Sabedoria do Gênio da Lâmpada

SABEDORIA DO GÊNIO DA LÂMPADA
Por RAMINA EL SHADAI
7 de junho 2019

Para um programa de domingo, minha filha e eu fomos assistir Aladin, filme. Nem me lembrava direito da história! Pude, além de relembrar com detalhes, assistir de um novo lugar de mim.

Os diálogos são mágicos, verdadeiramente sábios.

Jamine com Aladin ou o Gênio com o Aladin fizeram de 2 horas de filme, uma palestra sobre os novos tempos que se integram em nossa natureza. Me dediquei a escrever algumas falas, as quais escolhi trazer em aprofundamento.

Quando uma princesa diz que “Às vezes, me sinto amarrada, com o destino escrito por outra pessoa” e, ao mesmo, grita uma doce melodia que “nada mais me afeta, decidi que nada mais me abala… chegou a hora do mundo mudar, uma princesa não pode mais se calar”, estamos sendo alertados de que um novo mundo não nos será entregue pronto, como se entregássemos uma forma de viver e recebêssemos outra.

Estamos em construção, da forma que tudo novo está em uma nova formação.
Nada dos velhos sistemas sustenta as nossas novas escolhas.

Já ouvi várias pessoas dizerem sobre novas crenças, novos sistemas, mas não! Não estamos corrigindo nossas velhas crenças, não vamos nos reestruturar em novas roupagens de tudo com o que nos acostumamos.

Não estamos criando novas crenças, estamos nos libertando de crenças e sistemas. Estamos falando de uma nova construção, a partir de novas ferramentas, a partir de uma nova fonte!

Não estamos falando de uma nova Terra prometida que de repente vai se instalar. Estamos falando de uma nova Terra que se forma a partir de cada novo nível da alma que acessamos.

Eu faço questão de sempre trazer para vocês que não existe um Despertar, não existe nada de nós que se revele inteiro, de uma hora para outra. Sempre vamos percebendo tudo de uma nova forma e o que era relacionado à velha forma de perceber vai se desfazendo para nós. E tudo que está acontecendo a cada nosso agora, tudo, está alinhado com alguma energia que foi movimentada dentro de nós, antes.

Tudo que acontece nessa terceira dimensão já é o estágio físico do que está acontecendo a um tempo dentro de nós. E a nossa forma de relacionar com o que está acontecendo é uma vibração que, ou só fortalece aquela energia toda e esse ciclo vai se repetindo, ou já é uma energia que integra o desamor e fecha a necessidade de continuar sendo assim.

Então, sempre trazemos isso para a consciência e o filme diz, logo no início: “A gente sempre está onde deve estar”. Não há mais dúvidas sobre nosso Agora criado por condições inconscientes de nossa existência. Estamos, exatamente onde precisamos estar para nossa libertação de velhos padrões e acolhimento de tudo a partir de novas formas de perceber tudo.

Num momento muito dinâmico, que o Aladin tem o primeiro contato com a existência da lâmpada, acaba desobedecendo, sem nem perceber, as ordens de um personagem de poder, bastante controlador, de uma voz que diz assim: “vocês tocaram no tesouro proibido e agora vocês nunca mais verão a luz.”

É interessante isso… porque o fato de termos nos separado da nossa essência, de termos acreditado que fomos o que pensamos (e até hoje se afirma isso, em tantas teorias) realmente nos distanciou da luz, ao mesmo tempo, que nos levou a buscar a luz, desde sempre! A quanta ilusão fomos submetidos! Realmente, a estagnação em apenas um segmento de nós nos deixou presos numa eternidade limitada de escuridão.

Estive a uma fala do gênio que dizia o seguinte: “Todo mundo que chega perto de mim vai pedindo milhões e nem todo poder do mundo vai sendo suficiente.”

Nós fomos equivocados quanto ao dinheiro, quanto ao poder, quanto ao que somos, quanto ao que fomos conduzidos a buscar e a conquistar. Fomos iludidos por tantas crenças que nos fez pensar que tudo poderia, realmente, ser nosso.

A concepção de suficiência… o que é suficiente para suprir tudo que quero ou tudo que existe em mim é suficiente para criar o desejo que me acende?!

Realmente, o que seria conquistado foi o que mais nos conquistou… e nosso poder essencial ficou desconhecido. É nosso maior mistério! Como demos conta de ser assim por tanto tempo da nossa existência!

É… é isso! Nosso velho conceito do que seria nosso poder!

O gênio mesmo disse: “A gente tem um enorme poder mas vive numa casinha bem pequena”. Ele se referia à lâmpada! Ou ao mestre que empoderamos!

Olha… logo após assistir a esse filme, eu vi pelo menos o chamado para umas 3 atividades que te convidam a despertar esse gênio em você.

E isso me parou mais do que o próprio filme… porque como o gênio mesmo diz: “Todo gênio precisa de um mestre, caso contrário ele passa milhões de anos dentro de uma lâmpada”

E ainda reforça que … “essa magia de gênio é uma farsa, porque ela muda só o que está do
lado de fora”. Ele fala claramente, “eu estou mudando seu lado de fora, mas seu caráter continua mesmo. Tudo que você conquistar pela mentira, vai embora sem que você perceba”.

Todas as tentativas de controle são uma mentira para nós! Porque elas agregam valor a um ego isolado. Então, chega numa hora que não faz mais sentido para a própria existência.

Já falei e repito: a mentira ganhou o peso do pecado, mas a mentira começa sutil, basta não se alinhar à verdade da alma que se integra à mente. E tudo isso é o que está deixando de ser.

Então, essa é a nossa sabedoria, é por isso que estamos aqui, porque como gênio você pode continuar sendo um controlador das buscas ou um ser expansivo dos desejos internos.

Depende sempre da mestria que escolhe. E o filme mostra o mesmo gênio a serviço de duas mestrias diferentes.

Esse gênio, todos nós somos, que é nosso poder de manifestar. De fazer nossa vibração se tornar realidade, agora, o nosso mestre é a nossa vibração, entende!? Está tudo certo! Nós já somos gênios! Nós manifestamos o que vibramos! Só estamos saindo do poder da mente para sermos guiados pelo poder da nossa unidade!

Acho ótimo que o desejo do gênio é ser livre igual ao humano. Ele é preso numa lâmpada e depende de um mestre para sair! Poxa! Somos muito mais “gênio” do que puramente o humano que passamos uma vida pensando que éramos só isso. Como humano fomos muito presos também! Como mestres somos humanos, somos gênios e somos livres! Não estamos falando de unidade?

É bom poder ver de uma outra perspectiva!
Eu diria que é fundamental para reconhecer seus propósitos!

E nada disso veio numa época isolada! Estamos em tempo de manifestar alma! Junho está aí apresentando oportunidades incríveis de mudar tudo sem precisar pensar em mudar tudo, apenas reconhecendo o que se move dentro de si.

Vibro alto quando as pessoas conseguem enxergar que não existe um (1) propósito na vida. Aquele propósito confundido com missão, com objetivo, mas que o propósito de despertar o amor se revela em vivências que estão vibrantes em você, mesmo que ainda não tenha sentido nada, uma frestinha que abre é suficiente. Olha a nova percepção de suficiência aí.

O que temos é sempre suficiente para uma expansão gigante.
A nossa revelação é sempre surpreendente!

A gente precisa deixar a gente realmente Ser, na sabedoria da própria mestria, na totalidade da existência.

Um intenso abraço!

EU SOU RAMINA EL SHADAI

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Texto enviado por Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar

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Fechar ciclos

FECHAR CICLOS
Por Ramina El Shadai

Acho interessante o processo de fechar ciclos. Acabou se tornando um mito, uma necessidade, sei lá. Só sei que por todo canto, essa é uma fala que se tornou título: Fechamento de Ciclos.

Tem sido criada uma urgência para se fechar ciclos, mas de uma forma que ainda não se alinha a uma postura consciente e inteira de ser.

Veja bem: não tem como você encerrar ciclos, se está focado em fechar os ciclos.

O fechamento é uma questão de encerramento, ou seja, nada se transforma, você não muda nenhum nível de consciência e percepção, se não mexer no que te faz perceber as coisas de uma determinada forma.

Ciclos estão se fechando o tempo inteiro. É uma questão de algo fazer ou não sentido, quando precisamos viver determinadas experiências, alinhadas com o que temos vibrado.

Tenho percebido, com mais frequência, duas formas que surgem para sinalizar que algo já não existe mais em uma dimensão sutil, portanto não se manifesta mais em suas ações:

A primeira possibilidade está em você querer uma coisa que não tem dado certo e que está precisando do seu esforço, da velha persistência, ou seja, precisaria de novas tentativas. Não dá! Nada sustenta isso mais!

Onde há necessidade de esforço, há necessidade de observar a falta em você que te leva a buscar tanto. Eis um ciclo se fechando e você só sente que está perdendo, porque ainda está apegado, preso a essa ideia, ou a essa pessoa, ou a essa situação…

Talvez você ainda entenda que essa é a melhor forma de viver. E entende isso por algum motivo. Algo te faz acreditar nisso. Uma crença que sustenta o que você pensa sobre o que você tenta conquistar, por isso luta para manter, pois é condicional a sua forma de pensar.

Experimenta soltar a crença e começar a perceber o que anda dando certo!

Uma outra oportunidade que nos sinaliza que um ciclo chegou ao fim é aquela sensação de que realmente algo ou alguém não está mais incluído em suas novas escolhas. Você simplesmente sente que não, e tudo se encerra, levemente, dentro de você. Sem muita explicação.

Deixou de fazer sentido. Não flui mais. Pronto! Cumpriu-se o propósito e será a partir dessa percepção que novas possibilidades acontecem.

Não é o novo que vai descartar o velho. É tudo acontecendo ao mesmo tempo!

São novas integrações. O sentido que desperta em você, a partir do que percebe sobre os velhos sentidos, pois é a nossa percepção que tem determinado cada dia das nossas vidas.

Jamais dedique-se a pensar sobre seus pensamentos, a traçar novos planos para fechar velhos ciclos. Apenas enxergue a mensagem que tudo tem trazido para você e permita que seu novo nível de perceber tudo mova tudo dos velhos lugares.

Tudo nasce e tudo se encerra naturalmente.
É uma questão de percepção.

Um intenso abraço!

EU SOU RAMINA EL SHADAI

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Como assim está tudo certo?

COMO ASSIM ESTÁ TUDO CERTO?
POR RAMINA EL SHADAI

O FOCO da nossa existência não está mais em nossas conquistas individuais.
O FOCO da nossa existência não está no que queremos viver, da forma como queremos viver.
O FOCO da nossa existência não está em toda ausência da nossa essência.

Se tudo está de perna para o ar. Se Tudo está fora do lugar. Se tudo se forma num caos, como assim tudo está certo? Que tudo é esse? O que significa estar certo?

Não é que tudo esteja correspondendo ao padrão que complementava nosso velho ego, em busca do acertos opostos ao erro.

Quando falo que tudo está certo, simplesmente estou dizendo que tudo está no seu devido lugar. E estar no seu devido lugar quer dizer que é exatamente a manifestação da energia que criou… e mais que isso está cumprindo o papel exato da transformação.

Toda realidade, hoje, é parte de um movimento de transformação, de saída das criações complementares para as criações inteiras, plenas, abundantes. E só conseguimos enxergar que as coisas estão em desordem porque elas foram sacudidas por uma frequência chamada amor, pela Luz.

E além da luz trazer nitidez, o amor vibra em liberação do desamor. E todo esse desamor que vemos não é novidade, sempre foi assim. Nos acostumamos com isso. Ele só está sendo convidado a deixar de ser.

Então, tudo está acontecendo no propósito de enxergarmos os processos de criação que usamos para tudo estar como está.

Todos os nossos anseios por um futuro melhor seriam perfeitamente substituídos pela nossa presença em nossos aspectos mais profundos, para que nosso FOCO nos resultados futuros possa ser substituído por um FOCO na consciência do que é criado e como tem sido criado.

Eu tenho sido enfática no exercício de observar as crenças que nos sustentaram, que sustentaram as nossas escolhas… de observar nossos recursos de produzir vida… E sair dessa história de que mudando a forma de pensar você muda sua realidade porque o nosso FOCO não está na nossa realidade. Não está no nosso resultado. Isso já foi!

E é isso que estamos aprendendo a não ser mais: A resignificar o foco. Foco não é no produto, é na energia que sustenta a produção.

Como você foca no emagrecimento sem focar no que te leva a se alimentar como alimenta, sem focar no que ainda pede proteção em sua vida, sem focar naquela condição de aconchego que ainda busca? Sem focar no que ainda te esconde do que você realmente é?

Como você foca em curar uma doença, sem focar nas condições que criaram a doença? Nos padrões de pensamento e de sentimento, nas escolhas que levaram à adoecer? Foco é no que, com o que, e como tem conseguido produzir e não no produto.

Como você foca num sucesso desejado, cheio de metas e esforços, sem enxergar a vibração da falta, a vibração da dívida, da culpa que traz numa existência inteira? O que cria é a vibração que te leva a pensar de uma determinada forma.

Nenhuma busca é gerada pela abundância. Então busca de resultados nunca é expansão de plenitude. É sempre um complemento de ausências, talvez ainda inconscientes.

Num desses dias atrás uma senhora me escreveu assim: “minha dificuldade maior é sair da vibração do medo”. Não é dificuldade dela. É dificuldade da humanidade toda, porque aprendemos a vibrar no medo.

E vibrar é muito além do que o medo propriamente dito. Vibração é sutil. É presente em todos os discursos que não te permitem ir além de qualquer fronteira. Toda fronteira é construída no medo. Você pode fazer qualquer coisa e se essa coisa for justificada por um padrão de crença que você adquiriu e que torna aquilo a sua verdade, isso já é um limite, já é uma fronteira. Já te limita.

“Ahhh mas então vamos viver soltos, sem acreditar em nada? Aí sim que vai virar uma bagunça…”

Será que realmente é possível enxergar uma vida consciente, uma vida livre, em termos de essência, mas a partir do que conhecemos? Claro que não!

Por isso tudo está certo sim! Porque tudo que era está deixando de ser. E só fica ruim enquanto estamos tentando manter.

Quando vamos ampliando a nossa convivência, fica claro como que acreditar em qualquer coisa, já nos traça um caminho linear.

E é tão amplo viver sem acreditar em nada externo a nós. Mas isso só é possível quando você já reconhece essências. Porque vai sendo guiado por uma vibração abundante, entende?!

Não adianta tentarmos planejar uma vida livre, mas nas condições mentais e lógicas que ainda vivemos enraizados. Então não existe um planejamento que te leve a, de repente, não acreditar em mais nada. Não!

Nós vamos nos libertando de padrões, à medida que reconhecemos a presença deles e enxergamos onde eles atuam. Aí conseguimos, nessa consciência, não usar mais essa velha ferramenta. São inúmeros padrões. Quanto mais nos libertamos, mais padrões vamos reconhecendo.

Isso não acontece uma única vez. Por isso eu falo que quando você inicia o despertar da sua consciência, é uma coisa sem fim. Você se eleva um tanto, essa frequência libera um tanto de coisa, que te faz perceber tudo de uma nova forma, e então você alcança um novo nível, e esse novo nível te libera mais um tanto…

Está vendo? É uma “morte” atrás da outra.

Então, está tudo certo. Está tudo aí para te mostrar como você criou sua vida e que essa forma de criar não vai ter sentido mais, não vai ser linear mais, não vai ser gostosa de viver, não vai dar certo. E não adianta olhar para tudo querendo concertar tudo.

Eu não sou muito fã de analogias, mas me veio uma cena aqui agora. Imagina uma fábrica de calças. E todas as calças produzidas estão com “defeito”, ou fora de moda, ou com um corte mal feito. Algo que não vai funcionar bem no mercado.

Você vai continuar produzindo as calças e depois de prontas você vai lá concertar uma a uma ou vai mudar a produção? A origem da produção. Não adianta olhar para calça e mudar a calça. Não adianta olhar a realidade que já está criada e tentar mudar o cenário.

É mudar tudo que envolve esse cenário: É reconhecer, é enxergar, é mergulhar, é aprofundar todas as suas condições de viver.

Isso é ser presença. Deixar sua vida te dizer sobre você. É enxergar tudo com uma ferramenta que transcende qualquer condição física e individual. Percebe a diferença?

O que aconteceu é que criamos uma vida inteira sem a nossa presença plena para criar. E agora, todas as ausências de nós estão pedindo acolhimento, para essa outra parte de nós.

Tudo que está sendo julgado como o caos é o que está tocando cada um de nós. É o que está tirando as esperanças de muita gente. Todo cenário é o que está levando muita gente a desistir de continuar, desistir de querer, desistir de lutar. E até desistir da própria vida.

Todo cenário é produzido por nós, é expansão do que fomos. Por isso tantos estão desistindo de si mesmos. Enquanto o propósito desse cenário é simplesmente desistir sim, mas de continuar sendo como fomos. É esse “soltar” que faz nossa alma vibrar!

Está tudo no seu devido lugar! Ativando a verdade da alma, ativando a essência sagrada de tudo que há. Porque essência é assim, é uma só. Como essa essência se manifesta em cada experiência é que monta o nosso cenário.

Aí, nessa percepção, a gente consegue falar de um novo cenário. Jamais planejando. Jamais pensando. Mas sendo presença e permitindo tudo novo acontecer.

Essa é a função de tudo. Clarear como tudo se fez. E então deixar de ser, em amor!

Realmente, está tudo certo!

Talvez o que ainda não esteja tão alinhada seja a forma de perceber tudo.

Um intenso abraço!

EU SOU RAMINA EL SHADAI

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Eu não acredito mais em nada

EU NÃO ACREDITO MAIS EM NADA
RAMINA EL SHADAI

Durante muito tempo… anos… durante toda nossa vida, de certa forma, aprendemos a ser condicionais. Aprendemos a reagir aos estímulos, emocionalmente e, portanto, todos os nossos comportamentos e escolhas tiveram suas origens em nossos pensamentos sobre tudo. Pensamentos que produziram sentimentos e por aí em diante.

Tudo condicional, limitado e sustentado pelas nossas experiências passadas e expectativas futuras.

Tanto foi assim que até hoje, um dos mais comuns discursos para se tentar mudar uma situação é a tentativa de se mudar o pensamento sobre a situação. E, a respeito disso, a nossa mente tem sido massacrada, sendo que todo esse comportamento de eliminar a mente, ao invés de ressignificá-la, é também um pensamento sobre todos os outros pensamentos.

É pensamento sobre pensamento. Sendo que a origem de todos os seus pensamentos é uma só. Ou é uma origem puramente mental, ou uma origem integral à sua verdadeira natureza. Essa é a chave de tudo: a origem e os processos.

Tenho trazido, aos poucos, insistentemente, o exercício de perceber a origem dos pensamentos, a estrutura de energia que sustentou todos eles e a concepção de que não se muda realidade nenhuma sem transformar, internamente, a energia que sustenta tudo.

Sendo toda vivência, uma manifestação do que produzimos, sutilmente em nós, estamos sendo chamados para a consciência do que, finalmente, temos produzido até então.

Mas esse “somos chamados” não é um convite brando! É um movimento de um cenário maior que, tendo consciência dele ou não, tudo que mantinha nossa velha forma de ser, de agir, de pensar sobre tudo não se sustenta mais em velhos padrões.

A partir disso, se a estrutura se rompe, tudo sustentado por ela, tende a se romper. É disso que estou falando: de todas as velhas e “sólidas” estruturas que estão se rompendo e levando com elas tudo que se relacionava a elas.

E isso tudo só está acontecendo porque está sustentado por uma nobre frequência amorosa que rompe toda frequência do medo e desamor.

Quando se tem consciência disso, um fluxo acontece e novos alinhamentos se fortalecem.

Quando não se tem consciência, há uma intensa tentativa de se manter tudo que era conhecido e seguro, porém num gigantesco esforço, por não haver mais o que possa garantir, sustentar, assegurar a permanência do que não se alinha ao novo que chega.

Essa é a hora em que tantos reagem, numa concepção limitada de ser. E uma das expressões que mais tenho ouvido é: “Eu não acredito mais em nada!”

Sozinha, essa frase não traria muito sentido, mas quando se insere o seu próprio sentido, a sua percepção da vida, a sua consciência do todo, muda tudo.

Quando o sentido é o vazio, é a desconexão de todo movimento de transformação, quando o sentido é o “não reconhecimento do Amor presente”, o que sustenta a frase é um profundo sentimento originado das frequências do medo.

É quase que uma briga com tudo que você está dizendo que não acredita mais, portanto, uma briga consigo mesmo. Porque é uma decepção com tudo que você esperava que fosse a solução para você, afinal, suas velhas escolhas diziam sobre quem você pensava que fosse. Suas velhas escolhas diziam sobre o que considerava que faltava em você.

Acreditar era uma espécie de responsabilizar algo pela sua segurança. “Sentir-se bem” ainda era uma concepção polarizada, definida pela sua mente restrita.

Acreditar, seria uma desconexão com o Agora e com todos os propósitos. Porque o rompimento dos padrões da ilusão, no sentido de tudo que foi criado a partir de escolhas inconscientes, é parte do processo de co-criação consciente de novas realidades.

Quando você deixa de acreditar, isso precisa ser um sinal de uma nova conexão. Porque realmente, esse novo tempo de expandir a consciência, exige uma plena integração ao Agora, uma profunda integração a todos os aspectos de você, uma intensa integração a uma nova concepção de Unidade que permite você se enxergar em tudo e enxergar tudo em você.

Esse novo processo, realmente, te faz não acreditar em mais nada, mas por reconhecer que tudo externo a você era o que sustentava todas as suas crenças. E o processo de confiar na sua existência, de confiar num propósito Divino, de confiar no que produz em você, internamente, te liberta, totalmente, da necessidade de ter que acreditar em qualquer coisa para fazer escolhas.

Acreditar te restringe a um futuro esperado sustentado por um passado conhecido e garantido. Confiar te conecta ao presente e a todas as possibilidades.

Hoje, num abraço amoroso, se você não consegue acreditar em mais nada, apenas perceba se isso te deixa paralisado por perder essas velhas referencias ou se não acredita, simplesmente porque já se sente livre das velhas crenças e dos padrões de ilusão e já confia na Unidade da nossa existência!

Sempre, o que sustenta os nossos pensamentos é o que sustenta a nossa realidade!

Um intenso abraço!

EU SOU RAMINA EL SHADAI

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Experimente deixar teu coração curado te guiar

EXPERIMENTE DEIXAR TEU
CORAÇÃO CURADO TE GUIAR
POR RAMINA EL SHADAI

Coração curado…

É tão curioso esse tempo nosso de limpeza, de purificação, de nascimento de tudo a partir de uma nova fonte sagrada. E o mais curioso é o quanto tantos de nós ainda não estão entendendo nada do que está acontecendo e, mais que isso… enxergando tudo a partir de velhas fontes.

O que eu chamo de velhas fontes? Fonte de aprendizagem. Usar os processos mentais para perceber a si mesmo e o mundo como algo tão fora de si, sendo que a nossa mente pode ser e deve ser apenas um instrumento alinhado à alma, e não nosso guia.

Só que o que aprendemos foi justamente usar a mente como criadora independente. E agora, de repente, temos que mudar a forma de aprender e isso está exigindo passar por tudo que estamos passando.

Não tem como a alma seguir a mente, porque a alma já é. É uma essência. Está completa.

Então estamos sofrendo vários rompimentos que nos levam a enxergar que somos uma Unidade e que essa unidade se inicia lá no centro, numa essência única e a partir daí, para se manifestar, se alinha a um novo processo mental…

E nesse novo processo, tudo que era relacionado a tudo que experimentamos, a todas as nossas velhas de experimentar está saindo de nós.

Eu tenho descrito sempre duas formas de sentir.

Uma forma de sentir que é a mais comum, que está condicionada ao que pensamos.

E a outra forma de sentir, podemos dizer que seria uma percepção, mas relacionada à própria existência. Uma espécie de comunicação. O próprio reconhecimento. Quando se desperta para tudo que constitui aquilo que está na sua frente e você simplesmente… reconhece.

É desse sentir que falo quando me refiro aos alinhamentos conscientes. Você enxerga tudo em você e enxerga tudo que vive… e então… está tudo certo. Está tudo no seu devido lugar.

E esse sentir é muito diferente do velho sentir condicional que jamais te permite enxergar tudo no seu devido lugar, já que ele te mostra sempre que o que você pensou era algo completamente diferente daquilo que está acontecendo.

Você pensou em algo seguro, que não te assustasse, que não saísse do seu controle, que fizesse valer o seu esforço, que te trouxesse alegria, que te preenchesse. Se isso tudo acontecesse, você estaria bem. Como sempre esteve e sempre conseguiu resolver, pelo menos temporariamente, os velhos desequilíbrios.

Está vendo a diferença?

E todos esses sentimentos que acumulamos a vida inteira ficaram guardadinhos em nós.

Quando trazemos o tema “cura do coração”, é importante enxergar todo esse movimento! O novo movimento para se chegar naquele lugar mais profundo, central, fonte amorosa, inteiro… E que te permite sentir tudo na existência, no propósito de tudo.

E como nenhuma cura está na própria cura, nenhuma cura está em solucionar um problema, fica bem mais leve, tudo.

Voltamos para o agora, para tudo que acontece agora e, ao invés do sentimento reativo e condicional ao que pensamos, inicia um novo processo de enxergar tudo que forma, tudo que envolve, tudo que constitui nossa experiência.

E a cada entrega amorosa, a cada nova percepção, a cada despertar pra algo novo, você vai se aproximando desse lugar sagrado que te mostra um novo caminho.

A cura desse coração vai acontecendo assim: aos poucos, aprofundando, alcançando novos níveis. A cada vez que você se solta de uma referência passada que te leva a fazer escolhas, uma cura vai acontecendo.

Vai nascendo a consciência do lugar desse medo. Porque a consciência do lugar do medo mostra tudo que ele criou. Então, tudo se rompe… enxergar o passado tentando controlar o agora traz a consciência do que precisa se romper.

Ontem, quando eu atendo o telefone e ouço uma pessoa dizer: “me ajuda, por favor, porque eu perdi tudo… tudo… não tenho nada…” isso é um presente pra recomeçar… do zero… uma oportunidade de liberar esse coração de todo sentimento de busca que te trouxe até aqui. Estamos justamente deixando todo desamor que se fez em nós, mas não é nosso.

Nosso coração é amoroso. Nossa alma é completa.

Quando chegamos em nós, deixamos a alma manifestar em amor.

Experimenta!

Soltar um esforço e deixar seu coração curado, nem que seja um pouquinho curado, te guiar.

EU SOU RAMINA EL SHADAI

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