Estudo descobre o que faz as pessoas serem mais “diurnas” ou “noturnas”

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Estudo descobre o que faz as pessoas serem mais “diurnas” ou “noturnas”

POR LUCAS ALENCAR, com supervisão de Cláudia Fusco

Algumas pessoas se sentem mais produtivas acordando ao nascer do sol e indo dormir assim que a noite cai. Outras, preferem permanecer despertas ao longo da madrugada e acordar quando a tarde já está começando. Mas o que define se você é uma pessoa matutina ou noturna? De acordo com um estudo publicado na última edição da revista Nature Communications, são os genes.

A pesquisa, encomendada pela companhia 23andMe, que fabrica produtos para análise genética, analisou o DNA de 89 mil pessoas e as respostas delas a duas perguntas sobre hábitos e horários. Baseado nisso, os pesquisadores chegaram a algumas conclusões sobre as características das pessoas matutinas:

– 48% das mulheres produzem mais se dormem cedo e acordam cedo. Entre os homens, a porcentagem é de 40%

Somente 24% das pessoas abaixo dos 30 anos prefere acordar cedo. Entre os mais velhos, acima de 60 anos, os madrugadores representam 63%.

– Aqueles que dormem cedo e acordam cedo têm menos chances de sofrer de insônia.

– Pessoas que estão nos extremos do IMC – o índice que calcula a massa corporal –, acima do peso ou abaixo do peso, geralmente têm hábitos noturnos.

Os autores do estudo, porém, alertam que tudo não deve ser levado ao pé da letra, já que todas as pessoas analisadas eram de etnias europeias e responderam apenas duas perguntas sobre seus hábitos. O importante, eles concluem, é que a pesquisa identificou diferentes localizações no genoma que podem ser úteis em estudos mais aprofundados sobre os hábitos e horários das pessoas.

Então, você que costuma dormir e acordar tarde, agora tem um ótimo pretexto: “Desculpa, está nos meus genes…”.

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Calma, amor nenhum deve chegar às pressas. Encontre paz antes de qualquer começo

Salve algumas exceções, não é como se o amor sempre batesse na porta e encontrasse um canto reservado e à espreita para acontecer. Porque colocar tudo de você, esperando e supondo, não fará com que ele chegue mais rápido. Amor nenhum deve chegar às pressas. Encontre paz antes de qualquer começo, antes de ser sorteado nessa romântica loteria.

O idealismo proposto pelo amor é tentador. Você imagina os carinhos e as trocas com alguém especial. As mensagens, as ligações para saber se está tudo bem. Vai levando ao pé da letra o manual da conquista e das etiquetas amorosas. Mas esquecemos do outro lado. Relacionamentos íntimos não são brinquedos de ego. Satisfazer o grande sonho do “amor de uma vida inteira” nem sempre trará a tranquilidade esperada. Talvez seja por isso que, depois de um tempo, amores terminem. Essa urgente expectativa maltrata até os menos sensitivos do encontro.

Em vez de maquinar no coração como estar junto é imprescindível, dê passagem para um pouco de solidão. Gaste um tempo consigo. Receba e admire o mundo de oportunidades apresentadas. Cuide da sua própria serenidade, antevendo uma possível premiação da vida. O amor é um conjunto de responsabilidades. Equilíbrio, entende?

Quem sabe, de repente os espaços de agora sejam motivos para inteiros mais adiante. Não dói ter cuidado. Cansativo é quando você ultrapassa etapas em nome do amor. É bem diferente de entrega, de permitir-se amar. Não pressione os organismos da felicidade. As nuances do romantismo também respiram por aparelhos, se você deixar.

Calma, nada de pânico. Você quer ver, sentir e tocar o amor com a máxima passada pelas novelas e filmes hollywoodianos. O amor não é um abismo no qual você é empurrado, assim, uma única vez. O amor ainda é um bicho indefinido e impreciso. Compreendê-lo leva tempo e saudade. Por isso ser harmonia é tão essencial antes do início de qualquer caso de amor.

 

Pão com queijo. O que isso tem a ver com a sua vida?

arco iris nas gotas

 

Durante anos o meu café da manhã, e o meu café da tarde, foi uma fatia de pão integral torrado com requeijão, e café.

Depois de comer o pão torrado com requeijão, eu comia uma fatia de queijo branco derretido. Como prêmio de consolação.

Até que a Sandra me levou, em Americana, a um misto de restaurante, padaria e doçaria.

Olhei para o cardápio cheio de delícias fotografadas e pedi aquele cuja foto me pareceu simpática. Junto da imagem estava escrito: “o mais pedido no horário das 15.”

É a hora do meu café. Pensei: que saudades do meu café. Nem peço café quando vou por ai, porque ninguém sabe fazer o meu café.

Quando o pedido chegou descobri que nada mais era do que uma baguete de pão integral com requeijão e queijo branco derretido. Deliciosa!

Fez-se a luz: e se eu chegasse em casa e fizesse a minha torrada de pão integral (pão de forma mesmo) com requeijão, e adicionasse o queijo branco, exatamente como havia comido, o resultado seria igual?

Foi o que fiz, e desde então, nunca mais separei a dobradinha. Ganhei em sabor e para ficar mais próximo possível do original, fiz o que eles fizeram: serviram as duas metades separadas.

Usei duas fatias de pão integral, lambuzadas de requeijão com a sua respectiva fatia de queijo quente. Separadas. O queijo por cima.

E animada com o resultado, inventei de colocar dois tomatinhos cerejas previamente esquentados no forno.
No capricho!

Isso me fez pensar: quantas coisas fazemos no automático e nos descuidamos dos detalhes.

Mas o requinte está nos detalhes! E nesse sentido, o sabor melhora com o requinte! Ignorar detalhes é perder sabor. Todo chefe de cozinha sabe disso e -por saber- nos parece tão afrescalhado, com suas exigências que nos soam descabidas.

Resumidos que somos. Mas não é só isso. A questão é mais profunda.

Envolve fundamentos da neurolinguística.
Envolve cultura.
Envolve tradição.
E envolve algum resquício de culpa, de dever, de negação de prazer.

No meu caso, ao comer o pão separado do queijo, inconscientemente, eu estava fazendo uma coisa que sempre faço, desde a infância: escolhendo o que é ruim primeiro, e deixando o gostoso para o fim.

Ao fazer isso, eu engolia o pão seco, levemente lambuzado de requeijão, e pensava: daqui a pouco eu ganho uma fatia de queijo branco derretido.

Daqui a pouco. Agora não posso. Agora ainda não mereço. Primeiro o dever, depois o prazer.

Foi assim que me ensinaram e que fui condicionada a pensar: Deus fez o mundo em 6 dias, e no sétimo, descansou. Só não me falaram que Deus vive tudo ao mesmo tempo, e que o tempo de Deus não tem passado e nem futuro, é um eterno HOJE E AGORA.

Compartimentando a comida em categorias estanques, estendi a mesma ideia para outras coisas da minha vida: a melhor roupa fica para os dias especiais, há roupas para ficar em casa, e há roupas para sair.

De manhã, devo fazer tudo o que não gosto, à tarde fico livre para fazer tudo o que gosto. E como sou essencialmente matutina, o que não faço de manhã, acabo não fazendo a tarde, e deixo para lá o que gostaria de ter feito.

Esses esquemas de sabotagem que montamos para o nosso funcionamento nos fazem totalmente previsíveis e robóticos.
Mas é assim que funcionamos a contento. E a contento significa: fazendo tudo do mesmo jeito que sempre fizemos.

Não passa pela nossa cabeça juntar o pão torrado com o queijo e comer tudo junto.

E só mesmo quando alguém ousa quebrar os nossos paradigmas, a gente engole. Engole e gosta.

E pensa: como não pensei nisso antes?

A falsa autoestima: uma máscara que esconde o que existe por baixo

escalando nuvesn - FB

A falsa autoestima é como uma imagem que criamos para nos proteger, não para nos prejudicar, mas para fingir que não temos problemas de segurança.

Muitas vezes, as mesmas pessoas que criaram uma falsa estima, não têm conhecimento de que elas têm, na verdade, uma estima baixa porque as ferramentas que elas usam para esconder a verdade enganam até a elas mesmas.

Abaixo veja 5 falsas  aparências que podem esconder uma estima baixa e muito frágil

Beleza:

Muitos pensam que uma pessoa bonita, deve ter necessariamente uma autoestima elevada, mas isso não é verdade. A autoestima não dependente de uma pessoa ser mais bonita ou mais feia. Há belezas com baixa autoestima, e pessoas que estão fora dos padrões sociais e possuem uma ótima estima. Uma pessoa é muito mais do que o seu físico. Existe toda uma personalidade por trás dos atos, decisões e sentimentos. Uma pessoa “menos bonita” (dentro dos padrões sociais)  pode fazer muitas coisas e não deixar que a aparência influencie em sua vida decisivamente.

Entretanto, será que dá para saber se uma pessoa tem uma boa autoestima ou se essa estima é falsa?

Pessoas que são bonitas, mas têm estima baixa se sentem como uma fraude. Toda e qualquer imperfeição que acham em si, seja estar despenteada, sem maquiagem ou roupa “adequada” deixa essa pessoa rápido e extremamente insegura. Essas pessoas são reféns de roupas e acessórios de grife, pois medem sua estima pelo preço do que vestem. Se gastam muito, acham que valem mais e que os outros também acharão que elas têm mais valor. Você nunca vai ver essas pessoas descuidadas e negligentes porque isso as faz perder a confiança. Elas se apegam à imagem porque duvidam do seu próprio valor. Infelizmente, isso pode sair pela culatra, porque uma vez que a beleza física declinar, também a segurança afundará com ela e a confiança desaparecerá. Nesse momento vemos pessoas exagerando em plásticas em busca de uma juventude e de uma confiança que não tem volta.

O sucesso profissional:

Para alguém que tem estima baixa nada pode ser melhor do que um bom posto de trabalho para se esconder e esquecer que, na verdade, não se valoriza. As pessoas com baixa estima e que se escondem atrás de seu sucesso profissional são as que dão sua vida pelo trabalho com pouco ou quase nenhum tempo de folga. Eles não se importam com  a falta de tempo porque sentem que o trabalho lhes fornece uma identidade que lhes dá segurança. ” Eu sou advogado, eu sou médico, sou um diretor, eu sou …” serão palavras mágicas que farão com que essas pessoas se sintam valorizadas EXTERNAMENTE.

Essas pessoas precisam de um “título” porque sem seu trabalho elas sentem que não têm valor. Quantas pessoas você já conheceu que fazem questão de serem chamadas de “doutor”, por exemplo?

Nós não somos nosso trabalho e um bom cargo não deve substituir a identidade de uma pessoa. Uma pessoa com uma estima saudável não se sentirá superior por causa do cargo que ocupa. Essa pessoa desfrutará de seu cargo sem alarde, pois não precisa dele para se sentir alguém.

Já uma pessoa com falsa estima precisará se autoafirmar pelo seu cargo, não exitará em pisar em outras pessoas e achará que é “superior” aos que estão ao redor.  O complexo de superioridade esconde fraqueza e é como um mecanismo de defesa que coloca a mente em função de uma falsa estima, mas que na verdade promove um auto engano como uma medida de “salvação” interna.

Economia e posses:

Tal como acontece com o local de trabalho, pessoas que acumulam muitas posses e bens materiais podem ficar cegas para a sua própria identidade . Essas pessoas podem pensar que elas são sua própria riqueza, elas confundem-se com seus bens. A característica de uma pessoa com falsa estima nesse caso seria se orgulhar demasiadamente de seus pertences e, sobretudo, comprar tudo para estar na última moda em todos os sentidos, seja em roupas, eletrônicos, etc … Eles precisarão ter o melhor dos melhores e os superlançamentos para se sentirem importantes. Prestem atenção que gostar de coisas novas e boas é diferente de sentir que “tem que se ter” tudo o que é top de linha.

Essas pessoas precisam exibir o que têm e mostrar exageradamente seus bens para receber o reconhecimento da sociedade. Sãos os “reis do camarote” que alimentam uma estima falsa agarrando-se às coisas externas como o trabalho, o dinheiro, posses, beleza, etc.

Já as pessoas com uma estima saudável, quando estão financeiramente bem, não sentem a necessidade de se apegar à moda. Elas não vão se importar se estiverem carregando um telefone que não é o último lançamento, nem precisarão usar marcas caras, ou ter um carro de extremo luxo, etc … Elas não precisam porque seu objetivo de vida não é se destacar dos outros e é justamente por isso que elas aproveitam muito mais o que têm, com humildade e sem se sentirem superiores a ninguém. Por desfrutarem de uma boa estima, elas não se importam com o que os outros pensam e não precisam se gabar de qualquer coisa. Eles não buscam o reconhecimento de ninguém porque o possuem em seus interiores.

Narcisismo:

Outra forma de esconder as inseguranças, seria usar uma máscara de narcisismo. Essas pessoas pensam que inflar o ego e exibirem-se resolverá o seu problema.

Muitas vezes eles não o fazem conscientemente, mas por não se sentirem valorizados, criam uma falsa identidade que precisa se sentir bem e aceita na sociedade. Eles vendem uma imagem, postam dezenas de selfies nas redes sociais, mas, na verdade, internamente não se sentem confortáveis. Essas pessoas também podem se tornar cruéis. Uma pessoa que não ama a si mesma pode tentar atacar as fraquezas dos outros para se sentir melhor e mais poderosa.

Instabilidade nas relações amorosas:

Pessoas inseguras têm medo de compromisso. Alguns buscam parceiros com um perfil de liderança e se deixam levar. Outros, para se esconderem do medo do compromisso, tentam vincular-se de forma passageira. Podem ser pessoas sedutoras e que esbanjam sensualidade. Nos homens a figura do “galã” se encaixa bem na descrição. Na verdade eles temem gastar muito tempo com a mesma pessoa, tem medo de se apaixonar e também sabem que, como muito do que mostram é encenação, não sustentarão o papel apresentado. Eles costumam se gabar de paquerar muito, mas são, na verdade, inseguros e incapazes de ter uma parceira estável em uma relação madura.

Características relacionadas a uma estima falsa

Sentimento de superioridade, a inveja, a crueldade para com os outros. Quer conhecer alguém? Apenas observe como essa pessoa trata os outros.

Outros sintomas incluem:  a arrogância, o orgulho, julgamento. Não são capazes de reconhecer seus próprios erros e muito menos de pedir desculpas.

As pessoas que falam demais, colocam e dão muita ênfase em ser o centro das atenções, também tendem a ter baixa autoestima. A necessidade de se gabar sobre a sua vida, de fazer grandes promessas ou mesmo de montar grandes projetos aos quais não darão sequência são maneiras de se valorizar. Pessoas que passam muito tempo se gabando, fazem isso porque dentro de si não se aceitam. É como se, por um momento, eles fossem os protagonistas de uma fantasia que os coloca em um lugar muito bom.

Quando uma pessoa erra, você também pode ver muito bem como é a estima dela. Aqueles que são capazes de reconhecer um erro, mas não se culpar pelo que aconteceu, porque eles não sentem que eles são o problema, e sim as estratégias que escolheram, esses têm boa autoestima. Essas pessoas também não ficarão se lamentando antes de  buscar um novo caminho para alcançar seu objetivo.

Quanto mais nos desapegamos de posses e aparências, mais nos aproximamos de nosso “eu”. Pessoas de baixa estima levam muito mais tempo para superar as adversidades da vida , mesmo que precisem se apegar a uma doença psicossomática como um modo de vida e se esconderem em novos papéis: o de vítima, por exemplo. Por isso, é muito importante manter uma estima saudável, ela é a base de toda a nossa vida emocional e determinará a completude e o real significado de nossa existência.

Por Cristina Pérez, via: La mente es maravilhosa

Traduzido e ADAPTADO por Josie Conti

Do original: La falsa autoestima: una máscara para ocultar que la tenemos baja

CONTI outra

As publicações do CONTI outra são desenvolvidas e selecionadas tendo em vista o conteúdo, a delicadeza e a simplicidade na transmissão das informações. Objetivamos a promoção de verdadeiras reflexões e o despertar de sentimentos.
 http://www.contioutra.com/falsa-autoestima-uma-mascara-que-esconde-o-que-existe-por-baixo/

Os 10 conselhos que recebemos antes de nascer

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Cada pessoa carrega consigo crenças que aprende e desenvolve ao longo da vida. Não existe certo ou errado e a liberdade faz morada nas escolhas que acalmem seu coração e tenham significados particulares.

Independente de crença religiosa, os 10 conselhos que estão listados abaixo trazem em si sabedoria e possibilidade de reflexão. Por isso, e por nenhum motivo além desse, os reproduzimos para o público CONTI outra.

1. Você receberá um corpo. Poderá amá-lo ou odiá-lo, mas ele será seu todo o tempo.

2. Você aprenderá lições. Você está matriculado numa escola informal de tempo integral chamada Vida. A cada dia, terá oportunidade de aprender lições. Você poderá amá-las ou considerá-las idiotas e irrelevantes.

3. Não há erros, apenas lições. O crescimento é um processo de ensaio e erro, de experimentação. Os experimentos ‘mal sucedidos’ são parte do processo, assim como experimentos que, em última análise, funcionam.

4. Cada lição é repetida até ser aprendida. Ela será apresentada a você sob várias formas. Quando você a tiver aprendido, passará para a próxima.

5. Aprender lições é uma tarefa sem fim. Não há nenhuma parte da vida que não contenha lições. Se você está vivo, há lições a serem aprendidas e ensinadas.

6. ‘Lá’ só será melhor que ‘aqui’ quando o seu ‘lá’ se tornar um ‘aqui’. Você simplesmente terá um outro ‘lá’ que novamente parecerá melhor que ‘aqui’.

7. Os outros são apenas espelhos de você. Você não pode amar ou odiar alguma coisa em outra pessoa, a menos que ela reflita algo que você ame ou deteste em você mesmo.

8. O que você faz da sua vida é problema seu. Você tem todas as ferramentas e recursos de que precisa. O que você faz com eles não é da conta de ninguém. A escolha é sua.

9. As respostas para as questões da vida estão dentro de você. Você só precisa olhar, ouvir e confiar.

10. Você se esquecerá de tudo isso.. e ainda assim, você se lembrará.

Autor desconhecido

http://www.contioutra.com/os-10-conselhos-que-recebemos-antes-de-nascer/

Os filhos do Quarto- Cassiana Tardivo

Estou para escrever desde o dia que me peguei chorando por aquele garoto de 13 anos em São Vicente que por uma brincadeira, veio a falecer.

Não sejamos exageradas para dizer que só agora com advento da WWW temos perdido filhos. Eles faleciam também antes disso.

Mas antes perdíamos filhos nos rios, nos matos, nos mares, hoje temos perdido eles dentro do quarto!
Quando brincavam nos quintais ouvíamos suas vozes, escutávamos suas fantasias e ao ouvi-los, mesmo a distância, sabíamos o que se passava em suas mentes. Quando entravam em casa não existia uma TV em cada quarto, nem dispositivos eletrônicos em suas mãos. Quero deixar bem claro que não sou contra e nem capetizo tudo isso. Mas queridos, precisamos ser sinceros: temos perdido o equilíbrio.

Hoje não escutamos suas vozes, não ouvimos seus pensamentos e fantasias, as crianças estão ali, dentro de seus quartos, e por isso pensamos estarem em segurança. Quanta imaturidade a nossa.

Agora ficam com seus fones de ouvido, trancados em seus mundos, construindo seus saberes sem que saibamos o que é…
Alguns, como o garoto de São Vicente, perdem literalmente a vida, mas tantos outros aí, ainda vivos em corpos, mas mortos em seus relacionamentos com seus pais, fechados num mundo global de tanta informação e estímulos, de ídolos de youtube, de modismos passageiros, que em nada contribuem para formação de crianças seguras e fortes para tomarem decisões moralmente corretas e de acordo com seus valores familiares. Dentro de seus quartos perdemos os filhos pois não sabem nem mais quem são ou o que pensam suas famílias, já estão mortos de sua identidade familiar… Se tornam uma mistura de tudo aquilo pelo qual eles tem sido influenciados e país nem sempre já sabem o que seus filhos são.

Você hoje pode ler esse texto, amar, marcar os amigos. Pode enxergar nele verdades e refletir. Tudo isso será excelente. Mas como Psicopedagoga tenho visto tantas famílias doentes com filhos mortos dentro do quarto, então faço você um convite e, por favor aceite ! Convido você a tirar seu filho do quarto, do tablet, do fone de ouvido, convido você a comprar jogos de mesa, tabuleiros e ter filhos na sala, ao seu lado por no mínimo 2 dias estabelecidos na sua semana a noite (além do sábado e domingo). E jogue, divirta-se com eles, escute as vozes, as falas, os pensamentos e tenha a grande oportunidades de tê-los vivos, “dando trabalho” e que eles aprendem a viver em família e se sintam pertencentes no lar para que não precisem se aventurar nessas brincadeiras malucas para se sentirem alguém ou terem um pouco de adrenalina que antes tinham com as brincadeiras no quintal !

Cassiana Tardivo

13 coisas para pensar quando a vida estiver difícil

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Sidarta Gautama, o Buda nos deixou um legado de grande sabedoria. Entre tantas pérolas, separo 13 conselhos deixados para aqueles que vivem momentos difíceis. Existe, segundo Buda, uma forma de viver esses momentos de uma maneira mais tranquila e o segredo tem a ver com atitude:

1) AS COISAS SÃO O QUE SÃO

A nossa resistência às coisas é a principal causa do nosso sofrimento. Este acontece quando resistimos às coisas como elas são. Se não se pode fazer nada, relaxe. Não lute contra a correnteza, aceite ou então se consuma em seu sofrimento.

2) SE VOCÊ ACHA QUE TEM UM PROBLEMA, VOCÊ TEM UM PROBLEMA

Repare que tudo é olhado através de uma perspectiva. Em um determinado momento as coisas parecem difíceis, no outro não. Sabendo disso, caso tenha uma dificuldade escolha entendê-la como um desafio, uma oportunidade de aprendizado. Se enxergá-la como um problema, essa dificuldade será certamente um problema.

3) A MUDANÇA COMEÇA EM VOCÊ MESMO

Seu mundo exterior é um reflexo do seu mundo interior. Temos o hábito de achar que tudo ficará bem quando as circunstância mudarem. A grande verdade, no entanto, é que as circunstâncias só mudarão quando essa mudança ocorrer em nosso interior.

4) NÃO EXISTE APRENDIZADO MAIOR DO QUE FALHAR

O fracasso não existe!!! Entenda isso de uma vez por todas. Todas as pessoas de sucesso já falharam diversas vezes. Aproveite suas falhas como um grande aprendizado. Se fizer isso, na próxima vez estará mais perto do sucesso. A falha é sempre uma lição de aprendizado.

5) SE ALGO NÃO ACONTECE COMO O PLANEJADO, SIGNIFICA QUE O MELHOR ACONTECEU

Tudo acontece de forma perfeita, até quando dá errado. Muitas vezes, quando olhamos para trás, percebemos que aquilo que consideramos errado, na verdade foi o melhor que podia ter acontecido. No entanto, quando dá certo, certamente estamos alinhados com nosso propósito de vida. O universo sempre trabalha a nosso favor.

6) APRECIE O PRESENTE

Nós só temos o momento presente! Portanto não o deixe passar perdendo tempo com o passado. Valorize seu momento presente pois ele é único e importante. É a partir dele que cria sua vida futura.

7) DEIXE O DESEJO DE LADO

A maioria das pessoas vive a vida guiadas pelos desejos. Isso é extremamente perigoso, um desejo não satisfeito transforma-se em uma grande frustração. Frustação desencadeia uma energia negativa muito forte e retrai seu crescimento. Procure entender que tudo o que precisa vai chegar até você se cultivar sua felicidade incondicional. Pratique uma mente isolada, só assim suas emoções permanecerão felizes ou neutras.

8) COMPREENDA SEUS MEDOS E SEJA GRATO POR ELES

O medo é o contrário do amor, é quem mais atrapalha sua evolução caso não saiba entendê-lo. No entanto ele é importante na medida em que fornece uma grande oportunidade de aprendizado. Quando enfrenta e vence o medo, se torna mais forte e confiante. Superar seus medos requer prática, o medo é apenas uma ilusão e, acima de tudo, é opcional.

9) EXPERIMENTE ALEGRIA

Existem pessoas que se divertem com tudo o que lhes acontece. Mesmo na pior situação, riem de si mesmas. São pessoas felizes que enxergam crescimento em tudo. Essas pessoas aprenderam que é importante focar na alegria e não nas dificuldades. O resultado é que atraem muito mais situações felizes do que tristes.

10) NUNCA SE COMPAREM COM OS OUTROS

Você é único, veio aqui com uma missão só sua. E ela é tão importante quanto a de qualquer outra pessoa. Mesmo assim se não conseguir evitar comparações, compare com quem tem menos que você. Isso é uma ótima estratégia para perceber que tem sempre muito mais do que precisa para ser feliz.

11) VOCÊ NÃO É UMA VÍTIMA

Você é sempre o criador de suas experiências! Tudo o que lhe acontece foi atraído por você mesmo e extremamente necessário pra seu aprendizado. Quando algo que considera desagradável acontecer com você, agradeça e pergunte: “Por que será que atraí isso para minha vida?”, “O que preciso aprender com essa experiência?”.

12) TUDO MUDA

Isso também vai passar…palavras de Chico Xavier. Tudo nessa vida é dinâmico, tudo muda em um segundo. Portanto, não fique se lamentando. Caso não saiba o que fazer, não faça nada. O universo não para de mudar, crescer e se expandir, sendo assim espere, por que tudo vai passar.

13) TUDO É POSSÍVEL

Milagres acontecem todos os dia, e nós mesmos é que somos responsáveis por eles. Confie e acredite nisso. Na medida em que conseguir sua mudança de consciência, encontrará em você o poder de realizar milagres. É tempo de mudar e entender sua importância, a possibilidade que você tem de mudar o mundo. Acredite!!!!

Esse texto foi baseado na obra “13 things to remember when life gets rough” “13 coisas para lembrar quando a vida fica difícil”.

Texto de Roberto Legey
Fonte: Pense Positivo

http://www.contioutra.com/13-coisas-para-pensar-quando-a-vida-estiver-dificil/