de neve. Eu era criança, mas não tão pequena, porque me lembro do sentimento que eu tive ao perceber que a bruxa tinha planejado a morte de uma menina, por ter sido superada em beleza. E a sensação que me veio naquela época foi justamente da facilidade de se exterminar aquilo que está incomodando.

Eu não sabia mais nada sobre esse tema, mas fui atenta a todas as formas de extermínio que nossa cultura nos permitiu. Desde acabar com algo que seria super aceitável, como as dores, por exemplo, até acabar com uma imperfeição, corrigindo nossos traços através de uma cirurgia. Sempre brigamos com o que fomos. Nunca aceitamos o que fomos, nunca aceitamos o que criamos, mas sempre exigimos aceitação de todos.

Quando eu afirmo que nunca aceitamos o que fomos, eu não me refiro aos nossos traços físicos, eu me refiro ao que criamos em nossas experiências e que não aprendemos que aquilo seria uma expansão de nós.

A nossa história começa aí. Em nós mesmos. No que produzimos em nós, no que produzimos para nós e por não conhecermos profundamente nossas ferramentas de produzir tudo isso, nós eliminamos o que nos fere. Aos poucos, vamos nos apagando, porque o tempo todo que brigamos com tudo que produzimos, estamos brigando com nós mesmos, sem ao menos termos conhecimento sobre isso. Ou deixarmos nossa sabedoria nos mostrar isso!

Mas estávamos falando das energias negativas. O terror desconhecido de muitos. Afinal, é algo que não se vê, mas é capaz de destruir um lar. Não é mesmo? Claro que não! Não é bem assim! Energia é energia! Vibração. Frequência. Densidades e dimensões. Tudo é energia. E a sua energia é a mesma energia do que você vive!

O que eu mais falo nesses anos todos de áudio é: o mergulho em nós passa pelo mergulho em nossa realidade. Olhar, amorosamente o que construímos, o que criamos, as relações que vivemos, para termos clareza da energia que vibramos.

Você pode usar todos os recursos visíveis e invisíveis para eliminar energias negativas, energias que ilusoriamente são as responsáveis por seus sentimentos de que algo não flui, que enquanto não estiver inteiro em consciência do que manifesta, a mesma energia continuará sendo criadora do que você vive.

E em tempos de manifestação rápida, cada vez os desafios se tornam maiores, mais claros, porque mesmo que você não tenha clareza de nada disso, tudo está imerso em luz e luz traz para a superfície e para a claridade. Luz revela todos os detalhes. E esses detalhes estão em nós. Nós não conseguimos nos livrar de nada, nem de ninguém de não soltarmos as crenças que nos prendem a essas prisões.

Vou relatar uma história para vocês. Uma experiência com minha filha de 10 anos que me autorizou a compartilhar o que vivemos.

Na semana passada, ela chegou em casa com uma super crise de sinusite. Ela nunca teve sinusite. Foi a primeira vez e já chegou para não deixar dúvidas. Ela estava num momento de sofrimento com umas posturas da professora dela. Então, ela chegou em casa me contando os últimos capítulos dessa “Novela Escola” e eu disse assim:

É a segunda vez que você vive isso. Que passa um ano inteiro com uma professora que tem determinados comportamentos que te fazem sofrer. Ano passado já foi assim e foi muito doído. Isso que a pessoa faz, é ela com ela. É o que ela tem dentro dela. É o que ela dá conta de ser. Ela com ela! Agora, eu te pergunto: porque você sofre tanto?! É aí que temos que chegar! Temos que mexer em você! Descobrir de onde vem esse sofrimento todo.

Ela ficou muito nervosa. Muito mesmo! E disse que não achava justo ter que tratar ela por um comportamento que não era dela. Eu disse: Tudo bem! A maioria das pessoas pensa assim. Aprendemos a ser assim. Você vive uma realidade que não é assim, mas todos nós aprendemos a tratar os fatos nos próprios fatos!

Só que hoje estamos vivendo a oportunidade de acolher todos esses fatos que ficaram guardados, determinando todas as escolhas, inconscientemente. Eu não vou desgastar a nossa relação por causa disso. Você vai ter o seu tempo. O seu momento vai chegar! Hoje, posso te levar ao hospital e resolver com remédio. O dia que você se sentir preparada para cuidar desse aspecto em você, eu também estou aqui para te ajudar.

Ela foi para o seu quarto e depois de um tempo voltou. Mas com o rosto muito vermelho e nem conseguindo falar direito.

Mãe, você pode conversar?

Eu parei tudo e fomos conversar. Ela disse: “Eu queria te pedir desculpas e você pode dizer o que achar que deve… eu já estou preparada para viver o meu momento”. Não senti que seria o momento para dizer nada. Demos um abraço e deixamos o dia correr.

À noite, ela estava muito pior, estava começando a ter uma febre, então, fomos ao hospital. Ela estava muito “derrubada”. Chegamos ao hospital. Ela olhou para o lado e disse: onde está minha bolsa? Não sei…. ah acho que você esqueceu no carro! (Fomos de carro de aplicativo). Fiquei tranquila, bastante conectada para sentir os passos que fluiriam naquele momento… enquanto isso, aguardávamos para ser atendida.

Ela não chorou. Olhou pra mim e disse: “mãe, meu mundo está desabando. Estou ficando doente, perdendo coisas… e estou tentando resolver as coisas nas próprias coisas. Quero ouvir tudo que você tem a dizer. Mãe, o meu momento chegou.”

Confesso que naquele momento, ainda não senti que era para dizer nada. Apenas um abraço bem inteiro. Ela não chorou, mas voz que já não saía direito, estava completamente travada. Então, olhei nos olhos delas e perguntei: O que eu faço para tudo na minha vida e que temos o hábito de fazer em família? Ela respondeu: expansão de luz. Pois é! Então vamos fazer?

E fizemos. Enquanto estávamos lá, no hospital, de olhos fechados, de mãos dadas e expandindo luz, o motorista me ligou dizendo que estava na recepção do hospital com minha bolsa que eu havia deixado no carro. Pronto! Agora sim! O tempo dela havia chegado! Descemos, pegamos a bolsa. Então, ela chorou. “Mãe, qual o propósito disso que eu estou vivendo?”

“Ter consciência de que a luz que você emite acolhe tudo. E que tudo isso que você está vivendo, só está vivendo porque está reagindo às ações da professora. Está sofrendo com tudo isso. Tudo começa em você. E você escolhe se acolhe em luz ou se você reage com essa ira. A sinusite conta pra nós que existe uma relação doente acontecendo. Que não está dando conta de uma convivência próxima”.

E então, tive oportunidade de aprofundar na criação dessa dor, nela. Enquanto isso, fomos expandindo luz do coração. Até que cheguei no ponto: “Agora, de onde vem esse sofrimento? De onde vem, de dentro de você, o que você coloca pra fora?”

E tem uma outra perguntinha que eu costumo sempre fazer: “Qual o primeiro sentimento que você tem quando ela faz esse tipo de coisa?”

Ela me disse com muita clareza: “Sensação de injustiça. De ter que me sujeitar à falta de educação porque ela é autoridade.”

Poxa! Já falamos disso aqui nos áudios! Lembram? Das nossas questões com o poder! A relação com autoridade! Porque nós vivemos nossa primeira relação de autoridade com a mesma pessoa que nos garantia segurança: os nossos pais!

Ela sempre teve uma relação leve com escola, desde pequena! E no ano passado viveu o primeiro conflito, precisando administrar uma relação assustadora com uma professora. Ela não sabia lidar, mas passou o ano de uma outra forma. Ano passado ela apenas aguardava o fim do ano. Não foi nada saudável. Mas ficou a ferida. Só agora, essa ferida foi mexida. Essa relação amor e autoridade sempre foi uma coisa bem tranquila em casa. É tudo muito leve e foi com isso que ela se acostumou com isso.

Bom! Encontramos, então, uma feridinha guardada nela. Incrível! A luz daquela hora foi diluindo todo esse desamor. Ela foi ficando leve, dando algum sorriso. Mesmo diante de todo quadro. Mesmo estando no corredor de um hospital.

Agora, o mais interessante. No dia seguinte não tinha sintoma, não tinha aquela dor insuportável que nos levou ao hospital. Tinha uma tosse e nariz escorrendo. Foi tudo muito rápido. Manifestamos o amor e a dor se foi muito rápido. Toda manifestação tem sido rápida.

O legal dessa história é que o médico deu um atestado para se ausentar da escola. Foi ótimo! Ficamos 2 dias cuidando só do coraçãozinho. Depois disso, eu não perguntei mais a respeito da “Novela Escola”. Eu tenho perguntado “Como você se sentiu no dia de hoje? O que você percebeu de novidade nos próprios sentimentos, nos  próprios comportamentos?” Porque agora ela dá conta de me responder esse tipo de pergunta. Porque ela passou somente a se observar diante dos fatos. Ela parou de observar os fatos.

Antes desse episódio, ela queria mudar de escola, mudar de sala, mudar de turno… ela queria se livrar da professora. É isso… a tentativa de se livrar das energias que incomodam… Mas se incomodou é porque já existe uma feridinha para cuidar. E o momento de cada um chega. Enquanto isso, vamos nos remediando. Como fizemos uma vida inteira!

Aconteceu do lado de fora? Foi o lado de dentro que criou. Você aceitando ou não. Tendo consciência de como as coisas se formam ou não.

Somos luz. Somos amor! E essa nossa essência tem condição de acolher tudo que seja desamor. Sem a necessidade de tentar eliminar. Mesmo porque desafios só aparecem para serem integrados ao amor. Quando eliminamos o que cria a situação, a própria situação perde a necessidade de se manter ali.

EU SOU RAMINA EL SHADAI

Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar