O que posso fazer para amenizar dores?

O QUE POSSO FAZER PARA AMENIZAR DORES
– Transcrição de áudio O NOVO DESPERTAR de Ramina El Shadai –

No sábado passado eu recebi uma mensagem que dizia assim: “Bom dia, Ramina. Tudo bem? Está acontecendo muito acidente em BH. Primeiro do avião que foi aqui perto de casa e vários outros. Você indica alguma coisa que eu possa fazer para melhorar a energia e amenizar os acidentes? ”

Eu gostaria de responder essa mensagem em áudio, como faço com tantas outras perguntas que me enviam, porque estamos todos vivendo oportunidades de exercitarmos novas percepções com relação a nossa existência.

São várias questões aí: primeiro, que com relação a acidentes em BH, ou simplesmente com relação a acidentes e outros rompimentos, situações que mostram que algo está fora do lugar estão acontecendo em vários níveis, em todos os lugares, e em todas as dimensões, isso é o mais importante de se ter consciência. Depois, temos duas perguntas: primeira pergunta seria: o que fazer para melhorar a energia? E a outra seria: o que fazer para amenizar acidentes?

Estamos falando de controle, enquanto estamos buscando o que fazer por algo que eu considero melhor do que isso que está acontecendo. Estamos falando de vida linear, que é fazer algo para atingir outro algo. E estamos falando de crenças porque o que eu acredito é o que me leva a buscar alternativas de sobrevivência. Alternativas para uma melhor segurança.

Quando exercitamos a observação, aquela observação que tenho trazido recentemente, com mais relevância… quando exercitamos observar, sem o filtro da mente, sem o julgamento, a observação não vem acompanhada do pensamento que produz sentimentos sobre o que se observa. Já inicia uma nova percepção. Quando observamos os fluxos, os movimentos, vamos aprendendo a respeitar as coisas nos seus devidos lugares. Estamos aprendendo a enxergar propósitos.

Mas estamos falando de acidentes, de tragédias, de coisas que saem do nosso controle… estamos falando de situações que são a manifestação de algo que já era antes de se tornar uma experiência física. Só mudamos a realidade, quando mudamos o que produz a realidade.

Mudamos energia sim! Observando o que demos conta de ser, de fazer, de produzir, reconhecendo tudo que vibramos, reconhecendo que as crenças que sustentaram todas as nossas escolhas não fazem sentido num fluxo amoroso, reconhecendo que tudo que vivemos tem a mesma energia que nós vibramos. O que nós temos que mudar é algo que está antes de tudo que estamos querendo mudar.

Toda a nossa história tem fundamentos em vibrações de escassez que nos levaram a buscar tudo da forma como buscamos. E o tempo todo estamos falando de rompermos as crenças em nós. Isso é muito sério!

Quando falamos de crenças, ainda situamos as crenças em níveis mais rasos da nossa vida. Crença não é só você achar que não dá conta de alguma coisa, que está velho para fazer isso ou aquilo. As crenças estão enraizadas em nós e passaram a existir em nós, vindas de várias fontes: da nossa educação, da nossa primeira relação familiar, da nossa própria relação com as dificuldades, com os desafios, da nossa ancestralidade…

Então, quando eu proponho a vocês um encontro para aprender a lidar com a crenças é aprender a localizar em você tudo que faz você querer mudar tudo para ficar do jeito que considera seguro. É aí que a gente tem que mexer.

Quando falamos aqui, insistentemente de dores, falamos que não curamos as dores nas próprias dores. Quando falamos de desafios, a mesma coisa, não cuidamos dos desafios nos próprios desafios. Quando falamos de qualquer realidade, não há mais energia que sustente qualquer comportamento que seja estratégico para se alcançar alguma realidade desejada. Isso é que precisa ficar claro.

Amenizar acidentes é algo completamente controlador e não há porque mexermos nisso! O tempo não está mais em nossas mãos para continuarmos transformando a nossa história em marionete de nossas crenças e nossos pensamentos frágeis e ilusoriamente fortes.

Hoje, a vida pede apenas expansão de luz, da nossa luz individual e da nossa luz em unidade. Por isso, quando eu proponho algum encontro vivencial, eu só consigo ver a transformação acontecendo naquilo que a gente usa para criar a vida. A vida criada de uma nova forma é que vai começar a amenizar todo e qualquer tipo de dor.

As velhas forças da nossa velha forma de produzir vida precisam se romper. E se está se rompendo em nós, precisamos aceitar que tudo isso se faça na nossa história também.

Um acidente, um crime, uma tragédia são manifestações de um modelo de sistema que foi criado pela nossa forma de produzir vida. Estamos falando de humanidade. Estamos falando da energia que vibramos em nossa vida individual e da energia que vibramos na nossa vida coletiva.

A proposta da Terra é mudar a frequência, então, quando mudamos a frequência seguindo esse fluxo amoroso que é natural, aí sim, não é mais necessário vivermos tudo isso que estamos vivendo e que foi o que soubemos criar.

Sempre, a expansão de luz que eu ensino aqui, que ensino durante todos os encontros vivenciais que realizo é o que eu indico sempre. É energia que acolhe energia.

Mas você jamais vai expandir para luz atingir o que você quer, você expande luz para que essa luz acolha e integre a energia que criou uma realidade de dor. Expandir luz e deixar essa luz crescer e atingir distancias e dimensões que não estão no controle da sua mente.

Expandir amor e acolher o desamor. Isso é suficiente para mudar a vibração e usar uma nova ferramenta de co-criação, aceitando o que já foi criado, porém cuidando amorosamente! Essa expansão, inclusive, é capaz de te guiar para sábias escolhas com relação a medidas cabíveis quando está em seu domínio, a solução de uma questão.

A vibração do medo e da falta produz a dor. Quando você expande luz, o que te levará a agir nessa dor já será a vibração do amor.

No sábado, estava conversando com a mãe de uma colega da minha filha num encontro da escola e enquanto dizia que estaria em Recife, nos próximos dias, ela me disse assim: “vê se eu vou estragar minhas férias me contaminando de óleo. Eu pediria reembolso para a agencia de viagens”.

E eu respondi: é porque não estou de férias! Eu sempre entendo que estou onde devo estar. Vai que consigo ser um pouco de luz para o mar, que tem sido tanta luz para mim! Falei e ri! Ela ainda me respondeu: “síndrome de abajur!”

Esse foi o nosso diálogo. Estamos falando de fontes diferentes de expansão!

Ela não entende a minha linguagem, eu conheço profundamente a linguagem dela e consigo acolher na unidade. Percebem como nos separamos?! Nos separamos pelas ideias que foram formadas pelas nossas crenças! Quando nos reconhecemos em unidade não nos consideramos tão distantes, mas fica muito claro que vivemos exatamente a energia que criamos e vivemos a vida tentando combater.

Estar diante do mar em dor, para mim, é estar diante do mar! Eu posso ser amor, agora, então é isso que eu sou! E esse amor acolhe todo desamor, até que essa vibração se transforme numa densidade em que as coisas aconteçam assim na vida física. Alguns dizem que é uma questão de tempo. Talvez, uma questão de agora! De cada agora!

Eu te convido, agora, para juntos, sermos esse amor em expansão…. E essa energia sustentará o seu dia, suas escolhas e será luz para tudo que escolher vibrar luz… essa energia será o acolhimento de todo desamor que passar por você e é sua ferramenta amorosa de co-criação de realidade.

Vamos inspirar naturalmente…. Deixando nossa respiração profunda, sem barulhos, sem mexer os ombros… trazendo o ar beeeem profundo e soltando bem devagarinho também. Perceba você na sua natureza, usando seu potencial de abundância. Ar é abundância! Viva esse ar, sinta esse fluxo de ar…. deixa essa abundância tomar conta de você.

Então comece a sentir seu chacra cardíaco em luz… você pode sentir, você perceber que está aquecendo, você pode ver… deixa as sensações acontecerem, sem você se esforçar pra isso. Se não conseguir sentir, apenas tenha consciência que é luz. Saiba que é luz. Apenas isso. E deixa essa luz sair de você.

Inspire…. solte…. seja luz…. seja expansão de luz….
Luz sai…. então, a luz disponível também entra.
Um movimento intenso de entrada e saída de luz!

Uma verdadeira dança amorosa acontecendo em você e através de você.
Se permita esse fluxo amoroso!
Esse tempo é seu!

Agora, não fique buscando, apenas deixe vir para você qualquer possibilidade de desamor. Um desafio, uma relação doente, uma dor, uma doença, uma questão…. deixe vir o que estiver pronto para surgir para você. E o que surgir, traga para seu coração. Apenas envolta tudo nessa sua luz fortalecida.

Sinta a integração do desamor ao amor. Você é essa força de integração e acolhimento amoroso.

Esse é o movimento primeiro. Energia trocando energia. Onde tudo se cria. Agora sim! Você começa a ter consciência de que produz vida em amor. E isso é seu! O tempo todo! Cada vez que expandir luz vai adquirindo intimidade com sua fonte amorosa! Permita o seu tempo!

O agora é assim! Mostra o que já construímos e mostra o que temos para produzir.

Sempre que amenizamos dores, sempre que eliminamos dores, deixamos de conhecer as suas mensagens, os seus propósitos e acabamos fortalecendo os ciclos das repetições. Sempre que olhamos atentamente as dores e enxergamos seus processos e sua formação, a sua origem, conseguimos abrir mão dos velhos ciclos.

Deixe isso crescer em você. Saiba, profundamente, a partir de seu coração curado: a luz que EU SOU co-cria uma realidade amorosa para toda humanidade!

EU SOU RAMINA EL SHADAI

Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar

Por que eu não manifesto nada?

POR QUE EU NÃO MANIFESTO NADA?
– Transcrição de áudio O NOVO DESPERTAR –
Por Ramina El Shadai

Essa é uma das perguntas que eu mais ouço, ou como perguntas, ou como afirmação: eu não consigo manifestar nada. E antes, de aprofundar, é importante termos consciência de onde vem essa percepção. Aprendemos a perceber tudo a partir do que conhecemos e acreditamos. Então, eu diria que a frase deveria ser assim: eu não manifesto nada do que eu queria, do jeito que eu queria. ou eu não manifesto nada do que eu conheço como bom e considero seguro na minha vida.

Ou seja, estamos falando da sua forma de perceber o mundo que vem da sua forma de pensar sobre o mundo. E tudo que você pensa sobre o mundo ainda produz em você um sentimento que não é sua percepção natural. É um sentimento que seus pensamentos produzem, portanto, um sentimento temporário, condicional, reativo ao que você quer e que você não tem.

Estamos falando de controle? Da falta de controle? Das crenças que sustentam o que você pensa?

Um sentimento que reage é um sentimento que briga contra alguma coisa, então, temos um sentimento focado no que você não tem, que reage ao que você não conquista, portanto, que alimenta o querer, as faltas. Esse sentimento produzido por você acreditar que não manifesta, nada mais é do que a frequência que você vibra. E que, naturalmente, manifesta o que você vive. E brigar com a frequência que você vibra é brigar com você, com o que dá conta de ser.

Nós sempre manifestamos o que vibramos. Sempre! Jamais deixamos de manifestar. Manifestar é expandir, é declarar, é movimentar as densidades das energias, é transformar tudo que você é em vida física, então você sempre está manifestando. E manifestando o que tem a ver com algum nível interno de você.

E quando eu digo assim, vocês ainda brigam comigo (risos), buscando alguma característica do que vivem e dizendo que não são aquilo. É porque quando começamos a observar tudo no que sustenta tudo, a nossa forma de perceber também precisa mudar. Não olhamos mais a característica do fato, mas o que ele desperta em nós, que ferida ele ativa, o que ele vibra. Passamos a observar propósitos. Não importa os fatos, mas os propósitos dos fatos. Isso sim diz sobre o que estamos vibrando.

Aprendemos a ser dominados por tantos padrões mentais que nos afastaram de algo muito maior que nós somos, e estamos aprendendo a nos reconhecermos na nossa grandiosidade e usarmos nossa mente a partir da nossa sabedoria interna e não a partir do que aprendemos, conhecemos, acreditamos, nos moldamos.

Isso que falamos: vemos o outro com um olhar filtrado. filtrado pelas crenças, pelos conceitos, pelo que enxergamos e limitamos o outro, pelas nossas classificações. Isso sempre foi tudo que soubemos vibrar. com tantas possibilidades energéticas hoje, não existe sustentação vibracional para padrões limitados, por isso você tem a sensação de que não flui, de que não manifesta. porque está tentando produzir uma vida leve, com padrões ainda densos movimentados por você.

Desde sempre a minha fala com vocês aqui é: perceba de onde vem suas escolhas. Perceba o que te leva a fazer o que está fazendo agora. Perceba você em cada agora. Perceber qual vibração nossa sustenta tudo que fazemos, que falamos, que vivemos é tudo que temos. De onde sai tudo é que diz sobre esse tudo!

“Ahh, porque eu estou adoecendo tanto agora? ”

Primeiro que a doença te recolhe um pouco, te faz sair desse ciclo de vibração inconsciente, pede uma atenção. Segundo, que a doença é uma grande oportunidade de você reconhecer o que está vibrando. Uma oportunidade, um presente, porque a doença é uma manifestação, né?!

Então, quando ela acontece é porque já existe condição de olhar para ela e enxergar o que produziu ela. Doença é como qualquer desafio, como qualquer manifestação. Você não resolve aquilo, direto naquilo. Você soluciona no propósito, na produção. É uma frequência que já está sendo movimentada a um tempo e que agora você pode reconhecer com mais clareza.

Estamos em tempo de olharmos para nós. Muito mais do que ficarmos ansiosos com o que não estamos manifestando, é preciso reconhecer o que estamos manifestando. É muito interessante esse processo!

Você diz que não consegue manifestar a partir de algo que gostaria de manifestar, ou a partir de algo que você vê outra pessoa manifestar e queria aquilo para você, a partir do que considera necessário para você, ou que considera importante, prioridade. A partir de algo que falta para você. Comece a perceber dessa forma. Como tudo se forma. A sustentação do que você vive, de onde ela vem, dentro de você.

Nesse tempo em que temos nobres oportunidades de cuidarmos de nós para fortalecermos o que, dentro de nós, produz tudo que vivemos, é a partir dessa estrutura energeticamente sólida, consistente, consciente que a nossa vida está se formando, então se não se formou nada consistente ainda.

De certa forma, que bom! Sinal que a vida não está alimentando mais essas produções vazias e inconsistentes para você. Porque eu vejo que tudo que é feito tentando se agarrar a alguma coisa, isso tudo é como uma pedra solta num penhasco. Isso é forte, mas é assim que eu tenho percebido.

Todas as oportunidades estão nos sendo oferecidas o tempo todo para nos desagarrarmos do que nos prende. E somos presos nas nossas seguranças. Então fazemos para não ficarmos sem fazer. Para isso não há mais sustentação.

Então, em tempos de possibilidades, em tempos de se reconhecer na sua verdade, reconheça você em tudo que tem manifestado hoje. Reconheça você. E jamais tente mudar a sua realidade. Porque realidade é manifestação da sua frequência, então estamos aqui para mudarmos a nossa percepção de mundo que cria um outro mundo para nós.

O que, dentro de mim, produz o que eu vivo? Só não pergunte para sua mente. Sinta, se perceba, se enxergue. Não precisamos de mais nada para nos julgar, nos padronizar, nos classificar e nos separar ainda mais de nós.

Perceber o que de nós produz a nossa realidade, é um ato amoroso, cuidadoso, delicado. Porque é o que demos conta de ser. e deixar de ser o que soubemos ser dói, então precisamos exercitar nossa amorosidade conosco. Enquanto expandimos esse amor a ser manifestado. É você com você mesmo.

“Ramina, por que eu ainda não reconheço nada do que eu manifesto? ” Talvez essa seja a grande questão! Porque para reconhecer tudo precisa enxergar tudo além do que já conhece sobre tudo.

A vida acontece agora. O agora te diz tudo que você precisa saber sobre você e sobre como produz vida e todas as possibilidades e ferramentas disponíveis para que produza vida com consciência. É o que estamos vivendo, essa é a nossa realidade. Não precisamos pensar sobre ela, precisamos nos enxergar nela.

EU SOU RAMINA EL SHADAI

Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar

Tudo está deixando de ser

TUDO ESTÁ DEIXANDO DE SER
– Transcrição de áudio O NOVO DESPERTAR –
Por Ramina El Shadai

Minha proposta hoje seria aprofundar a partir de uma frase que circula nas redes e que diz assim: NUNCA SE AFASTE DE VOCÊ PARA SE APROXIMAR DE ALGUÉM.

Falamos muito isso: nos afastamos de nós para fazermos uma coisa ou outra. Cuidei tanto de todo mundo e acabei não cuidando de mim mesmo. Me voltei para o lado de fora e esqueci de voltar para o lado de dentro.

Tudo isso é uma forma de dizer: eu vivi sem consciência de tudo que poderia ter vivido. Eu vivi sem a consciência do que eu estava vivendo.

Um dos melhores exercícios de se voltar para dentro é justamente olhar o lado de fora. Não existe um lado de dentro que seja isolado do lado de fora, como acreditamos esse tempo todo. Por isso nos separamos. Por isso dizemos assim: agora, vou parar um pouco, me afastar de tudo para cuidar da alma.

E íamos ali, num ambiente silencioso, agradável, um ambiente em paz, trazíamos aquela paz para nós e então voltávamos à vida normal. Como se aquele tempo ficasse só naquele tempo.

O que eu chamo de “um tempo para mim”

A sua própria vida diz tudo sobre o que existe dentro de você. O nível de ausência que vibra em abundância. É porque o que chamamos de interno foi se constituindo de acúmulos. Só agora estamos conseguindo nos descamar, reconhecendo novos níveis do que realmente está interno a nós.

O fato é que fizemos um movimento de pensar isoladamente, e a partir do nosso pensamento, produzimos nossos sentimentos. E essa vibração foi a que nos guiou. Então, vivemos novas experiências, tomamos mais decisões, relacionamos com pessoas. E pensamos sobre isso tudo, desenvolvemos opiniões sobre tudo, julgamos o mundo todo e produzimos sentimentos sobre isso. Sentimentos esses que geraram mais decisões.

Nosso pensamento comandou nossos sentimentos. Fomos depositando todas as interações dentro de nós. A nossa forma de viver, de sentir a partir do que pensamos foi o que nos afastou de nós e nos separou de tudo. E esse afastamento de nós foi o que nos fez buscar tudo que fosse afastado de nós também.

Então, tudo que fizemos não esteve relacionado com o que somos em verdade. Não movimentamos, internamente, nosso potencial sagrado e abundante. Movimentamos internamente, medos e faltas que produzimos, porque pensamos que sempre foi necessário buscar alguma coisa, mesmo que essa coisa fosse a nossa espiritualidade. Espiritualidade também era algo a se conquistar, garantir.

Tudo fora do lugar! Tudo que buscamos nos separou ainda mais de nós. Então, a coisa mais natural do mundo seria a possibilidade de se afastar mais de você para se aproximar de alguém. Quanto mais estamos em nossa unidade, guiados pela nossa alma, não precisamos nos aproximar de ninguém, porque todos os alinhamentos acontecem naturalmente. Saímos da necessidade de nos aproximarmos, de nos agruparmos e passamos a viver alinhamentos por potenciais.

Então, a sua vida do lado de fora e como você se dedica a tudo e a todos precisa ser reconhecida na origem dessa escolha, na vibração que te leva a ser assim. Sempre que o fato de se voltar para o lado de fora te leva a se afastar do lado de dentro, com certeza, o quanto se dedica ao lado de fora também está sustentado pelas vibrações de faltas que te levam a isso, e te alinham a essas situações.

Se não vive em união com seu lado de dentro, nada que é feito lá fora realmente diz sobre você, em abundância. Então, é essa ausência toda de si, fortalecida. É um contexto cheio de relações, de experiências, todas elas originadas de uma necessidade de se preencher. Falta sobre faltas!

Quando se percebe isso, é que nasce a sensação do vazio. Mas do vazio com relação a tudo que não diz sobre você e que começa a perder o sentido para você. Surge a necessidade de soltar tantas coisas. E por onde começar? Entende quando eu falo sobre desmoronar? Tudo do lado de fora é uma dimensão do que nutrimos do lado de dentro, do que consideramos nosso lado de dentro, sabe?!

Nosso lado de dentro deveria ser apenas alma! Em sua natureza sagrada! Simples! Nobre! Abundante! E preenchemos nosso lado de dentro como um depósito de sentimentos e sensações que acumulamos e fomos nos distraindo para não assumirmos o que estávamos criando em nós.

Fomos deixando o tempo cuidar e o tempo não liga muito para o passado, mas também não tem o poder de curar. O poder de curar é o nosso acolhimento consciente. Só! Dentro de nós ficou cheio, mas não o suficiente para nos sentirmos plenos. E agora, nesse tempo de nos esvaziarmos desse nosso velho nós, estamos tendo a oportunidade de sentirmos essa plenitude toda.

Esse esvaziamento do velho em nós está poderoso e esvaziando o lado de fora completamente também. Claro! Se a vida é a manifestação do que está dentro de nós e tudo que estava está sendo curado, iluminado, acolhido e transformado, precisamos reconhecer o tempo em que as coisas do lado de fora vão acompanhando nossas transformações.

Muita coisa está deixando de ser! Tudo está deixando de ser! Deixando de ser da forma como sempre foi. Deixando de ser o sentido que sempre foi. Deixando de ser da origem que sempre foi. Soltar tudo e confiar que a vida física tem um tempo diferente da vida sutil para se formar. Essas transições são importantes e muitas vezes, dolorosas.

A forma como acolhemos tudo isso é que vai dizer sobre a forma como tudo isso tem sido feito para nós. Confiar é sentir que já é. É sentir. Não é acreditar, não é ficar repetindo para si mesmo. Não é esperar! É sentir. Dentro de você, ter a certeza que todo desmoronamento está sendo importante para surgir o que está antes dessa velha estrutura que usamos para construir tudo.

As velhas coisas se vão. “O que é importante para mim agora?” E isso está na sua frente! Sempre estou vivendo novas mudanças na minha vida e isso tem trazido para mim, cada vez mais, a certeza de que mesmo o que já chega nas novas frequências sempre vai mudar quando alcançamos ainda novos níveis.

Observo o que está saindo. Observo o que está surgindo. Observo o que eu pensava que duraria mais um pouco. Vou observando e seguindo. Existe uma diferença de liberar o que já foi construído com consciência de liberar tudo que criado inconscientemente, claro! Já temos um domínio do processo de criação, então ter essa conexão com os propósitos facilita tudo. É outra relação com os fechamentos dos novos ciclos, mas são ciclos. O que muda é a nossa percepção. Então muda tudo. Porque o sentimento não é tão mais condicional ao fato.

Tem luto? Claro! Tudo que sai é literalmente a manifestação de um nível de nós que saiu também. Luto acompanhado de um novo nascimento. Um ciclo se foi, algo novo se inicia! E tudo está muito claro! Leve! Nítido! Cada vez mais! Tem muita coisa nova chegando! Então tá! Tudo está deixando de ser! Para que um novo tudo passe a ser!

EU SOU RAMINA EL SHADAI

Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar

Apenas observe…

APENAS OBSERVE
– Transcrição do áudio O NOVO DESPERTAR –
Por Ramina El Shadai

Na semana passada eu estava estudando com a minha filha alguns conteúdos de umas provas, e os textos contavam que os primórdios começaram a desenvolver a agricultura, a partir da observação do que acontecia, quando comiam as frutas que eles coletavam, e as sementes caiam na terra.

Depois, ela teve contato também com mais um texto que descrevia outro tipo de observação que determinava a relação com o tempo, com as distâncias e outros conceitos, que era a observação dos astros. Claro que estou falando de uma forma bem resumida, mas onde eu queria chegar é que ela me disse assim: “Nossa, mãe! Você fala exatamente isso nos seus áudios! Que um dos grandes equívocos da nossa existência é não observar os nossos ciclos e os nossos fluxos naturais! E os primórdios observavam tudo!”

É isso! Nesse processo todo da gente usar apenas um recurso nosso estratégico, em busca de segurança e acúmulos, produzimos, criamos, desenvolvemos…. A princípio pela própria evolução, até nos perdermos nos propósitos das nossas criações. Chegamos a criar nossas próprias necessidades para que pudéssemos criar as soluções das necessidades.

E chegamos até aqui. Estamos nesse estágio. De produzir sem a consciência dos propósitos, sem a consciência de onde que sai o que estamos produzindo. Então, eu sempre digo: observe. Esse exercício de observar, sem o julgamento. Sem ter que explicar o que você está observando. Essa observação sem crenças, sem nada que justifique nada. Eu falo de uma observação consciente. Ela é leve.

Você pode se sentir misturado com todas essas loucuras também ilusórias que estão acontecendo, porque nossos velhos lugares não se encontram mais. Nossas velhas referências não se encontram mais. Você pode ter pressa de sair desse lugar dolorido que você se encontra. Você pode ficar tentando achar respostas para um monte de perguntas da sua mente e que nunca vão encontrar aquelas tais respostas internas que falamos desde sempre.

Se as respostas são potenciais dentro de nós. É porque elas não se encaixam a perguntas que se referem ao que falta fora de nós…. nós nos equivocamos quanto aos nossos potenciais, quanto às possibilidades de co-criação de vida. Então, agora, Observe. Apenas observe. Sem a pressa de sair de onde está. Sem o medo de querer sair de onde está. Sem o medo de reconhecer que o lugar que chegou não flui em sintonia com as leis universais.

É muita informação. E nós não precisamos mais acumular nenhuma delas. Vamos aprendendo a soltar. Mas soltar o que está na nossa frente. Sem a neura dessa obrigação de soltar. E para isso, observe.

Nosso processo de alinhamento com o fluxo amoroso é tão encantador! Não é linear, não se adequa às nossas velhas querências mentais para cumprir algum protocolo social, cultural ou de qualquer outro sistema. Mas nosso processo de libertação desse Sagrado em nós é…. É! simplesmente É! Talvez surpreendente, seja a palavra. Mágico mesmo.

Observe… tudo…. observe o que está acontecendo, observe o que você sente com relação ao que está acontecendo, observe qual o primeiro sentimento que desperta em você diante de qualquer desafio, observe onde está, observe a crença que sustenta você estar onde está, observe o que te segura onde está, observe se ainda insiste em mudar o que está ruim, observe o que considera ruim, observe a que se refere quando pensa que não escolheu viver o que está vivendo, observe suas perguntas, observe sinais, observe abundância presente em tudo, observe a vibração presente em tudo que criou, observe o que suas escolhas vibram, observe o que construiu, observe o que ainda quer conquistar, observe qual crença explica o que quer conquistar, observe se o que quer conquistar ainda faz parte de você quando reconhece alguma crença, observe como se sente quando solta alguma dor, quando solta alguma verdade, quando solta algum padrão, quando solta algum medo, observe se tem pensando que as coisas eram mais fáceis ou se as coisas já foram mais difíceis, observe se acredita num futuro melhor, se acha que o amanhã é sempre melhor que hoje, observe se não se preocupa com dias melhores, apenas vive em gratidão o agora, observe se já reconhece o agora e ele se encarrega de co criar com todo fluxo que você se permite seguir, observe.

Observe seu olhar, observe o que sai de você. Observe o que lhe é oferecido. Não como retribuição ao que você fez. Mas observe tudo que lhe é oferecido. Por alguém, por algum lugar, pelo próprio universo, por você mesmo. Consegue ver que é tudo uma coisa só? Observe o que considera isso: lhe ser oferecido. Observe o que está tentando eliminar da sua vida. Observe o que exige esforço. Observe o que acontece só de você sentir com um pouco mais de preenchimento de si. Observe como lida com tudo….

Sabe…. Observar exige da gente presença. Exige da gente uma acolhida amorosa com o que demos conta de ser. Observar só acontece no agora. É um exercício tão poderoso que eu posso afirmar que é uma vibração de abundancia co-criadora de realidade.

A observação acompanhada da expansão de luz que sai do nosso cardíaco é uma ferramenta de co-criação amorosa. Nos permite respeitar fluxos e agir na evolução a partir da nossa presença. É muito diferente de tudo que distorcemos de nós, para estarmos tão enlouquecidos com tantas urgências que determinamos para nós.

A nossa vida aconteceu no futuro a partir do que experimentamos no passado. A partir do que alguém experimentou no passado e nos contou…. Passado que determinou o futuro de inúmeras formas. Por isso dizemos que vivemos ilusões. Porque além de estarmos em tempos que não dizem nada sobre as nossas relações com a essência da existência, ainda usamos apenas uma parte de nós para fazer tudo isso acontecer.

Tudo que acontece hoje, que está tirando tudo do velho lugar, está transformando todas as nossas experiências em oportunidades de estarmos apenas no agora, observando tudo que temos disponível para usarmos algo de nós que estava adormecido, por isso usamos a expressão Despertar da consciência. Sonhamos tanto porque estávamos dormindo. Literalmente. Não fomos inteiros. Estamos aprendendo a ser.

Hoje, amorosamente, meu coração diz a todos nós. Observe! Tudo. Apenas observe.
Só assim reconhecemos o fluxo e abrimos mão de tanto controle.

EU SOU RAMINA EL SHADAI

Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar

Como se livrar de energias negativas

COMO SE LIVRAR DAS ENERGIAS NEGATIVAS
– Transcrição de áudio: Mensagem de RAMINA EL SHADAI –

Bom! Ainda temos uma cultura que tenta usar estratégias lineares para tudo. Fomos nos vitimando e aprendemos desde bem pequenos a eliminar tudo que nos incomodou.

Incomodou? Vamos acabar logo. Vamos sarar, não é assim? Vamos cuidar dos sintomas. Vamos nos sentir livres de qualquer desconforto, desafio, ameaça, insegurança. Eliminar.

Eu me lembro de uma vez em que eu assistia o filme da branca de neve. Eu era criança, mas não tão pequena, porque me lembro do sentimento que eu tive ao perceber que a bruxa tinha planejado a morte de uma menina, por ter sido superada em beleza. E a sensação que me veio naquela época foi justamente da facilidade de se exterminar aquilo que está incomodando.

Eu não sabia mais nada sobre esse tema, mas fui atenta a todas as formas de extermínio que nossa cultura nos permitiu. Desde acabar com algo que seria super aceitável, como as dores, por exemplo, até acabar com uma imperfeição, corrigindo nossos traços através de uma cirurgia. Sempre brigamos com o que fomos. Nunca aceitamos o que fomos, nunca aceitamos o que criamos, mas sempre exigimos aceitação de todos.

Quando eu afirmo que nunca aceitamos o que fomos, eu não me refiro aos nossos traços físicos, eu me refiro ao que criamos em nossas experiências e que não aprendemos que aquilo seria uma expansão de nós.

A nossa história começa aí. Em nós mesmos. No que produzimos em nós, no que produzimos para nós e por não conhecermos profundamente nossas ferramentas de produzir tudo isso, nós eliminamos o que nos fere. Aos poucos, vamos nos apagando, porque o tempo todo que brigamos com tudo que produzimos, estamos brigando com nós mesmos, sem ao menos termos conhecimento sobre isso. Ou deixarmos nossa sabedoria nos mostrar isso!

Mas estávamos falando das energias negativas. O terror desconhecido de muitos. Afinal, é algo que não se vê, mas é capaz de destruir um lar. Não é mesmo? Claro que não! Não é bem assim! Energia é energia! Vibração. Frequência. Densidades e dimensões. Tudo é energia. E a sua energia é a mesma energia do que você vive!

O que eu mais falo nesses anos todos de áudio é: o mergulho em nós passa pelo mergulho em nossa realidade. Olhar, amorosamente o que construímos, o que criamos, as relações que vivemos, para termos clareza da energia que vibramos.

Você pode usar todos os recursos visíveis e invisíveis para eliminar energias negativas, energias que ilusoriamente são as responsáveis por seus sentimentos de que algo não flui, que enquanto não estiver inteiro em consciência do que manifesta, a mesma energia continuará sendo criadora do que você vive.

E em tempos de manifestação rápida, cada vez os desafios se tornam maiores, mais claros, porque mesmo que você não tenha clareza de nada disso, tudo está imerso em luz e luz traz para a superfície e para a claridade. Luz revela todos os detalhes. E esses detalhes estão em nós. Nós não conseguimos nos livrar de nada, nem de ninguém de não soltarmos as crenças que nos prendem a essas prisões.

Vou relatar uma história para vocês. Uma experiência com minha filha de 10 anos que me autorizou a compartilhar o que vivemos.

Na semana passada, ela chegou em casa com uma super crise de sinusite. Ela nunca teve sinusite. Foi a primeira vez e já chegou para não deixar dúvidas. Ela estava num momento de sofrimento com umas posturas da professora dela. Então, ela chegou em casa me contando os últimos capítulos dessa “Novela Escola” e eu disse assim:

É a segunda vez que você vive isso. Que passa um ano inteiro com uma professora que tem determinados comportamentos que te fazem sofrer. Ano passado já foi assim e foi muito doído. Isso que a pessoa faz, é ela com ela. É o que ela tem dentro dela. É o que ela dá conta de ser. Ela com ela! Agora, eu te pergunto: porque você sofre tanto?! É aí que temos que chegar! Temos que mexer em você! Descobrir de onde vem esse sofrimento todo.

Ela ficou muito nervosa. Muito mesmo! E disse que não achava justo ter que tratar ela por um comportamento que não era dela. Eu disse: Tudo bem! A maioria das pessoas pensa assim. Aprendemos a ser assim. Você vive uma realidade que não é assim, mas todos nós aprendemos a tratar os fatos nos próprios fatos!

Só que hoje estamos vivendo a oportunidade de acolher todos esses fatos que ficaram guardados, determinando todas as escolhas, inconscientemente. Eu não vou desgastar a nossa relação por causa disso. Você vai ter o seu tempo. O seu momento vai chegar! Hoje, posso te levar ao hospital e resolver com remédio. O dia que você se sentir preparada para cuidar desse aspecto em você, eu também estou aqui para te ajudar.

Ela foi para o seu quarto e depois de um tempo voltou. Mas com o rosto muito vermelho e nem conseguindo falar direito.

Mãe, você pode conversar?

Eu parei tudo e fomos conversar. Ela disse: “Eu queria te pedir desculpas e você pode dizer o que achar que deve… eu já estou preparada para viver o meu momento”. Não senti que seria o momento para dizer nada. Demos um abraço e deixamos o dia correr.

À noite, ela estava muito pior, estava começando a ter uma febre, então, fomos ao hospital. Ela estava muito “derrubada”. Chegamos ao hospital. Ela olhou para o lado e disse: onde está minha bolsa? Não sei…. ah acho que você esqueceu no carro! (Fomos de carro de aplicativo). Fiquei tranquila, bastante conectada para sentir os passos que fluiriam naquele momento… enquanto isso, aguardávamos para ser atendida.

Ela não chorou. Olhou pra mim e disse: “mãe, meu mundo está desabando. Estou ficando doente, perdendo coisas… e estou tentando resolver as coisas nas próprias coisas. Quero ouvir tudo que você tem a dizer. Mãe, o meu momento chegou.”

Confesso que naquele momento, ainda não senti que era para dizer nada. Apenas um abraço bem inteiro. Ela não chorou, mas voz que já não saía direito, estava completamente travada. Então, olhei nos olhos delas e perguntei: O que eu faço para tudo na minha vida e que temos o hábito de fazer em família? Ela respondeu: expansão de luz. Pois é! Então vamos fazer?

E fizemos. Enquanto estávamos lá, no hospital, de olhos fechados, de mãos dadas e expandindo luz, o motorista me ligou dizendo que estava na recepção do hospital com minha bolsa que eu havia deixado no carro. Pronto! Agora sim! O tempo dela havia chegado! Descemos, pegamos a bolsa. Então, ela chorou. “Mãe, qual o propósito disso que eu estou vivendo?”

“Ter consciência de que a luz que você emite acolhe tudo. E que tudo isso que você está vivendo, só está vivendo porque está reagindo às ações da professora. Está sofrendo com tudo isso. Tudo começa em você. E você escolhe se acolhe em luz ou se você reage com essa ira. A sinusite conta pra nós que existe uma relação doente acontecendo. Que não está dando conta de uma convivência próxima”.

E então, tive oportunidade de aprofundar na criação dessa dor, nela. Enquanto isso, fomos expandindo luz do coração. Até que cheguei no ponto: “Agora, de onde vem esse sofrimento? De onde vem, de dentro de você, o que você coloca pra fora?”

E tem uma outra perguntinha que eu costumo sempre fazer: “Qual o primeiro sentimento que você tem quando ela faz esse tipo de coisa?”

Ela me disse com muita clareza: “Sensação de injustiça. De ter que me sujeitar à falta de educação porque ela é autoridade.”

Poxa! Já falamos disso aqui nos áudios! Lembram? Das nossas questões com o poder! A relação com autoridade! Porque nós vivemos nossa primeira relação de autoridade com a mesma pessoa que nos garantia segurança: os nossos pais!

Ela sempre teve uma relação leve com escola, desde pequena! E no ano passado viveu o primeiro conflito, precisando administrar uma relação assustadora com uma professora. Ela não sabia lidar, mas passou o ano de uma outra forma. Ano passado ela apenas aguardava o fim do ano. Não foi nada saudável. Mas ficou a ferida. Só agora, essa ferida foi mexida. Essa relação amor e autoridade sempre foi uma coisa bem tranquila em casa. É tudo muito leve e foi com isso que ela se acostumou com isso.

Bom! Encontramos, então, uma feridinha guardada nela. Incrível! A luz daquela hora foi diluindo todo esse desamor. Ela foi ficando leve, dando algum sorriso. Mesmo diante de todo quadro. Mesmo estando no corredor de um hospital.

Agora, o mais interessante. No dia seguinte não tinha sintoma, não tinha aquela dor insuportável que nos levou ao hospital. Tinha uma tosse e nariz escorrendo. Foi tudo muito rápido. Manifestamos o amor e a dor se foi muito rápido. Toda manifestação tem sido rápida.

O legal dessa história é que o médico deu um atestado para se ausentar da escola. Foi ótimo! Ficamos 2 dias cuidando só do coraçãozinho. Depois disso, eu não perguntei mais a respeito da “Novela Escola”. Eu tenho perguntado “Como você se sentiu no dia de hoje? O que você percebeu de novidade nos próprios sentimentos, nos  próprios comportamentos?” Porque agora ela dá conta de me responder esse tipo de pergunta. Porque ela passou somente a se observar diante dos fatos. Ela parou de observar os fatos.

Antes desse episódio, ela queria mudar de escola, mudar de sala, mudar de turno… ela queria se livrar da professora. É isso… a tentativa de se livrar das energias que incomodam… Mas se incomodou é porque já existe uma feridinha para cuidar. E o momento de cada um chega. Enquanto isso, vamos nos remediando. Como fizemos uma vida inteira!

Aconteceu do lado de fora? Foi o lado de dentro que criou. Você aceitando ou não. Tendo consciência de como as coisas se formam ou não.

Somos luz. Somos amor! E essa nossa essência tem condição de acolher tudo que seja desamor. Sem a necessidade de tentar eliminar. Mesmo porque desafios só aparecem para serem integrados ao amor. Quando eliminamos o que cria a situação, a própria situação perde a necessidade de se manter ali.

EU SOU RAMINA EL SHADAI

Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar

 

O que eu quero ver manifestando?

O QUE EU QUERO VER MANIFESTANDO?
– Transcrição de áudio O NOVO DESPERTAR de Ramina El Shadai –

Eu comecei a sentir essa mensagem na possibilidade do seguinte título: “O que eu gostaria de ver manifestando?”

Percebi que ficaria um título mais sutil, com aquela característica que eu costumo trazer, que é evoluir na mensagem até desconstruir o velho sentido dela. Mas não seria isso! Eu já senti a ideia de desconstruir e aprofundar na desconstrução. Para os que me ouvem há mais tempo, já conseguem enxergar esse “eu quero” e antecipar: não vale a pena querer!!!

Porque é mais ou menos isso. Inclusive, essa mensagem poderia ser rápida, se eu dissesse apenas uma coisinha, que não é novidade para nenhum de vocês. Tudo que queremos é sustentado por uma vibração de falta. Toda vibração de falta co-cria realidades também sustentadas pela mesma vibração.

Nos acostumamos a querer. Isso é normal na nossa história. Não tem como uma mente controladora pensar na hipótese de uma vida sem tantas conquistas. Por isso estamos sendo convidados a sair dessa vida produzida apenas pela nossa mente isolada de todos os outros nossos aspectos mais sagrados.

Querer que seja manifestado é algo que praticamente não existe, porque a manifestação é uma mudança da densidade de uma mesma energia. É um processo de fluxo. De dentro pra fora. Aquilo já existe em um lugar de nós e, aos poucos, vamos percebendo o que já somos, então, relaxamos para acontecer. É totalmente diferente do que determinamos.

A manifestação consciente está completamente relacionada à vibração da abundância e “Querer” está relacionado à vibração da escassez. Sabe essa história de sermos seres multidimensionais? É isso! Porque a gente entendeu que era tudo só humano, só físico mesmo! Mas antes de acontecer diante dos nossos olhos, já acontece diante do nosso coração. Do nosso coração curado.

Então, agora você consegue sentir como tudo, tudo mesmo está só na nossa mudança de percepção! Porque se você já considera tudo lá na sua origem, você nunca mais se preocupa em conquistar nada porque reconhece que TUDO JÁ É. Mas você RE-CO-CHE-CE que tudo já é, é diferente de repetir para te convencer de que um dia tudo vai ficar melhor. Estamos saindo do futuro.

Normalmente, usamos essa concepção de manifestação quando temos consciência do que pulsa internamente e não do que falta em um nível que também chamamos de internamente, mas que não alcança nossa essência, ou seja, temos aqui um exemplo claro de controle, da mesma forma como controlamos tudo durante toda nossa vida, mas um controle com um nome bonito, que está na moda: manifestação.

Mas por que eu trouxe exatamente essa frase: O QUE EU QUERO VER MANIFESTANDO? Porque quando eu entrei no instagram ontem, apareceu uma imagem na minha tela com essa pergunta e abaixo havia muitos comentários. Eu me permiti esse tempo para ler muitos deles. Talvez beirando uns 400 comentários, naquele momento. E uns 90% deles respondiam exatamente o que todos queriam conquistar: Emprego, um companheiro, uma companheira, o sucesso, a saúde de alguém…. tudo permeava o que nós já conhecemos como um padrão de vida adequado, confortável, socialmente aceito, seguro… Um padrão produzido por todas as nossas crenças.

Ao mesmo tempo, imediatamente após essa experiência, eu recebi um áudio de uma pessoa que eu acompanho essa transformação dela, mais precisamente a forma de se relacionar com os contextos da própria vida, o como tem se sentido e se reconhecido. E ela me relatou o desenrolar de uma história que vem sendo construída com relação à escolha de uma escola para o filho.

Tudo que ela sentia de repente se concretizou num contato de uma escola que ela nem se lembrava mais, e que foi apresentado para ela exatamente um perfil que, enquanto ela ouvia aquela conversa, seu coração disparava e a certeza de que aquilo era tão certo que não deixava dúvidas. E a mensagem dela pra isso era assim: Ramina, quando você diz que o desejo da alma não deixa dúvidas, estou começando a sentir isso agora.

E o único exercício que temos feito é encontrar tudo que explicou, tudo que justificou qualquer escolha que ela tivesse feito. Encontrar as crenças e as inflexibilidades quando se determina o que se quer conquistar. O limite que isso cria. Insistir nos Limites, justamente num momento em que estamos vivendo possibilidades de expansão, vibrações de infinito…

Limites não prosperam! Nossos limites pareciam prosperar! Criamos necessidades, criamos conceitos, criamos profissões que ensinaram a determinar. E acreditar. E realizar. Por isso, tudo foi do jeitinho que a gente quis. Foi! Perdemos esse controle!

Eu insisto em dizer: É importante parar de querer e observar outras coisas. Parar de querer porque não adianta mais vibrar falta. A alma flui pra realidades surpreendentes e enquanto a gente quer, a mente produz muito pequeno. A mente sozinha conhece muito pouco. Conhecimento é muito raso.

Quando a gente começa a deixar a sabedoria dar qualquer sinal, muda a vida inteira. E quando a gente entra nesse processo de se deixar acontecer, a sensação é a de que a vida é mágica mesmo. A diferença está em que nós sempre fizemos para alcançar. Sempre fizemos um tanto de coisa para passarmos a ser alguma coisa.

Agora não! A vida pede para não querermos alcançar mais nada. A vida pede irmos soltando. Então vamos deixando de acreditar. Deixando qualquer possibilidade de nos prendermos em qualquer lugar que seja.

O que eu quero ver manifestando?! Ainda tentamos controlar e definir linearmente nossa história. Isso dá muito trabalho! A gente serve para muito mais que isso!

Ainda profissões insistem em traçar o caminho do sucesso… em seguir os passos para a prosperidade. Todos os velhos sistemas cresceram assim porque o controle é assim. E deu certo! Deu certo enquanto tinha energia para sustentar tudo isso. A partir do momento em que a Terra não vibra mais em controle, em polos, como sobreviveremos em dissonância do cenário maior?! Se é tudo uma coisa só!

Em algum momento a consciência do que está acontecendo precisa se fazer presente.
Sempre nosso momento é o Agora!

Estamos em tempos de manifestação de nossos desejos profundos. Eles só precisam ser reconhecidos. E só reconhecemos quando abrimos mão de todas as velhas querências! Então, Vibramos a abundância que já somos na nossa essência. É isso que precisa sair em manifestação. Então, não precisamos querer ver manifestando mais nada, além do que já somos, em essência. A manifestação desse amor é muito mais do que qualquer coisa que poderíamos querer.

EU SOU RAMINA EL SHADAI

Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar

Sabedoria do Gênio da Lâmpada

SABEDORIA DO GÊNIO DA LÂMPADA
Por RAMINA EL SHADAI
7 de junho 2019

Para um programa de domingo, minha filha e eu fomos assistir Aladin, filme. Nem me lembrava direito da história! Pude, além de relembrar com detalhes, assistir de um novo lugar de mim.

Os diálogos são mágicos, verdadeiramente sábios.

Jamine com Aladin ou o Gênio com o Aladin fizeram de 2 horas de filme, uma palestra sobre os novos tempos que se integram em nossa natureza. Me dediquei a escrever algumas falas, as quais escolhi trazer em aprofundamento.

Quando uma princesa diz que “Às vezes, me sinto amarrada, com o destino escrito por outra pessoa” e, ao mesmo, grita uma doce melodia que “nada mais me afeta, decidi que nada mais me abala… chegou a hora do mundo mudar, uma princesa não pode mais se calar”, estamos sendo alertados de que um novo mundo não nos será entregue pronto, como se entregássemos uma forma de viver e recebêssemos outra.

Estamos em construção, da forma que tudo novo está em uma nova formação.
Nada dos velhos sistemas sustenta as nossas novas escolhas.

Já ouvi várias pessoas dizerem sobre novas crenças, novos sistemas, mas não! Não estamos corrigindo nossas velhas crenças, não vamos nos reestruturar em novas roupagens de tudo com o que nos acostumamos.

Não estamos criando novas crenças, estamos nos libertando de crenças e sistemas. Estamos falando de uma nova construção, a partir de novas ferramentas, a partir de uma nova fonte!

Não estamos falando de uma nova Terra prometida que de repente vai se instalar. Estamos falando de uma nova Terra que se forma a partir de cada novo nível da alma que acessamos.

Eu faço questão de sempre trazer para vocês que não existe um Despertar, não existe nada de nós que se revele inteiro, de uma hora para outra. Sempre vamos percebendo tudo de uma nova forma e o que era relacionado à velha forma de perceber vai se desfazendo para nós. E tudo que está acontecendo a cada nosso agora, tudo, está alinhado com alguma energia que foi movimentada dentro de nós, antes.

Tudo que acontece nessa terceira dimensão já é o estágio físico do que está acontecendo a um tempo dentro de nós. E a nossa forma de relacionar com o que está acontecendo é uma vibração que, ou só fortalece aquela energia toda e esse ciclo vai se repetindo, ou já é uma energia que integra o desamor e fecha a necessidade de continuar sendo assim.

Então, sempre trazemos isso para a consciência e o filme diz, logo no início: “A gente sempre está onde deve estar”. Não há mais dúvidas sobre nosso Agora criado por condições inconscientes de nossa existência. Estamos, exatamente onde precisamos estar para nossa libertação de velhos padrões e acolhimento de tudo a partir de novas formas de perceber tudo.

Num momento muito dinâmico, que o Aladin tem o primeiro contato com a existência da lâmpada, acaba desobedecendo, sem nem perceber, as ordens de um personagem de poder, bastante controlador, de uma voz que diz assim: “vocês tocaram no tesouro proibido e agora vocês nunca mais verão a luz.”

É interessante isso… porque o fato de termos nos separado da nossa essência, de termos acreditado que fomos o que pensamos (e até hoje se afirma isso, em tantas teorias) realmente nos distanciou da luz, ao mesmo tempo, que nos levou a buscar a luz, desde sempre! A quanta ilusão fomos submetidos! Realmente, a estagnação em apenas um segmento de nós nos deixou presos numa eternidade limitada de escuridão.

Estive a uma fala do gênio que dizia o seguinte: “Todo mundo que chega perto de mim vai pedindo milhões e nem todo poder do mundo vai sendo suficiente.”

Nós fomos equivocados quanto ao dinheiro, quanto ao poder, quanto ao que somos, quanto ao que fomos conduzidos a buscar e a conquistar. Fomos iludidos por tantas crenças que nos fez pensar que tudo poderia, realmente, ser nosso.

A concepção de suficiência… o que é suficiente para suprir tudo que quero ou tudo que existe em mim é suficiente para criar o desejo que me acende?!

Realmente, o que seria conquistado foi o que mais nos conquistou… e nosso poder essencial ficou desconhecido. É nosso maior mistério! Como demos conta de ser assim por tanto tempo da nossa existência!

É… é isso! Nosso velho conceito do que seria nosso poder!

O gênio mesmo disse: “A gente tem um enorme poder mas vive numa casinha bem pequena”. Ele se referia à lâmpada! Ou ao mestre que empoderamos!

Olha… logo após assistir a esse filme, eu vi pelo menos o chamado para umas 3 atividades que te convidam a despertar esse gênio em você.

E isso me parou mais do que o próprio filme… porque como o gênio mesmo diz: “Todo gênio precisa de um mestre, caso contrário ele passa milhões de anos dentro de uma lâmpada”

E ainda reforça que … “essa magia de gênio é uma farsa, porque ela muda só o que está do
lado de fora”. Ele fala claramente, “eu estou mudando seu lado de fora, mas seu caráter continua mesmo. Tudo que você conquistar pela mentira, vai embora sem que você perceba”.

Todas as tentativas de controle são uma mentira para nós! Porque elas agregam valor a um ego isolado. Então, chega numa hora que não faz mais sentido para a própria existência.

Já falei e repito: a mentira ganhou o peso do pecado, mas a mentira começa sutil, basta não se alinhar à verdade da alma que se integra à mente. E tudo isso é o que está deixando de ser.

Então, essa é a nossa sabedoria, é por isso que estamos aqui, porque como gênio você pode continuar sendo um controlador das buscas ou um ser expansivo dos desejos internos.

Depende sempre da mestria que escolhe. E o filme mostra o mesmo gênio a serviço de duas mestrias diferentes.

Esse gênio, todos nós somos, que é nosso poder de manifestar. De fazer nossa vibração se tornar realidade, agora, o nosso mestre é a nossa vibração, entende!? Está tudo certo! Nós já somos gênios! Nós manifestamos o que vibramos! Só estamos saindo do poder da mente para sermos guiados pelo poder da nossa unidade!

Acho ótimo que o desejo do gênio é ser livre igual ao humano. Ele é preso numa lâmpada e depende de um mestre para sair! Poxa! Somos muito mais “gênio” do que puramente o humano que passamos uma vida pensando que éramos só isso. Como humano fomos muito presos também! Como mestres somos humanos, somos gênios e somos livres! Não estamos falando de unidade?

É bom poder ver de uma outra perspectiva!
Eu diria que é fundamental para reconhecer seus propósitos!

E nada disso veio numa época isolada! Estamos em tempo de manifestar alma! Junho está aí apresentando oportunidades incríveis de mudar tudo sem precisar pensar em mudar tudo, apenas reconhecendo o que se move dentro de si.

Vibro alto quando as pessoas conseguem enxergar que não existe um (1) propósito na vida. Aquele propósito confundido com missão, com objetivo, mas que o propósito de despertar o amor se revela em vivências que estão vibrantes em você, mesmo que ainda não tenha sentido nada, uma frestinha que abre é suficiente. Olha a nova percepção de suficiência aí.

O que temos é sempre suficiente para uma expansão gigante.
A nossa revelação é sempre surpreendente!

A gente precisa deixar a gente realmente Ser, na sabedoria da própria mestria, na totalidade da existência.

Um intenso abraço!

EU SOU RAMINA EL SHADAI

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Texto enviado por Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar