Atualizações Cósmicas

ATUALIZAÇÕES CÓSMICAS
Por Morag,

Quando despertamos para a existência quântica, quando experimentamos pela primeira vez a estranheza e a maravilha do Universo, podemos sentir como se o tapete fosse puxado de nossos pés. Tudo o que nos ensinaram e disseram sobre o mundo é desafiado.

Não estamos sozinhos no Universo.
O Universo não é governado pelo tempo linear.
Somos muito mais poderosos do que imaginamos.

A ativação cósmica do DNA adormecido desencadeia a limpeza e expansão do nosso sistema de chakras energético. Isso eleva nossa vibração. Nós sabemos que alguma coisa, talvez tudo, mudou, mas nossa realidade física parece inalterada.

Estamos em transição através de ondas cósmicas de recalibração elevando a nossa vibração celular e do nosso planeta. Essa ascensão de nossas frequências nos abre à existência quântica. Começamos a entender o nosso potencial como criadores, capazes de manifestar a nossa realidade.

Esta transição, recalibração, está sendo dificultada pelo HAARP, CERN e chemtrails, armas usadas pela elite para atrasar ou impedir esse processo de Despertar. A cabala, isto é, a aristocracia, a elite, os super ricos não nos querem Despertos. Não somos adequados para eles.

Como no filme de Guerra nas Estrelas, o lado negro nunca desiste, seu vício em riqueza e obsessão com o poder os consome. Eles procuram manter o controle, para manter o status quo. Sua destruição predatória de Gaia danificou o planeta, manteve a humanidade encarcerada/acorrentada e resultou em morte, destruição, violência e medo, exatamente como eles querem.

No entanto, a Matrix é a casa, é onde interagimos com a natureza, pessoas e lugares. É o tecido da nossa existência percebida. Podemos sentir-nos resistentes a esta ativação do nosso sistema de chakras, à atração para desmontar as toxinas da Matrix.

Podemos resistir à liberação kármica, optando por suprimir, ignorar, evitar as bolhas persistentes de emoções difíceis de enfrentar. Podemos resistir a desprogramar-nos de brechas de pensamento, padrões de comportamento, algoritmos de familiaridade e conforto.

Nós não somos monges levitando no Tibete. Somos pessoas comuns lutando para permanecer presentes em vidas ocupadas, pressionadas e polarizadas. Nós comemos chocolate. Nós bebemos e fumamos (?). Nós surfamos ondas de atualizações cósmicas no melhor que podemos.

Despertar é expandir nossa consciência, soltar todas as ideias preconcebidas de que o Tempo, o Universo e a Realidade são. É para enfrentar a Noite Escura Da Alma.

Para aliviar a nossa carga energética, promovemos o fluxo fluido de energia através do nosso sistema corporal de alma. Mudamos conscientemente a nossa escolha de linguagem, em nossa mente, para os outros e nossos corpos.

A linguagem é a engrenagem da nossa existência percebida. Se o idioma que usamos é negativo, o nosso mundo sentirá – será negativo. Quando aprendemos isso, começamos a entender o poder que temos sobre nossas próprias vidas. Eu posso – em vez de não posso, eu – em vez de poder, eu sim – em vez de deveria.

Mantras de intenção focada criam novos e positivos sulcos de luz sináptica, reprogramando nossos cérebros para maiores comprimentos de onda.

Estamos em um ambiente hostil. Estamos sob fogo constante. À medida que a Matrix é desmantelada, ela cai gritando e lutando. Os rumores de uma reinicialização financeira global, uma liberação de todas as reservas ocultas para a economia global – afundam.

Os cavaleiros Jedi Obi Wan Corbyn e Yoda Bernie exercem implacavelmente seus sabres iluminados diante da elite corporativa, política e de sangue azul. E estamos aprendendo a meditar na frequência do Amor, chegando online como luzes de Fadas, ancorando nossa Luz na Grade/Rede de Gaia.

Exerça seu livre arbítrio, reponha os algoritmos do seu idioma, procure paz e calma interior. Realinhe seu sistema em prontidão para abraçar dimensões mais altas da existência. Nós estamos todos juntos nisso. Os Guerreiros da vanguarda manifestam a Consciência da Unidade Iluminada em Gaia. 

No Amor e na Luz, pessoas belas.

Mantra:

“Vou Ter Um Dia Mágico E Tranquilo.


Eu Sou Um Com a Energia De Luz Do Amor Universal.


Eu Ancoro Minha Luz Na Grade De Gaia, Expandindo Minha Energia Para Frequências Mais Altas, Compartilhando A Cura, O Amor E A Paz.”

Namaste

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Tradução Vilma Capuano – vilmacapuano@yahoo.com.br

Empoderamento dos aspectos humanos e espirituais

empoderamento

EMPODERAMENTO DOS
ASPECTOS HUMANO E ESPIRITUAL
GRANDE PERÍODO DE AJUSTE PARA
“VOLTAR PARA CASA” E PARA O NOVO *VOCÊ*
Por Anastacia Raio Azul

As Almas não habituadas a entrarem em nosso NOVO EMPODERAMENTO, podem “reagir” e ficar “surpresas” quanto às coisas que costumávamos fazer/dizer – conforme agora aparecemos e dizemos mais o que algo significa para nós – e isso pode ser um “choque” para elas.

Não estão “acostumadas” com estarmos de uma “certa maneira” e sermos tão “sinceros” como agora.

É muito interessante, para dizer o mínimo, as reações dos outros. Alguns se sentirão “ameaçados” quanto a entrar no novo Empoderamento deles. Outros farão um “pequeno ajuste”. Assim como não somos “quem éramos” anteriormente.

É como se “eles nos tivessem em uma “caixa ” – sobre como reagimos e o que costumávamos dizer – porém não estamos mais em uma “caixa ” de quem éramos. Por isso, às vezes, os outros não sabem como reagir ou “lidar” com.

Eu rio enquanto eu escrevo isso quando lembro o que isso foi para mim no passado. Não mais eu apenas “relaxaria” e não falaria, como fiz no passado. Encontrei força e nova confiança para dizer o que algo significava para mim quando alguém aceitou ou reagiu. Vinda do coração e da verdade das almas e vindo do meu espaço do coração.

Alguns sentiram-se “ameaçados”, o que é risível de uma certa maneira, pois isso diminuiu seu controle ou seu “poder sobre nós” – que eles “sentiam” ou tinham pensado que tinham. Isso os mantinha confortáveis, conforme isso realmente é um jogo de poder para muitas almas – manter todos ao seu lado a partir do seu ponto de vista.

Agora, com tantos que começam a deixar de se “esconder” ou estar atrás das cenas há tanto tempo – especialmente os Raios Azuis – isso está interrompendo muitos relacionamentos.

Lembre-se de que, enquanto você esperou tanto tempo para poder finalmente falar a sua verdade, para os outros isso é muito novo. Então, o que pode parecer “normal” para você, sendo apenas você mesmo, não será para os outros.

Eles podem criticar e “derrubá-lo” como “sempre fazem”, mas quando somos mais fortes e crescemos, isso não funciona mais. Podemos agora encontrar-nos refletindo sobre quanto tempo temos “suportado a porcaria” de alguém.

Este é um processo gradual ou crescente para alguns e, no entanto, para outros é uma mudança rápida para abrir-se, e falar por si mesmo dependendo de cada situação.

Algumas situações precisam que isso seja feito “com cuidado”, de forma a perceber que você cresceu – a outra alma pode não ter crescido como você!

Então, o que parece fácil, simples ou íntegro para você, pode não ser para os outros.

É aí que entra um período de ajuste. Ajustando-se para onde você está agora e sentindo onde os outros estão, a partir deste novo espaço e este NOVO VOCÊ.

Para aqueles que gostam de aprofundar-se digo que há DOIS ASPECTOS – o HUMANO e o ESPIRITUAL

Lembrando que há dois aspectos no Espiritual. O que quero dizer com isso é que alguém próximo a você pode ter mudado no espiritual, mas pode não estar conectado e ainda precisa crescer mais como ser humano, na alma ligada ao seu Espírito.

Basta dizer que alguém que está em sua Jornada Divina se desloca com as energias em sua intuição por si mesmo … e ainda está por acolher a sua sombra no seu aspecto de ser humano, então, por um lado, você pode se relacionar com alguém, mas quando se trata de aprofundar as emoções, então pode haver um tipo de desajustamento que pode “afastar esse alguém” – por isso você pode ficar confuso quanto a como alguém pode compreendê-lo, mas, por outro lado, não o faz, pelo aspecto humano.

Estamos em uma fase de EQUILÍBRIO, BALANCEAMENTO E EQUILÍBRIO também com isso:

*Equilíbrio com o Divino e nosso interior,

*Equilíbrio com nosso Espírito e Alma – isto é, o Humano com nosso Espírito e

*Equilíbrio com os outros.

Quando estamos em contato com nossas emoções, este é o link entre nossa Alma e Espírito.

Muito Amor Incondicional, Verdade e Honestidade para vocês.

Anastacia: *Mestra da Terra Ascensionada em 6D na encarnação Humana / e na 8D em Espírito. Anastacia é uma ponte arco-íris / Mostradora do Caminho através das nossas emoções. Tudo o que compartilha é experimentado pessoalmente, em primeiro lugar.

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Tradução de parte da mensagem por Vilma Capuano – vilmacapuano@yahoo.com.br

Não tenha medo de pedir nossa ajuda

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NÃO TENHA MEDO DE PEDIR NOSSA AJUDA
Mensagem Diária do Arcanjo Gabriel
Através de Shelley Young
21/06/2017

Queridos, muito poucos de vocês estão aproveitando ao máximo a quantidade de assistência disponível para vocês diariamente.

Não tenha medo de pedir a nossa ajuda!

Nenhum pedido é muito pequeno ou muito bobo.

É nossa maior alegria servi-lo e ajudá-lo, mas, como você é um ser soberano, exigimos sua permissão para ajudar.

Você é parte de uma equipe – não há necessidade de carregar a carga sozinho.

Estamos apenas esperando o seu assentimento para nos lançarmos em ação em seu nome.

Então, simplesmente peça!

Peça para mostrar o caminho, peça para que as soluções invisíveis sejam mostradas, peça uma maior facilidade e conforto, e abra-se a magia, pois é assim que você se move para receber o Amor, apoio e orientação que sempre esteve lá para você .

~ Arcanjo Gabriel

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Fonte: Trinity Esoterics
Traduzido por Adriano Pereira – blogluzevida@gmail.com

A Verdade sobre o Karma

karma

A VERDADE SOBRE O KARMA
Mensagem de Owen K. Waters
23 de Junho de 2017

O Karma é muito diferente do que a maioria das pessoas pensa. A própria palavra, geralmente prefixada pela palavra “ruim”, gera ideias de retribuição ou punição por desvios passados. Em algum lugar, no céu, assim as pessoas imaginam, existe um fiscal que deve acompanhar o seu equilíbrio Kármico.

Eu costumava pensar que o Karma se referia a manter um equilíbrio, assim, portanto, o universo continha alguma lei que o tornava refletivo em natureza, e, portanto, ele se equilibrava automaticamente.

Entretanto, eu fui corrigido por recentes revelações do meu guia e mentor, um Arcanjo que serve à humanidade no serviço vitalmente essencial de Senhor Protetor da Mudança.

O Karma é um efeito da criação. Não há uma capacidade refletiva inerente no universo. Os aparentes reflexos, que as pessoas, às vezes, chamam de seu Karma, vêm de contínuos padrões de consciência que elas criaram.

Cada um de nós tem um padrão Kármico, que é como uma tapeçaria cheia de uma variedade de energias interligadas. Cada fio tecido em seu padrão Kármico foi lá colocado pela sua criação de um determinado padrão de consciência.

Cada padrão criado de consciência na tapeçaria de seu padrão Kármico existe porque você lhe deu vida. Ele continuará a existir e a atrair circunstâncias para si mesmo, contanto que você alimente a sua existência. Esta atração é causada pelo componente emocional da criação.

A Lei da Criação é invocada quando a intenção e o sentimento são acionados. A parte do sentimento do padrão do pensamento, cria um campo de atração que, por sua natureza, atrai circunstâncias relevantes para si.

COMO MUDAR O SEU KARMA

As pessoas geralmente perguntam se o seu padrão Kármico pode ser mudado. Sim, ele pode. Ele muda o tempo todo. O que foi criado e habilitado por uma carga emocional, em breve desaparecerá quando esta carga emocional não mais alimentá-lo.

De forma mais súbita, uma elevação na consciência pode transformar um padrão Kármico. 

Por exemplo, se alguém tivesse a intenção do ciúme como um modo de vida e, então, ele experienciasse um despertar súbito que o transformasse para um nível mais elevado de pensamento, a sua vida poderia mudar neste exato momento.

Ele poderia decidir se tornar amoroso e indulgente, em vez de continuar a alimentar o velho padrão do ciúme. Esta decisão seria o fim da parte do ciúme de seu padrão Kármico. Ele seria tirado da existência pela transformação que fez com que a pessoa não mais se interessasse em alimentar este padrão de consciência.

A antiga criação se dissiparia, a sua energia seria liberada de volta ao universo, e isto deixaria de gerar circunstâncias Kármicas.

RESUMINDO

A Lei do Karma afirma que os padrões do pensamento atraem experiências para você que correspondem aos padrões.

Seu padrão Kármico, em geral, é uma reunião de cada padrão de pensamento que você criou. Ele pode mudar quando você eleva o seu nível de consciência através do crescimento espiritual, mas a Lei do Karma nunca deixa de operar. Ela é incorporada à Criação e está sempre em plena operação em todos os níveis da Criação, atraindo estes padrões que você criou através das suas intenções, sentimentos e ações.

AQUI ESTÁ A NOTÍCIA ESPECIALMENTE BOA

A Lei do Karma garante que quando você der, você receberá. Quando você curar, você receberá a cura. Quando você ensinar o que aprendeu aos outros, você descobrirá que as maiores ideias surgem dentro de você como resultado.

Se você decidir com todo o seu coração que este é o ano em que conseguirá cumprir o propósito de sua alma nesta vida, então, isto adicionará um fio ao seu padrão Kármico que afetará o seu presente e o seu futuro. Como um ímã que atrai recursos e circunstâncias em sua direção, este fio irá ajuda-lo a navegar pela vida de forma a satisfazer os seus desejos de todas as maneiras possíveis.

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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

4 fatos que você deveria saber sobre a bissexualidade

Por Darllam Cruz

Todos sabem que a bissexualidade é o B da sigla LGBT, mas das orientações sexuais minoritárias ela é a menos discutida e problematizada, o que dá a ideia de que a comunidade bissexual é escassa, desorganizada e virtualmente inexistente. Os preconceitos enfrentados pelos bissexuais vêm tanto da sociedade como da própria comunidade que os integra. Nos últimos tempos, instituições e grupos voltados à causa bissexual travam uma cruzada científica e social para provar que a bissexualidade é uma orientação tão comum e frequente quanto as outras e que deve ser vista como tal. Entenda como a invisibilidade imposta sobre o grupo influencia em sua realidade.

1. Apagamento bissexual e bifobia

Muita gente enxerga a bissexualidade como uma orientação conveniente e inventada, usada por homens em negação quanto a sua homossexualidade e por mulheres que só querem experimentar. Estudos levantados pelo American Institute of Bisexuality demonstram que pessoas que se identificam como heterossexuais têm mais atitudes negativas sobre bissexuais (especialmente homens bissexuais) do que têm quanto a gays e lésbicas. Ou seja, héteros têm mais preconceitos contra bis.

Mas a crítica não vem só dos leigos. Em entrevista para o jornal The New York Times, um dos ativistas do AIB afirmou que, mesmo dentro da comunidade gay, os bissexuais são ignorados, incompreendidos ou alvo de piadas. Membros do AIB insistem que algumas das piores minimizações e discriminações vêm de dentro da comunidade gay, alimentada pelos estereótipos de que pessoas bissexuais estão mentindo para si mesmas e para os outros, estão confusas e não merecem confiança.

Além desses fatores, muitos outros contribuem para a invisibilidade das pessoas bi. O instituto de pesquisas Bisexual Resource Center, de Boston, enumera alguns deles: chamar bissexuais de “aliados”, excluindo-os de uma comunidade que deveria integrá-los; o uso de linguagem não-inclusiva, como casamento gay ou casal gay e casal lésbico, mesmo quando um bissexual compõe o casal; rotular erroneamente como gay, lésbicas ou heterossexuais pessoas que se declararam bi; ou determinar a sexualidade da pessoa considerando apenas o sexo do seu companheiro ou companheira.

2. Identidade X Comportamento

Além da invisibilidade e do preconceito, de acordo com a AIB, a maioria dos bissexuais não sai do armário por estarem em relacionamentos com alguém do sexo oposto e não são abertos sobre sua orientação. De acordo com o terapeuta sexual Joe Kort, autor de um livro sobre homens que se identificam como heterossexuais, são casados, mas também fazem sexo com homens, muitos não contam a ninguém sobre suas experiências bissexuais por medo de perder relacionamentos ou ter a “reputação manchada”. Consequentemente, formam um grupo invisível.

Numa pesquisa realizada nos Estados Unidos em 2013, apenas 28% das pessoas que se identificavam como bissexuais falaram que eram abertas quanto à sua sexualidade. Devido a essa alta improbabilidade de sair do armário, a Comissão de Direitos Humanos de São Francisco chamou os bissexuais de “uma maioria invisível” que precisa de recursos e apoio. Ativistas bissexuais da AIB acreditam que muito do que as pessoas heterossexuais, lésbicas e gays acreditam sobre a bissexualidade está errado e é distorcido por um parâmetro que se auto-reforça: por causa da bifobia, muitos bissexuais não se assumem. Mas até mais gente bi ser aberta quanto à sua orientação, os estereótipos e a desinformação no coração da bifobia continuarão intactos.

3. Pesquisas científicas

O American Institute of Bisexuality foi fundado em 1998 por Fritz Klein, um psiquiatra bissexual abastado que acredita nos valores persuasivos de pesquisas acadêmicas e científicas. O instituto AIB se dedica a financiar estudos e a ter ideias de como aumentar a visibilidade bissexual em um mundo ainda não convencido da existência da bissexualidade. Nos últimos anos, a AIB apoiou o trabalho de mais de 40 pesquisadores. As pesquisas lançam um olhar para o comportamento bissexual e saúde mental, padrões de excitação sexual em homens bissexuais e juventude bissexual.

Essas pesquisas foram uma resposta a pesquisas publicadas anteriormente por Michael Bailey, professor de psicologia que divulgou resultados que invalidavam a bissexualidade masculina. A AIB convidou o próprio Bailey para conduzir novos estudos e aplacar seu ceticismo. Os resultados surpreenderam o psicólogo: foi descoberto que homens bissexuais de fato demonstram “padrões bissexuais de excitação tanto subjetiva quanto genital”, contrariando os resultados anteriores. Ou seja, os padrões de excitação dos homens selecionados pela AIB para serem estudados batiam com a orientação que eles professavam e a instituição, criticada por trabalhar com Bailey, conseguiu provar cientificamente a existência da bissexualidade.

4. Riscos de saúde

A marginalização e a discriminação que a comunidade bissexual sofre na sociedade reflete também na saúde dos seus membros. O apagamento bissexual leva muitas pessoas a evitarem exames ou a mentir sobre o histórico sexual. Ainda de acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto de pesquisa Bisexual Resource Center, de Boston, os bissexuais têm uma tendência a enfrentar maiores disparidades de saúde. Comparadas a heterossexuais, lésbicas e gays, pessoas bissexuais têm maiores taxas de ansiedade, depressão e outros distúrbios de comportamento, assim como é maior a incidência do uso de tabaco. São maiores também as chances de pessoas bissexuais contraírem infecções sexualmente transmissíveis e os riscos de doença cardíaca e câncer quando comparadas aos heterossexuais.

Imagem de capa: Shutterstock/nito

TEXTO ORIGINAL DE SUPERINTERESSANTE

http://www.psicologiasdobrasil.com.br/4-fatos-que-voce-deveria-saber-sobre-bissexualidade/

Relação entre a comida e a ansiedade

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Por Clara

Você já parou para pensar na relação que existe entre a comida e a ansiedade?

Para entendermos essa questão que afeta muitas pessoas em processo de emagrecimento, precisamos saber o que é ansiedade? Ansiedade: característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis!

O termo “ansiedade” tem várias definições: aflição, angústia, perturbação do espírito causada pela incerteza, relação com qualquer contexto de perigo, entre outros. Levando-se em conta o aspecto técnico, devemos entender ansiedade como um fenômeno que ora nos beneficia, ora nos prejudica, dependendo das circunstâncias ou intensidade. A ansiedade estimula o indivíduo a entrar em ação, porém, em excesso, faz exatamente o contrário, impedindo reações.

Os principais sintomas da ansiedade são:

Sensação de vazio no estômago
Coração batendo rápido
Medo intenso
Aperto no tórax
Transpiração
Outras alterações associadas à disfunção do sistema nervoso autônomo

Mas qual a relação da comida com a ansiedade?

As emoções negativas aumentam natural e substancialmente os níveis de glicose no organismo.

A glicose é um supressor natural do apetite que gera fome. Se alguma vez você, mesmo se sentido cheio, engoliu uma sobremesa, ou então devorou um pote de sorvete ou uma barra de chocolate num momento que estava triste, você teve um episódio de alimentação emocional. Que não é nada mais que usar a comida para se sentir melhor, ou para se acalmar em situações de estresse.

Em outras palavras…. Usamos os alimentos e principalmente os doces para compensar tristezas, decepções, perdas, inquietações e ansiedade! Isto feito uma vez ou outra não gera problemas. O perigo é quando se torna uma rotina para compensar emoções negativas. Ou seja, você está triste, e sua reação automática é abrir a geladeira.

E isso tem explicação biológica: o açúcar e diversos carboidratos são capazes de causar uma sensação boa no seu cérebro que causa estímulo de bem-estar. O problema é que essa área é a mesma envolvida na resposta a drogas como a cocaína e heroína. E essas drogas viciam. E os doces funcionam da mesma maneira. Quando aparecer o problema, você vai recorrer a comida. Por alguns momentos você se sente bem, mas aquilo passa rápido.

Adicionalmente, você deixa de aprender a lidar de forma eficaz com suas emoções negativas.

Já que sabemos o quanto essa correlação pode ser perigosa, como fazer para nos libertar da fome emocional?

Comece a ir para os locais para ver seus amigos e familiares e não para comer! Não vincule a comida com uma bonificação ou mérito! Dê a oportunidade de fazer suas refeições tranquilamente, mastigando bem os alimentos antes de engoli-los. Pare de comer antes de ficar completamente satisfeito, dê ao seu corpo tempo suficiente para que ele mande sinais ao cérebro que você já está satisfeito. Seu estômago também poderá digerir a comida adequadamente.

Tente manter a mente “limpa” enquanto come: Dê uma folga ao cérebro, mantendo o foco nos sabores e aromas de sua refeição. Assim você aproveita melhor o que está comendo. Não resolva problemas no momento da alimentação! Ataques de ansiedade podem ser ocasionados quando estamos de “cabeça cheia”. Desta forma, a hora da refeição pode se tornar o momento ideal.

A ansiedade muitas vezes é fruto da falta de consciência

Procure saber o que lhe incomoda, o que lhe aflige. E converse sobre. Quando não sabemos de algo, temos uma tendência natural a usar a imaginação e pensar em muitas coisas (quase sempre negativas) a respeito de algum assunto.

Assim quando as emoções comandam a fome, é preciso aprender a distinguir entre a fome física, a fome emocional e identificar o que desencadeia a última! Para isto, a desconexão entre emoção-comida exige a aprendizagem de estratégias adaptativas de resolução de problemas, de estratégias para lidar com as emoções negativas e a promoção da autoestima diminuindo, desta forma, a fome emocional.

Imagem de capa: Shutterstock/Pushish Images

TEXTO ORIGINAL DE PSICOLOGIA DA NUTRIÇÃO

http://www.psicologiasdobrasil.com.br/relacao-entre-comida-e-ansiedade/

14 sinais de abuso verbal

Abuso verbal ocorre sempre quando um agressor faz observações ofensivas sobre outra pessoa, no caso, a vítima. As formas mais comuns desse tipo de violência são: questionar a capacidade intelectual da pessoa ou zombar de sua constituição física. A principal vítima é a mulher.

As palavras são incrivelmente poderosas: elas podem nos levantar ou nos derrubar, acalmar-nos ou ferir-nos. Pessoas se esquecem disso.

O abuso verbal faz parte de praticamente todos os relacionamentos íntimos e sociais em geral. A convivência acarreta em conflitos, os quais são naturais e, até certo ponto, positivos. Mas a convivência também acarreta em confrontos, os quais são sempre esmagadores, negativos. O abuso verbal é um subproduto do confronto.

Abusar verbalmente é diferente de repreender. O abuso verbal tem o objetivo de ofender; a repreensão, de corrigir.

É muito fácil identificar sinais de abuso verbal, uma vez que eles afetam claramente os pensamentos, crenças e emoções da vítima. O difícil é controlar as consequências desses sinais, que indicarão os possíveis sintomas e efeitos colaterais.

Em geral, abusadores usam táticas de intimidação para impor sua força e dominação sobre uma vítima. Durante a experiência de agressão verbal, o abusador costuma implantar ideias e suposições na mente da vítima de tal forma que esta chega a duvidar de seus próprios pensamentos, ou até desacreditar de suas percepções.

Gritos, xingamentos, insultos, julgamentos. Algumas manifestações de abuso verbal são óbvias, mas muitas delas são encobertas e, portanto, menos reconhecíveis.

Existem casos em que pessoas até recebem abusos verbais, mas não chegam a sofrer por eles (pelo menos não conscientemente), assim como há situações – a maioria delas – em que pessoas se sentem extremamente tristes, prejudicadas ou inferiorizadas por conta disso.

Na maioria das vezes, os agressores desejam que a vítima reaja aos seus ataques, pois essa é a maneira mais evidente de saber que a agressão surtiu efeito. Quando a vítima reage a um abuso verbal, está recompensando quem o praticou.

Muitos seguranças de festas, bares e baladas, por exemplo, reagem de forma violenta e agridem clientes que praticaram comportamentos inadequados, sejam eles quais forem, porque esses profissionais aproveitam da posição de autoridade para validar suas reprimendas, mesmo quando são injustas. Esses seguranças querem mostrar serviço, havendo ou não necessidade para isso. Situação semelhante ocorre com policiais em resposta agressiva a criminosos e infratores. Na verdade, esse dilema de justiça existe sempre quando o nível de força e/ou influência é determinado por uma hierarquia.

Outro caso comum, infelizmente, é a agressão verbal, e física, do marido para com a esposa quando ocorre uma briga por traição ou algum outro traço de infidelidade, para citar um dos motivos.

Bem, o abuso verbal pode ser tão doloroso quanto o físico e emocional. Todo mundo já sofreu, sofre e com certeza sofrerá por isso, fato que implica na necessidade de proteção contra esse tipo de violência.

14 sinais de abuso verbal

Em seu livro Como Enfrentar a Violência Verbal, publicado no meio da década de 90, a autora americana Patricia Evans escreve sobre a natureza dos relacionamentos abusivos e esclarece como responder positivamente em casos de crise. Ela diz:

“Desde que este livro foi lançado, há mais de 20 anos, a incidência de violência verbal só cresceu. Por exemplo, uma em cada três adolescentes americanas é vítima de abuso.”

Tendo em vista o frequente e crescente número de ocorrências de abuso verbal, e considerando todas as suas consequências negativas, torna-se importante compreender os sinais que originam tal agressão. Segundo Evans:

“Se você foi vítima de abuso verbal, certamente já escutou de maneira sutil, e de outras nem tão sutis assim, que a sua percepção da realidade e os seus sentimentos estão errados. A vítima de violência verbal vive num mundo que fica cada vez mais confuso. Muitas vezes, ela não tem testemunha nem conta com alguém que entenda sua experiência. Como consequência, você pode duvidar de sua própria experiência e ao mesmo tempo não perceber que está fazendo isso.”

No livro, Evans lista os 14 sinais que acusam um abuso verbal. Esses sinais são descritos sob as perspectivas da vítima e do agressor, papeis que todos nós já cumprimos ao menos uma vez na vida, e provavelmente ainda cumpriremos em outras oportunidades. Os sinais são:

1. Xingamento

Xingar é uma das formas mais evidentes de abuso verbal, praticada pelo agressor para ferir ou prejudicar sua vítima.

2. Ameaça

Ameaças são expressões diretas de abuso verbal, como gritar e xingar. Na base da submissão, o agressor amedronta ou aterroriza a vítima. As ameaças podem ser tão debilitantes quanto a violência física explícita.

3. Ordenação

É uma forma ostensiva de abuso verbal. O agressor costuma tratar sua vítima não como pessoa, mas como serva, que existe para satisfazer seus desejos e necessidades. Quando o agressor ordena, é uma indicação de que ele acredita ter direito de interferir no livre-arbítrio da vítima.

4. Julgamento e crítica destrutiva

Aqui, o agressor mostra plena falta de aceitação da vítima. O agressor acredita que pode julgar a vítima melhor do que ela mesma. Comentários disfarçados de críticas construtivas são, muitas vezes, críticas destrutivas. Além de criticar a vítima pessoalmente, o agressor fala mal dela para outras pessoas a fim de denegrir sua imagem e prejudicar sua reputação.

5. Acusação

Acusações consistem de declarações ou réplicas feitas pelo agressor com o intuito de transferir a culpa e a responsabilidade para a vítima.

6. Banalização

É quando o agressor diz, de várias maneiras, que o que a vítima faz ou pensa é ridículo, ou insignificante. Agressores verbais tendem a banalizar os hábitos, interesses e hobbies das vítimas, bem como suas realizações.

7. Negação

Um agressor frequentemente vai negar que tenha sido abusivo com a vítima, e provavelmente irá desconsiderar o fato de que seu comportamento foi inaceitável.

8. Esquecimento

Isso inclui negação e manipulação. Convenientemente, o agressor se esquece de incidentes ou promessas que foram importantes para a vítima. Negar pela simples alegação de “esquecer” pode ir além do esquecimento normal, ao ser um ato abusivo.

9. Retenção

A retenção envolve, basicamente, reter-se da intimidade normal e necessária em um relacionamento afetivo. A vítima de abuso verbal pode sentir isso através de um silêncio prolongado, uma falta de vontade de interagir, ou simplesmente tendo a impressão de que não pode compartilhar suas experiências. Quando a vítima está retida, não há relação íntima, e nenhuma troca de sentimentos. Assim, ela acaba se sentindo sozinha e chega a perguntar o que fez de errado para irritar ou alienar a outra pessoa, no caso, seu agressor.

10. Contrariedade

Neste caso, o agressor opõe-se a qualquer pensamento, opinião ou sentimento da vítima. A realidade de um relacionamento é ofuscada quando as percepções das pessoas são sempre opostas. Contrariar de forma recorrente torna qualquer discussão impossível, já que não importa o que o outro diga, a resposta virá em desacordo. Este é um motivo de briga bastante comum.

11. Desconto

Quando o agressor, de forma abusiva, dá pouco valor aos sentimentos, ações e emoções da vítima. Caso ela se sinta magoada por isso, pode ficar mais sensível, e até pensar que suas experiências são produtos da imaginação ao invés de realidade concreta. Qualquer declaração de desconto por parte do agressor acaba subtraindo o ímpeto da vítima de confiar nos seus próprios pensamentos, crenças e percepções.

12. Bloqueio e desvio

São formas de o agressor prevenir, controlar ou mudar o tópico de uma discussão com a vítima. Um exemplo de bloqueio é quando o agressor se recusa a discutir um problema, enquanto desvia o assunto para outro que sirva aos seus próprios interesses. A vítima tenta se defender e explicar a real necessidade da conversa, mas o agressor foge do tema.

13. Piadas disfarçadas

Quando o abuso verbal é disfarçado de uma piada, simplesmente ela não é engraçada, e ainda machuca. Pode ser um comentário depreciativo dito com um sorriso, mas que na verdade é um ataque à competência da vítima, suas habilidades ou valores. Alguns agressores assustam as vítimas e depois riem sarcasticamente, como se fossem hilários, quando na verdade essa tentativa de susto os fez agir como idiotas insensíveis.

14. Raiva abusiva

A raiva é algo que todas as vítimas e agressores estão familiarizados. A inexplicável explosão de cólera de um agressor pode deixar a vítima completamente indefesa, como costuma acontecer nos casos de abuso verbal precedido de violência física.


Muitas pessoas sofrem de abuso verbal e emocional em segredo durante anos, sem entender o que está acontecendo ou por que elas se sentem tão mal. Além disso, elas não percebem quão facilmente essas formas aparentemente leves de abuso podem ser precursoras para a violência física.

Este livro de Patricia Evans ajuda a vítima a entender como reconhecer o abuso, valida a percepção da vítima do que está acontecendo e oferece sugestões sólidas sobre o que fazer para controlar abusos e proteger-se.

 

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