Afastem-se do Telescópio e olhem para o céu – mensagem da lua nova

olhe para o céu

AFASTEM-SE DO TELESCÓPIO E OLHEM PARA O CÉU
A MENSAGEM DA LUA NOVA
Simon & Jennifer
20/10/17

No ciclo em que se muda do passado para o presente e para o futuro, somente o novo é que pode transformar o antigo. O passado já concluiu o seu momento, e se continuarmos a canalizar nossa experiência do momento presente pelo contexto do passado, e repetir o que sempre foi, então, não podemos e não iremos nos expandir além dessa limitação; podemos somente reciclar e renovar o passado, mas não podemos nos transformar dessa forma.

Em vez disso, a verdadeira renovação deve originar-se do nosso esvaziamento do passado e de permitir que seja o que era, aceitando esses momentos como eles foram e os honrando como parte de nossa trajetória, surgindo, então, no momento presente com uma visão aberta, que permite que novas perspectivas e novas experiências entrem no campo de energia.

Estamos prontos para explorar novas maneiras de ser; para entrar em um novo ciclo de transformar-se que é muito mais expansivo do que o passado; libertar-se das formas experimentadas anteriormente nesta jornada; e adotar o conhecimento de que existe outra maneira – uma maneira mais enriquecedora em sentido espiritual.

Todavia, isso serve para nos lembrar: esse processo não pode ser forçado.

Não podemos criar novos padrões de modo consciente e não criamos nossa transformação – somos criados para isso. Permitimos que nossa natural transformação ocorra por abrir mão das crenças e limitações, que foram criadas pelas experiências passadas, que, por sua vez, estão limitando o nosso potencial de crescimento, experiências e mudança.

Se tentarmos, conscientemente, criar a mudança por nós mesmos, estamos limitando essas mudanças ao contexto do que já é conhecido de forma consciente, e simplesmente continuamos reciclando o passado. Dessa forma, quaisquer mudanças que fizermos serão limitadas à recriação de novas formas de experimentar as mesmas velhas circunstâncias dentro das mesmas crenças e limitações, que promoveram nossas circunstâncias passadas em primeiro lugar.

Realmente, o futuro é formado pelo presente, mas não devemos permitir que seja limitado pelo passado.

A cada momento nos é oferecida a possibilidade de expansão, mas essa expansão só pode vir por meio da rendição à possibilidade e ao potencial, vindos no momento presente com autenticidade e verdade, observando-se como os novos impulsos chegam e confrontando as limitações, que nos impusemos, e o que é possível.

Transformamos e permitimos o crescimento por meio da expansão da mente; por confrontar nossas limitações e crenças percebidas e acolhendo a possibilidade – (em todo seu e nosso…!) potencial infinito.

A Lua Nova de hoje e o próximo ciclo lunar oferecem um convite claro: incorporar o espírito do Guerreiro Sagrado, avançar corajosamente no próprio fluxo natural, honrar nossa verdade mais profunda, em todos os momentos e em todas as decisões, e deixar que o nosso entusiasmo abra caminho – um caminho que conduza para bem mais longe das condições, crenças e experiências do passado.

Afastem-se do telescópio e olhem para o céu.
Vocês podem ser surpreendidos com o que veem!

Com amor,

Simon & Jennifer

Por favor, respeite os créditos ao compartilhar
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – http://www.decoracaoacoracao.blog.br
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Tradução: Ivete Brito – adavai@me.com – http://www.adavai.wordpress.com
Grata Ivete!

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Liberem o seu coração

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LIBEREM O SEU CORAÇÃO
MENSAGEM DA LUA NOVA
Simon & Jennifer
21/08/17

Nossas defesas estão arraigadas nas experiências reunidas em nossas mentes. Fomos feridos, por isso aprendemos a nos proteger. Perdemos, por isso aprendemos a nos aguentar. Fomos derrotados, por isso aprendemos a nos afastar. Essas defesas tornam-se crenças fundamentais que servem como uma camada de proteção em torno dos nossos corações.

Ficamos enclausurados nessas crenças e então vivemos para vivenciá-las repetidamente por meio de nossa posição protegida, ainda que inacessível. Em essência, o abrigo que construímos para nos proteger da dor se torna aquilo que nos isola do amor e da vida.

É natural aprender com as nossas experiências e tentar abordar as situações de novas maneiras, mas os aspectos indesejáveis da vida não podem ser evitados sempre ou salvaguardados.

A dor é inevitável, faz parte da experiência humana, mas o nível de sofrimento que enfrentamos em relação à nossa dor está profundamente ligado à atitude que escolhemos aplicar.

É aí onde a nossa segurança interior é encontrada: ao buscar adotar uma atitude que libere os nossos corações das restrições que os enclausuraram, o que se consegue pela compreensão, aceitação, perdão e cura – por escolher a vida e destacando-se para vivenciar destemidamente esta jornada, com todos os seus desafios e limitações.

Todos nós compartilhamos as necessidades fundamentais de segurança, amor e conectividade. Essas necessidades são universais. Todos vimos para este mundo na expectativa de ter essas necessidades atendidas, e enfrentamos momentos em que a realidade externa não pôde satisfazer esses bens essenciais.

Isso faz com que um instinto de sobrevivência se estabeleça em nossa abordagem em relação ao mundo, uma reação de luta/fuga que nos desconecta mais daquilo que buscamos. E assim, a espiral de isolamento continua…

Todavia, o coração não pode mais ser contido nesse isolamento.
Está pulsando pela vida e querendo sentir-se vivo!

Mas ao optar pela vida, estamos também optando por acolher nossa vulnerabilidade, acolher nossa dor, nosso medo e nossas feridas, nossa sensação de incerteza, e continuar a amar e a viver a partir do espaço do coração.

Cada experiência nos abre para o que é ser humano e para enfrentar esta realidade na carne, o que, afinal de contas é o que vimos fazer aqui – nos conscientizar mais do amor eterno que está sempre presente em nosso íntimo e permitir que essa luz brilhe por nosso intermédio, em tudo o que tocamos, incorporando e irradiando nosso eu superior sem medo, a cada momento e a cada movimento.

Vocês escolhem a vida?

Com amor

Simon & Jennifer

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Tradução: Ivete Brito – adavai@me.com – http://www.adavai.wordpress.com

Mensagem da Lua Cheia – Capítulos Concluídos, Novos Inícios

mensagem

MENSAGEM DA LUA CHEIA
CAPÍTULOS CONCLUÍDOS, NOVOS INÍCIOS
Simon & Jennifer
10/06/17

Agora é indiscutivelmente um período de conclusão de capítulos, novos inícios e uma sensação devastadora de incerteza acerca do futuro. Enquanto nossas mentes tentam compreender, e então, antecipar o que acontece, a própria estrutura de nossa realidade parece estar ruindo sob os nossos pés, originando sentimentos conflitantes de absoluta exaltação e possibilidade, e também perda e o surgimento do medo, trauma e sofrimento emocional.

Devido a esses sentimentos conflitantes, é quase impossível navegar, processar e compreender essas múltiplas dimensões da realidade, por meio do processo linear da mente, que, por sua natureza, constantemente tenta reconciliar esses conflitos. A ordem natural parece à mente humana ser o caos – e, de fato, a própria experiência está fragmentando nossos processos mentais.

Está, além disso, abrindo caminho para um novo modo de perceber e definir nossa realidade que está além dos limites da mente – uma que podemos optar por resistir, desconfiar e negar, ou acolher, confiar e celebrar. O que quer que escolhamos, a mente não pode mais ser invocada como a ferramenta mais importante através da qual compreendemos nossa realidade.

Estamos mudando nos níveis mais fundamentais. Tudo está em movimento exatamente agora, e, no entanto, não está claro para nós qual a direção para onde as coisas realmente estão indo. E, portanto, precisamos ser flexíveis …

Em um nível evolutivo, estamos nos desembaraçando dos nós que tecemos para nós mesmos, por viver na criação da ordem feita pelo homem. Estamos nos libertando das dinâmicas que inibiram os processos naturais da criação para desvendar e ganhar corpo e forma.

Nossa realidade consiste em uma rede de interconexões tão vasta, que a menor mudança no dia de uma pessoa conduz a uma cadeia de efeitos que varre a realidade de todos e de tudo que existe.

Portanto, imaginem então, o que acontece quando todos nós fazemos mudanças muito maiores em nossa realidade, ao mesmo tempo.

Este momento de transição intensiva está alterando radicalmente a própria infraestrutura em que existimos. Estamos retornando de uma ordem feita pelo homem para uma infinitamente ordem natural complexa – uma que a mente não consegue ainda compreender.

“A teoria do caos simplesmente sugere que aquilo que parece para a maioria das pessoas como o caos não é realmente caótico, mas uma série de tipos diferentes de ordens com que a mente humana ainda não está familiarizada” –  Frederick Lenz.

A fim de manter o impulso e fluir no meio de tais mudanças, é melhor trazer a sua mente para o momento presente e permitir-se processar as coisas à medida que elas surgem.

É útil manter o conhecimento em seu coração de que vocês fazem parte de um processo muito maior do que vocês mesmos, e que, à medida que cada pessoa permitir que a ordem natural de suas vidas se desenvolva, então, também a ordem natural é estabelecida a partir do caos.

Estamos imersos naquilo que chamamos de a Grande Mudança e estamos aqui para testemunhar este processo evolutivo inédito, à medida que ocorre internamente e se manifesta a nosso redor.

Estamos evoluindo para um estado de conscientização do maior esquema das coisas, trazendo nossa consciência coletiva para uma mudança total de conscientização e percepção.

Se todos nos concentrarmos em nossa realidade imediata, e continuarmos a nos conectar e alinhar nossas vidas com a ordem natural, a reorganização de nossa realidade coletiva em harmonia com essa ordem já é inerente.

Cada simples experiência por que vocês passam – todo o amor que vocês compartilham, cada alma que vocês tocam, cada trauma que vocês curam – está contribuindo para o efeito borboleta deste grande processo que se desvenda.

Tudo está conectado.
Nada é no interesse de si mesmo.

Essa é a natureza da ordem natural.

Sejam a mudança!

Bênçãos,

Simon & Jennifer

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Mensagem da Lua Nova: alinhar-se com a natureza da realidade em um momento de cura e agitação.

 

lua novaMENSAGEM DA LUA NOVA
ALINHAR-SE COM A NATUREZA DA REALIDADE
EM UM MOMENTO DE CURA E AGITAÇÃO
Simon & Jennifer

Chegamos a mais uma encruzilhada neste caminho longo e sinuoso. Estamos processando múltiplas camadas de nossas vidas, todas de uma vez, trabalhando com os remanescentes de nosso antigo modo de vida, enquanto o novo está ao mesmo tempo sendo trazido para a nossa conscientização.

Com a sensação de fazer parte de algo maior do que nós mesmos, o que as nossas mentes são incapazes de captar, continuamos avançando, processando a escuridão que surge do passado e caminhando em direção ao que parece ser o futuro, conforme novas oportunidades emergem das sombras.

À medida que nos afastamos da velha maneira de estar no mundo, constatamos que devemos criar um novo modo de vida que esteja alinhado e que apoie a organização natural da realidade. No passado, criamos nossa realidade a partir da vontade e da perseverança, mas essa abordagem não é mais apoiada pela nova realidade energética de nosso mundo.

Nós, humanos, assumimos esse caminho de cocriação até os limites que os nossos corpos físicos e a própria Terra podem sustentar. As antigas formas de ser precisam ser substituídas por uma completamente diferente, a fim de que possamos cocriar uma realidade completamente diferente também.

Como uma parte natural do processo, podemos ademais enfrentar uma sensação de perda, à medida que abrimos mão de nossos velhos modos: a perda do que queríamos que nossa vida fosse e como esperávamos que nossa experiência se manifestasse.

Mas, precisamos deixar de lado esse falso senso de conhecimento, a fim de abrir caminho para que a vida nos revele aquilo que estamos aqui para participar, e como esta experiência se desenvolverá para nós – experiências que jamais soubemos que estavam à nossa disposição.

O avanço da mente humana, nossas habilidades de comunicação e organização mudaram para sempre a direção evolutiva da humanidade. Deixamos de ser regidos pelo instinto e a intuição para ser regidos pela mente consciente; e isso mudou o que somos.

Nós nos afastamos da vida do reino animal e seguimos um caminho de mestria. Dominamos nossas capacidades naturais e aprendemos a desenvolver o mundo a nosso favor, e com o tempo, nos tornamos soberanos relativamente à nossa realidade – e ainda assim persistimos com a mentalidade de que somos meramente sobreviventes. Cercados pela abundância e empoleirados no topo da ‘cadeia alimentar’, nós, humanos, enfrentamos o medo e a carência – o que gera dualidade e conflito.

Mas, agora, nos encontramos em outro ponto crítico da jornada evolutiva da humanidade.
A humanidade está evoluindo para além de ser regida pela mente… pela CONSCIÊCIA.

A consciência é a intuição compreendida e traduzida pela mente evoluída. Em que a intuição em sua forma mais pura só pode estar disponível e atuar no momento, a consciência é traduzida e integrada por meio da mente consciente avançada. Assim, a integração da intuição e do instinto com os processos recém- desenvolvidos da mente consciente é um desenvolvimento natural e inevitável da evolução da humanidade.

Temos a capacidade de prosperar por meio desta Mudança e criar uma civilização verdadeiramente avançada, mas devemos renunciar à mente (e ao status que lhe concederam) como nosso guia principal e estimular o desenvolvimento da consciência humana em todas as suas formas.

Como indivíduos e como uma sociedade, devemos aprender a ser orientados pela consciência de que não somos separados de nada, que apenas somos manifestações dos impulsos criados por forças maiores de nossa coexistência, levando-nos ao lugar certo, no tempo certo, com as conexões certas para expressar nossa individualidade perfeitamente concebida.

As estruturas atuais estão se desmoronando, tanto as estruturas internas de nossas mentes quanto as estruturas externas de nossas sociedades, e quando isso acontece, criamos novas estruturas – estruturas orgânicas e naturais, em que a dualidade se reflete na diversidade e não no conflito.

A criação dessas estruturas orgânicas, todavia, só é possível quando integramos e manifestamos nossa consciência interna no mundo externo, seguindo nossos impulsos internos mais autênticos e confiando em que não somos criadores solitários, mas cocriadores de nossa nova realidade, nos relacionando mutuamente por meio da ressonância.

Cada um de nós faz parte da evolução da natureza, que continuamente orienta e organiza os indivíduos para uma realidade perfeitamente orquestrada – e todos nós temos o nosso papel perfeito a representar.

Vivam como vocês amam…

Amem-se e aceitem-se como vocês são…

Saiam dos bancos de reserva e sigam a sua paixão…

Sejam flexíveis em seu rumo sem comprometer quem vocês são…

Avancem com modéstia e integridade, e observem a sua vida se desenrolar a partir de dentro.

Bênçãos,

Simon & Jennifer

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A Mensagem da Lua Cheia – O invisível se tornou visível 11 de abril de 2017

lua cheia

A MENSAGEM DA LUA CHEIA
O INVISÍVEL SE TORNOU VISÍVEL
Simon & Jennifer
11/04/17

À medida que a maré movimenta o oceano, os efeitos do invisível se tornam visíveis. Nossas emoções são essa mesma energia – a energia da própria vida – nos movendo assim como fazem os oceanos. E assim, é por meio do corpo emocional que estamos evoluindo a cada momento.

As correntes energéticas estão atualmente incitando profundas ondas em nosso ser, que estão nos levando a curar nossos relacionamentos com nós mesmos e, então, em realidade, com os demais. Essa cura vem não só por atos estimulantes de amor próprio, mas também por nos conscientizarmos da relação que mantemos com a nossa dor.

Como seres humanos, nossos traumas e ocorrências emocionais dolorosas tornam-se cristalizados com o tempo, envoltos e protegidos, depois deixados para ser processados a partir de outro lugar emocional, em outro momento de nossa trajetória, com o benefício da reflexão objetiva. Mas essas feridas não desaparecem, apenas ficam lá esperando para vir à tona – aguardando ser reconhecidas e curadas.

Muitas vezes isso acontece por intermédio de nossas interações com as outras pessoas, que sem saber mexem em nossas feridas, que por sua vez surgem e irradiam sua energia que não está curada.

Frequentemente, ofuscados pela experiência emocional, deixamos de reconhecer a ferida original que provocou a dor, e então projetamos a severidade dessa experiência passada nos outros, no presente, como uma forma de nos proteger da experiência nuclear, que podemos não estar prontos para encarar.

Mas, é preciso energia para carregar esse peso em nossa alma e, em última análise, não estamos nos protegendo dessa experiência, estamos apenas adiando enfrentá-la e curá-la em detrimento de nós mesmos e dos demais.

Os atuais alinhamentos astrológicos e as energias que eles refletem estão nos fornecendo os gatilhos de que precisamos, para nossa ajudar a nos conscientizar e curar esses nossos aspectos feridos; remodelar as crenças que constituímos para protegê-los, encontrar meios de integrar a consciência obtida dessas experiências e expandir nossa percepção acerca da natureza da vida e da realidade.

Aquilo que certa vez era invisível está se tornando visível. Então, conforme obtemos discernimento de nós mesmos, somos capazes de voltar essa visão para o nosso interior, utilizando nossos insights para ajudar a mitigar o sofrimento das outras pessoas e manter o espaço para que elas experimentem e curem sua dor – de modo que elas, por sua vez, possam fazer o mesmo pelos outros.

Assim, os efeitos de nossa cura interna pode fazer uma profunda diferença para o mundo, não por meio de gestos grandiosos, mas devido ao efeito cascata que produzimos, por sermos uma pura expressão das marés invisíveis que se movem por nosso intermédio e nos levam através dessa mudança evolutiva da consciência humana.

Imaginem um mundo em que todos integramos conscientemente nossos eus inconscientes – um mundo regido pelo desenvolvimento pessoal e conscientização. Esse é um mundo em que verdadeiramente vamos poder experimentar a nossa diversidade, e celebrar cada um de nós como expressões singulares da Fonte que somos.

Desde os menores até os maiores desafios que cada um individualmente enfrenta, os superamos um dia de cada vez, uma escolha de cada vez, ao integrarmos nossos valores internos ao mundo que nos rodeia. Para alcançar isso, devemos nos tornar um exemplo ambulante da mudança – uma expressão da própria verdade interior, impulsionados pelas marés da evolução.

Bênçãos,

Simon & Jennifer

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